sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Santa Faustina rogai por nós pecadores!

Oração a Nossa Senhora do Rosário


Nossa Senhora do Rosário,
dai a todos os cristãos a graça
de compreender a grandiosidade
da devoção do santo rosário,
na qual, à recitação da Ave Maria
se junta a profunda meditação
dos santos mistérios da vida,
morte e ressurreição de Jesus,
vosso Filho e nosso Redentor.

São Domingos, apóstolo do rosário,
acompanhai-nos com a vossa bênção,
na recitação do terço, para que,
por meio desta devoção a Maria,
cheguemos mais depressa a Jesus,
e como na batalha de Lepanto,
Nossa Senhora do Rosário nos leve a vitória
em todas as lutas da vida;
por seu Filho, Jesus Cristo,
na unidade do Pai e do Espírito Santo.
Amen

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

S. JOSÈ MARIA ESCRIVÀ

O amor é um orvalho que fertiliza


A Igreja nos manda pedir ao Espírito Santo que purifique os nossos corações e os torne fecundos pelo seu salutar orvalho.

O amor dá as almas a força de produzir piedosos desejos, santas resoluções e boas obras: tais são as flores e frutos da graça do Espírito Santo. O amor é chamado também Orvalho, porque tempera o ardor das más inclinações e tentações; também se diz do Espírito Santo, que lhe modera o calor e refrigera.

Este salutar orvalho desde sobre os nossos corações durante a oração. Um quarto de hora de oração (15 minutos) basta para apagar o fogo do ódio ou do amor desordenado, por ardente que seja.

A santa meditação é a adega misteriosa de que fala a Esposa dos Cantares: Ele me introduziu na sua adega; ordenou em mim a caridade (Cânt 2,4). Aí é que nos enchemos da caridade bem ordenada, pela qual amamos o nosso próximo como a nós mesmos, e a Deus sobre todas as coisas.

Quem ama a Deus ama a oração; e quem não ama a oração é moralmente impossível vencer as próprias paixões.

Santo Afonso

Fonte: AASCJ

Professor faz Crucificado seguindo os dados do Santo Sudário


Prof. Juan Manuel Miñarro explica seu trabalho
O escultor espanhol e catedrático da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro estudou durante dez anos o Santo Sudário de Turim.

Como resultado esculpiu um Crucificado que, segundo o artista, seria uma reprodução científica do estado físico de Nosso Senhor Jesus Cristo depois de sua morte.

O autor não visava provar a existência de Jesus de Nazaré, mas destacar os impressionantes acertos anatômicos constatados no estudo científico do Santo Sudário.

O professor Miñarro disse à BBC Brasil que, embora tenha privilegiado a “exatidão matemática”, “essa imagem só pode ser compreendida com olhos de quem tem fé”.

“A princípio, ela pode chocar pelo realismo, mas ela reproduz com fidelidade a cena do Calvário”, completou. Miñarro levou mais de dois anos para concluir sua obra.

O escultor não trabalhou só. Ele presidiu o trabalho de um grupo de cientistas que levaram adiante uma investigação multidisciplinar do Sudário de Turim.

O crucificado é o único “sindônico” no mundo, pois reflete até nos mais mínimos detalhes os múltiplos traumatismos do corpo estampado no Santo Sudário.

Jesus Crucificado segundo o Santo Sudário: estreita concordância com as imagens tradicionais
A imagem representa um corpo de 1,80 metros de altura, de acordo com os estudos no Sudário feitos pelas Universidades de Bolonha e Pavia. Os braços e a Cruz formam um ângulo de 65 graus.

A Coroa de Espinhos tinha forma de casco, cobrindo toda a cabeça, e foi feita com jujuba “ziziphus jujuba”, uma espécie de espinheiro cujas agulhas não se dobram.

A pele apresenta exatamente o aspecto de uma pessoa morta há uma hora. O ventre aparece inchado por causa da crucifixão.

O braço direito aparece desconjuntado pelo fato do crucificado se apoiar nele à procura de ar durante a asfixia sofrida na Cruz.

O polegar das mãos está virado para dentro, reação do nervo quando um objeto atravessa a munheca.

A escultura reflete também a presença de dois tipos de sangue: o vertido antes da morte e o derramado post mortem. Também aparece o plasma da ferida do costado, de que fala o Evangelho.

A elaboração destes pormenores foi supervisionada por hematologistas. A pele dos joelhos está aberta pelas quedas e pelas torturas.

Há grãos de terra incrustados na carne que foram trazidos de Jerusalém.

As feridas são típicas das produzidas pelos látegos romanos, que incluíam bolas de metal com pontas recurvadas para rasgar a carne.

Não há zonas vitais do corpo atingidas pelos látegos porque os verdugos poupavam essas partes para que o réu não morresse na tortura.

A maçã do rosto do lado direito está inchada e avermelhada pela ruptura do osso malar.

Coroa de espinhos segundo o Santo Sudário
A língua e os dedos do pé apresentam um tom azulado, característicos da parada cardíaca.

Por fim, embaixo da frase em hebraico “Jesus Nazareno, rei dos judeus”, a tradução em grego e em latim está escrita da direita para a esquerda, erro habitual naquela época e naquela região.

A escultura esteve exposta na igreja de São Pedro de Alcântara, Córdoba, Espanha, e saiu em procissão pelas ruas da cidade durante a Semana Santa.

Com os mesmos critérios e técnicas, Miñarro está criando outras imagens que representam a Nosso Senhor em diferentes momentos de sua dolorosa Paixão.

Isaías 53

“Ele subirá como o arbusto diante dele, e como raiz que sai de uma terra sequiosa; ele não tem beleza, nem formosura; vimo-lo, e não tinha aparência do que era, e por isso não tivemos caso dele.

“Ele era desprezado, o último dos homens, um homem de dores; experimentado nos sofrimentos; o seu rosto estava encoberto; era desprezado, e por isso nenhum caso fizeram dele.

“Verdadeiramente ele foi o que tomou sobre si as nossas fraquezas, e ele mesmo carregou com as nossas dores; nós o reputamos como um leproso, como um homem ferido por Deus e humilhado.

“Mas foi ferido por causa das nossas iniqüidades, foi despedaçado por causa dos nossos crimes; o castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e nós fomos sarados com as suas pisaduras.” (53, 2-5).

Fonte: Ciência confirma Igreja/AASCJ

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Deus nos concede graças por meio do Coração Imaculado de Maria e do Coração de Jesus


“Diga a todos que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que peçam a Ela, que o Coração de Jesus quer que a Seu lado se venere o Coração Imaculado de Maria”. Beata Jacinta de Fátima

Quando a pastorinha Jacinta disse isso a sua prima Lucia, ela estava acamada, muito doente e mesmo assim não deixou em momento algum de louvar e bendizer o Coração de Jesus e Maria e ainda pensou em nós, para que fizéssemos o mesmo.

Fonte:ADF

Nossa Senhora das Graças e a conversão do hebreu Ratisbonne (1)


Afonso Ratisbonne
Um jovem judeu, de uma família de banqueiros de Estrasburgo, de notável projeção social pelas riquezas e pelo parentesco com os banqueiros Rothschild, pelo meio-dia do dia 20 de janeiro de 1842, caminhava despreocupado, na aparência, por uma rua do centro histórico de Roma.

Seu nome era Afonso Ratisbonne.

Seu irmão mais velho, Teodoro, em 1827 converteu-se ao catolicismo e se fez sacerdote, rompendo com a família. As esperanças dos Ratisbonne se concentraram então em Afonso, nascido em 1814.

Ele completara o curso de Direito e pensava em casar com uma jovem judia. Contava 27 anos e, antes de casar, fez uma viagem pela Itália e pelo Oriente.

Afonso era judeu de religião, embora não praticante, e nutria pela Igreja Católica entranhado ódio, sobretudo pelo ressentimento da família por causa da conversão do primogênito. Ele dizia que se algum dia mudasse de religião far-se-ia protestante, jamais católico.

Em Roma, visitou por curiosidade cultural algumas igrejas católicas, e saiu mais consolidado em seu anticatolicismo.

Encontrou também um antigo colega seu, de nome Gustavo de Bussières. Gustavo era protestante e tentava convencer Afonso de suas convicções religiosas, porém sem sucesso.

Na casa de Gustavo, Afonso conheceu um irmão deste, o Barão Teodoro de Bussières, havia pouco convertido ao catolicismo e amigo íntimo do Pe. Teodoro Ratisbonne. Tudo isso o tornava sumamente detestável aos olhos de Afonso.

Sant'Andrea delle Frate, Roma: a igreja do milagre
Na véspera de sua partida da Cidade Eterna, Afonso foi deixar um cartão de visitas na casa do Barão, como ardil de despedida e assim evitar um encontro.

Porém, o criado italiano do Barão não entendeu o francês e o fez entrar no salão. Na conversa, o Barão procurou atraí-lo para a Fé católica. Conseguiu apenas, e com muita dificuldade, que Afonso Ratisbonne aceitasse uma Medalha Milagrosa e prometesse copiar o “Lembrai-Vos”, bela oração a Nossa Senhora.

O judeu não cabia em si de raiva, pela ousadia das iniciativas do Barão, mas resolveu tomar tudo com civilidade. Ele pensava escrever um livro com o relato da viagem onde o Barão seria um personagem singular.

A 18 de janeiro, faleceu em Roma um amigo íntimo do Barão de Bussières, o Conde de La Ferronays, ex-embaixador da França junto à Santa Sé e homem de grande virtude e piedade.

Na véspera da morte, La Ferronays conversou com Bussières sobre Ratisbonne e rezou cem vezes o “Lembrai-Vos” por sua conversão, a pedido de Bussières.

Esses eram os antecedentes em volta de Afonso Ratisbonne naquele dia 20 de janeiro.

Mas, eis que na rua encontra o Barão de Bussières que estava indo para a Igreja de Sant'Andrea delle Fratte para combinar as exéquias do falecido conde de La Ferronays.

Ratisbonne decidiu acompanhá-lo, mas de mau humor, criticando violentamente a Igreja e zombando das coisas católicas.

Na igreja, o Barão entrou brevemente na sacristia para tratar do assunto das exéquias.

Afonso ficou percorrendo uma das naves laterais, impedido que estava de passar para o outro lado da igreja, pelos preparativos em curso para as exéquias do Conde na nave central.

E eis o que aconteceu segundo o diário do próprio Barão Teodoro de Bussières:

Quinta-feira, 20 de janeiro de 1842:

Ratisbonne não deu sequer um passo rumo à verdade, sua vontade permanece como sempre, ele não deixa de ridiculizar tudo e parece se importar somente das coisas terrenas. Perto do meio-dia ele entrou em um café na Piazza di Spagna para ler os jornais.
Lá ele encontrou o meu cunhado, Edmund Humann, eles conversaram sobre as notícias do dia, com uma irreverência e uma facilidade que excluía qualquer preocupação séria.
Parece que a Providência queria dispor as coisas de modo a excluir até a possibilidade de dúvida quanto ao estado de espírito de Ratisbonne pouco antes de a graça inesperada de sua conversão. Cerca de meio-dia e meia, saindo do café, ele encontrou seu amigo de escola, o barão A. de Lotzbeck e começou a conversar com ele sobre os assuntos mais frívolos.
Ele falou da dança, do prazer, da esplêndida festa dada pelo príncipe T. Em verdade, se alguém tivesse dito a ele naquele momento: dentro de duas horas você vai ser católico, ele certamente o teria julgado louco.
continua...
Fonte: Blog APARIÇÃO DE LA SALETTE

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A veneração dos santos na Sagrada Escritura


Exemplos de fé, tirados da história primitiva

Hebreus 11, versículo 1: “A fé é o fundamento das coisas que se esperam, e uma demonstração das coisas que não se vêem.(…) Pela fé reconhecemos que os séculos foram formados pela palavra de Deus; de sorte que o visível fosse feito do invisível”.

O primeiro exemplo, citado por São Paulo, é Abel, que ofereceu um sacrifício aceito por Deus (c. 11, 4): “Pela fé ofereceu Abel a Deus sacrifício melhor que Caim; por ela foi declarado justo, tendo Deus aprovado os seus dons; e por ela fala ainda depois de morto (por meio dos seus exemplos)”.

Em seguida fala de Henoc, Noé, Abraão, Isaac e Jacó (c. 11, 13-16): “Na fé morreram todos estes sem terem ainda recebido as coisas prometidas, mas de longe vendo-as e saudando-as, e confessando serem peregrinos e hóspedes sobre a terra. Porque os que falam assim mostram bem que buscam a sua pátria. E por certo, se eles tivessem na mente aquela donde saíram, tinham na verdade tempo de voltar a ela; mas é uma pátria melhor, isto é, a pátria celeste que eles desejam. Por isso Deus não se dedigna de se chamar seu Deus, porque lhes preparou uma cidade.”

Depois faz ponderações a respeito de Moisés e tudo o que ele renunciou para ganhar esta herança gloriosa no céu; Gedeão, Barac, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas que pela fé conquistaram reinos, receberam promessas, detiveram leões, escaparam da espada, tornaram-se poderosos na guerra, fizeram os exércitos inimigos fugir. Todos os grandes feitos são relembrados para inspirar uma fé, esperança e amor maiores nas gerações futuras.

Nos versículos 36-40: “Outros sofreram ludíbrios e açoites, e, além disto, cadeias e prisões; foram apedrejados, foram serrados, foram tentados, foram mortos ao fio da espada, andaram errantes, cobertos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, angustiados, aflitos; eles, de quem o mundo não era digno, errando pelos desertos, pelos montes, pelas covas e pelas cavernas da terra. E todos estes, louvados (por Deus) com o testemunho prestado à sua fé, não receberam (imediatamente) o objeto da promessa, tendo Deus disposto alguma coisa melhor para nós, a fim de que eles, sem nós, não obtivessem a perfeição da felicidade”.

Assim, o advento de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a economia da Nova Aliança, trouxe uma benção e glória para esses santos do Antigo Testamento maior do que a que eles receberam quando morreram. Algo novo foi inaugurado quando Cristo Nosso Senhor ressuscitou e subiu aos céus. Ele abriu um novo panorama, uma nova porta, a porta de entrada para o céu. Neste reino glorioso foram colocados tronos e neles estão sentados esses grandes santos, bem como os santos da Nova Aliança. Eles testemunham para servir a Cristo e para rezar em nosso favor.

São Paulo relembra esses personagens e esses fatos para nos inspirar a seguir o exemplo deles. Exemplos heróicos inspiram virtudes heróicas.

Hebreus, 12,1-3: “Por isso nós também, estando cercados por uma tão grande nuvem de testemunhas, deixando todo o peso que nos envolve, corramos com paciência na carreira que nos é proposta, pondo os olhos no autor e consumador da fé, Jesus, o qual tendo-lhe sido proposto gozo, sofreu a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está sentado à direita do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que sofreu tal contradição dos pecadores contra si, para que não vos fatigueis, desfalecendo em vossos ânimos”.

Os santos do Antigo Testamento tiveram que esperar pelo Messias. Depois foram levados para o Céu e lá estão com a multidão dos santos que faleceram posteriormente. No Céu todos eles intercedem por nós. Temos o exemplo e a ajuda deles. Mas, para isso precisamos querer imitá-los na luta pela vitória daqueles que praticam o bem e pela derrota e destruição daqueles que promovem a iniqüidade.

(Fonte: Resumo de http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com/AASCJ

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O melhor ginecologista:


Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:

- Muito bem.. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
-Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há a menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no ventre materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO.

Por: Bíblia Ensina/Facebook

domingo, 2 de outubro de 2011

Cego Bartimeu


Ninguém sabe quanto tempo se assentou na estrada poeirenta de Jericó, com a mão estendida, em busca de esmolas, o pobre cego Bartimeu. Acostumara-se com as rudes multidões que passavam gritando e praguejando; de vez em quando recebia de um viajante piedoso uma ou outra moeda. Naquele dia, porém, havia uma agitação geral e desusada. Transeuntes se apressavam, falando em altas vozes.
O cego indaga.

- É Jesus, o Nazareno, que vai passar – responderam.

A vibração do nome de Jesus trouxe grande esperança ao coração do mendigo. Era Jesus o amigo dos cegos, dos pobres, dos transviados! Era Jesus, o grande Médico.

Então clamou, com a alma invadida pela fé:

- Jesus, filho de David! Tem misericórdia de mim!

Os indiferentes riem-se dele e ferem-no com chacotas.
Nenhuma força, porém pode abater o ânimo do pobre:

- Jesus, filho de David! Tem misericórdia de mim!

Um fariseu que passava empurra-o impiedoso com o pé:

- Cala-te, miserável!

Nada, porém, seria capaz de abalar a fé que vivia no coração do cego. Ei-lo que continuava, com fervor:

- Jesus, filho de David! Tem misericórdia de mim!

Alguém da multidão, dele se aproxima, e diz-lhe:

- Levanta-te, Bartimeu, que Ele acaba de chamar por ti!

E o infeliz Bartimeu, lançando de si a capa que trazia ao ombro, levantou-se e foi ter com Jesus.

- Que queres que te faça? – perguntou-lhe Jesus.

- Eu quero ver, Senhor! Eu quero ver!

Respondeu o Mestre:

- A tua fé te salva!

E a treva que esmagava os olhos de Bartimeu se transformou em luz!

Somos hoje gratos ao Bartimeu, pela importante lição de fé que nos legou. Ela nos ajuda a reconhecer que Jesus, o Salvador, passa ainda e passará sempre; que toma cuidado de nós, e responde a cada sincero clamor que Lhe é dirigido.

Em Vós, meu bom Jesus, tenho posto toda a minha vida, todos os meus sonhos e toda a minha esperança; em Vós confio e tenho confiado sempre, em Vós perco de tudo o medo. Só o Vosso Nome adorado livra o meu espírito das dúvidas e traz alívio ao meu coração. Por Vós, Senhor, esqueço e bendigo as dores que afligem o meu pobre corpo. E quando tudo for contra mim, Vós, meu bom Jesus, sereis por tudo mim.
Fonte: Blog Almas Castelos (cortesia)

sábado, 1 de outubro de 2011

Oração de São Germano a Nossa Senhora


Ó minha Senhora, sois a única consolação que de Deus recebo, sois o celeste orvalho que refrigera minhas mágoas; sois a luz de minha alma, quando está imersa em trevas; meu guia em minha peregrinação; minha fortaleza em minhas fragilidades; meu tesouro em minha pobreza; meu remédio às minhas chagas; minha consolação em minhas lágrimas; vós que sois meu refúgio em minhas misérias, e a esperança de minha salvação.

Ouvi minhas súplicas, e tende piedade de mim, como convém à Mãe de Deus que tem tanto amor aos homens. Concedei-me tudo o que vos peço, ó vós que sois nossa defesa e nossa alegria.

Tornai-me digno de fruir convosco aquela grande felicidade que gozais no céu. Sim, minha senhora, meu refúgio, minha vida, meu auxílio, minha defesa, minha fortaleza, minha alegria, minha esperança, Mãe de Deus, e que, portanto, bem me podeis obter essa graça, se quiserdes.

Ó Maria, sois onipotente para salvar os pecadores: nenhuma recomendação vos é precisa, porque sois a Mãe da verdadeira vida.

Fonte: ADF

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Nossa Senhora dos Necessitados. Uma devoção esquecida, mas quão necessária!


Na maioria das vezes, as pessoas que recorrem a Nossa Senhora o fazem implorando seu auxílio por ocasião de doença, perda de emprego, desejo de conversão etc.

Não reze apenas pela sua saúde física, a espiritual também precisa de cuidados. Muitos porém, esquecem-se de pedir por aqueles que mais necessitariam da ajuda de Maria Santíssima: os que nada pedem a Ela.

Na Itália, cuja população é teológica por excelência, surgiu uma devoção à Mãe de Deus com essa intenção.

Imaginemos uma pessoa doente, por exemplo, um parente nosso. Chegamos determinado dia em sua casa e percebemos que ele sofre aguda dor na perna, caminhando com dificuldade. Nossa primeira (e óbvia) pergunta será: ele já consultou um médico? Compreende-se a indagação, pois somente pessoas que se dedicaram a estudar determinada doença saberão melhor combatê-la, diagnosticar a enfermidade e indicar o remédio mais adequado para sua cura.

De tal modo isto é evidente que, ao fazer a pergunta, ninguém vai explicar ao doente por que assim age. Salta aos olhos.

Preocupa-se com a saúde do corpo, esquece-se da saúde da alma.

Ora, com as doenças da alma ocorre exatamente o mesmo. Apenas certas pessoas têm mais condições de nos ajudar, e, em alguns casos, somente alguém com muitíssima capacidade. E por isso mesmo seria absurdo não pedir o auxílio delas. Se elas estão prontas para isso, se querem nos ajudar, se para nós é um alívio ser por elas auxiliados, então, por que não recorrer a esses especialistas?

Mas (e aqui está o contraditório da situação) isto que todos admitem em relação às doenças corporais, muitos têm dificuldade em aceitar quanto às doenças da alma! Quando surge uma grave doença corporal ou uma epidemia, mobilizam-se o governo, a mídia, entidades de caridade etc. Aparecem propagandas: “Cuidado! Tal doença tem cura! Use o remédio indicado!” Ou então: “Tal doença pode ser preventivamente detectada e assim debelada!”; “Atendimento gratuito nos postos de saúde do governo” etc. Tomar-se-á conhecimento do perigo e muitos atenderão à advertência.

Como explicar essa assombrosa contradição?

Por que então esta diferença: preocupação pela saúde de corpo e negligência pela da alma? Porque não se tem difundido suficientemente a devoção a Nossa Senhora, que está velando por todos e cada um de nós a cada segundo. Ela pode curar doenças corporais e, sobretudo, as da alma. Seu poder de curar é maior que o da soma de todos os governos do mundo.

Sejamos honestos, caro leitor. A tal ponto isto é assim, que mesmo bons católicos talvez ficassem surpresos se encontrassem numa rua um cartaz com os dizeres: “Não se drogue! Reze confiantemente e Nossa Senhora o livrará do vício”. Ou então: “Não pense em suicídio! Aquilo que você considera impossível resolver, Nossa Senhora solucionará, para Ela nada é impossível!”. Ora, num país de maioria católica como o nosso, isso não deveria nos surpreender; entretanto causaria estranheza.

Alguns católicos até julgariam errado empreender uma campanha pública de devoção a Nossa Senhora como meio para solucionar os problemas. Consideram que não se deve misturar vida privada com vida pública. De tal modo o laicismo contemporâneo penetrou em nossas vidas, que tendemos a separar inteiramente as convicções religiosas da esfera pública. Somos católicos interiormente, mas na vida prática agimos como ateus.

Portanto, não fiquemos só na teoria.

Muitos poderão se perguntar: mas que posso eu fazer? Resposta: rezar a Nossa Senhora dos Necessitados, ou seja, à Senhora daqueles que mais necessitam de ajuda, tão miseráveis que nem sequer fazem o pedido. Se uma campanha de saúde pública ressalta a necessidade de se levar ao médico aquele que por ignorância não o procura, façamos agora uma campanha em prol da saúde espiritual daqueles que não pedem por si mesmos a ajuda segura de Nossa Senhora.

Fonte: ADF

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Índia: “passividade e negligência” das autoridades


Depois dos repetidos ataques sofridos pela igreja católica siro-malancar de Nossa Senhora de Hyderabad (Índia), o pároco, Pe. John Felix, escreveu uma carta aberta às autoridades do estado indiano de Andra Pradesh, lamentando o ocorrido.

No texto, o sacerdote afirma que episódios como o de finais de agosto – incêndios de altares, Bíblias queimadas, missais, livros de cânticos, crucifixos e ornamentos litúrgicos – “ocorreram somente devido à passividade e à negligência da polícia e de outras autoridades”.

Numa entrevista concedida à Fundação AIS, o Pe. Felix lamenta-se pelo facto das investigações que se ocupavam dos ataques de 2004 e 2008 tenham sido arquivadas pela polícia sem que se chegasse a alguma conclusão.

Em julho de 2004, alguns membros da paróquia – entre eles, um sacerdote – que trabalhavam no terreno em que se estava a construir uma igreja, foram atacados por uma multidão de cerca de 100 pessoas, que os agrediram, insultaram e ameaçaram de morte.

Em junho de 2008, as portas da igreja, terminada em 2006, foram fechadas por fora durante um serviço litúrgico, ainda que na igreja houvesse 250 pessoas, inclusive recém-nascidos e doentes.

“Para evitar outros confrontos, seguimos a doutrina do nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, perdoamos e exercitamos o amor ao próximo”, destacou o pároco, fazendo um convite às autoridades para que reabram as investigações passadas e condenem o último incidente ocorrido, porque a paróquia está “sob uma ameaça constante”.

O Bispo, Jacob Mar Barnabas, declarou também à Fundação AIS que a igreja encontra-se actualmente sob protecção da polícia e que a paróquia pretende reparar os danos o quanto antes.

Da mesma forma, pediu aos católicos do mundo inteiro que rezassem pelos seus fiéis, porque “há pessoas que não querem ter a igreja aqui”.

Como igreja católica oriental, a Igreja Siro-Malancar da Índia está em comunhão total com a Santa Sé. Conta com quase 430 mil fiéis.

Departamento de Informação da AIS com a Zenit

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Povo e Massa


Achei que deveria fazer esta postagem para tentar explicar a importância do contador de história. O contador de história, na conotação que dou, tem a pretensão de formar, de orientar, de instruir. Deus criou o homem para que governasse esse mundo, e no entanto os males do mundo escravizaram o homem e o diminuíram para um “mero número na massa”.

Nosso Senhor Jesus REINA sobre seu POVO, não sobre a MASSA.

E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo (Miq 5,2). (São Mateus 2,6)

No entanto o que é o ser humano de hoje? Já ouviram essas expressões: Televisão = meio de comunicação de Massas. Ônibus ou metrô = meio de transporte de Massas, etc...?

VEJAMOS O ENSINAMENTO DOS PAPAS:

Povo e massa, na descrição de Pio XII:

O contraste entre as duas concepções foi magnificamente exposto por Pio XII quando descreveu a diferença entre povo e massa:

O Estado não contém em si e não reúne mecanicamente num dado território uma aglomeração amorfa de indivíduos. Ele é, e na realidade deve ser, a unidade orgânica e organizadora de um verdadeiro povo.
Povo e multidão amorfa, ou, como se costuma dizer, “massa”, são dois conceitos diversos. O povo vive e se move por vida própria; a massa é de si inerte, e não pode ser movida senão por fora. O povo vive da plenitude da vida dos homens que o compõem, cada um dos quais – em seu próprio posto e a seu próprio modo – é uma pessoa consciente das próprias responsabilidades e das próprias convicções. A massa, ao invés, espera o impulso de fora, fácil joguete nas mãos de quem quer que desfrute seus instintos ou impressões, pronta a seguir, vez por vez, hoje esta, amanhã aquela bandeira. Da exuberância de vida de um verdadeiro povo a vida se difunde, abundante, rica, no Estado e em todos os seus órgãos, infundindo-lhes com vigor incessantemente renovado a consciência da própria responsabilidade, o verdadeiro senso do bem comum. Da força elementar da massa, habilmente manejada e utilizada, o Estado pode também servir-se: nas mãos ambiciosas de um só ou de vários que as tendências egoísticas tenham agrupado artificialmente, o mesmo Estado pode, com o apoio da massa, reduzida a não mais que uma simples máquina, impor seu arbítrio à parte do verdadeiro povo: em conseqüência, o interesse comum fica gravemente e por largo tempo atingido e a ferida é bem freqüentemente de cura difícil.

(Pio XII. Radiomensagem de Natal de 1944 – Discorsi e Radiomessaggi, vol. VI, págs. 238-239)
Fonte: Blog Almas Castelos (cortesia)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Lições sobre ser mãe e ser filho e a relação com a Santa Igreja


A religião é um dever

Uma senhora mundana, que, como tantas outras, quase não sabia o que é religião e a considerava como coisa convencional, queixava-se vivamente de sua filha na presença de um missionário.

- Mas, senhora, respondeu-lhe este, admite porventura que existam relações entre mãe e filha de modo que esta seja obrigada a respeitar sua mãe e a obedecer-lhe?

– Como! respondeu a senhora, pois não sou eu sua mãe? Seja qual for a sua idade, não é ela minha filha? Não é de mim que recebeu tudo? Não é sempre obrigada a amar-me e a honrar-me?

- Mas, tornou o missionário, estas relações de superioridade da sua parte e de dependência da parte de sua filha, não poderiam ser coisas convencionais e sujeitas a mudanças?

– A mudanças? diz V. Reva.? Mas V. Reva. está a supor então que eu deixo de ser sua mãe, e que ela deixa de ser minha filha; os direitos das mães são imutáveis porque se fundam na sua natureza de mães.

– Acredita, então, senhora, acrescentou o missionário, que entre si e sua filha há relações necessárias, que tem o direito de a mandar, e ela a obrigação de obedecer-lhe, respeitá-la e amá-la; que, se ela faltar a este dever, se torna culpada; que tudo isto não é uma questão de convenção, mas uma coisa imutável e sagrada, fundada no título de mãe e na qualidade de filha; acredita isso, não é verdade?

– Sim, acredito, respondeu ela.

– Ora bem, senhora, mude os nomes; em seu lugar ponha Deus, no de sua filha, ponha-se a si mesma, e aí tem a religião.


Fonte: AASCJ

As dores de Maria


O Brasil foi invadido por holandeses e franceses, que não eram católicos. Porém, sempre os portugueses conseguiram vencê-los, com a ajuda do Céu. Se não fosse isso certamente nossa pátria não seria católica como foi ao longo dos tempos.

Em suas manifestações, umas das primeiras coisas que Nossa Senhora pede é a construção de uma capela em Sua honra. Por isso foi feita, por exemplo, uma capelinha nas margens do Rio Paraíba, e depois a grande Basílica de Nossa Senhora Aparecida, que é para nós um marco.

É mesmo nosso dever construir. Em certa ocasião, perante uma multidão de pessoas muito simples, perguntaram a um rapaz: “Você não acha que esse santuário é muito luxuoso? Você não acha que deveria pegar este dinheiro e dar aos pobres?” Ao que o rapaz respondeu, com muito acerto: “Mas foram os pobres que construíram este santuário!; são os pobres que deixam o dinheiro e são eles que querem que a Mãe de Deus seja glorificada e que tenha um templo bonito para abençoar seus filhos.”

Nossa Senhora sabe tirar do coração de Deus o que é melhor para nós. Porque a Mãe pediu, Jesus transformou a água em vinho, e porque a mãe pediu Ele fez. Transformou a água em vinho da melhor qualidade, porque a sua mãe pediu.

Porque Ele atendeu sua mãe de maneira tão carinhosa? Porque a mãe tudo fez por Ele. Maria Santíssima tudo fez e faz por Jesus e pela Igreja, e, porque é pela Igreja, ela está fazendo para a nossa salvação.

Nossa Senhora é a imagem da Igreja, e a Igreja, por sua vez, deve ser como Nossa Senhora. Nosso Senhor Jesus Cristo fez tudo através de sua Mãe Santíssima. Ele não precisava, mas quis precisar de uma mulher. Ele quis ter uma mãe e escolheu Maria Imaculada, a predestinada, diz o Catecismo da Igreja. Antes da criação do mundo Deus já tinha eleito a Virgem Maria, por ser a mulher mais humilde que Deus encontraria na terra. Ele olhou para a pequenez e humildade de sua serva, como ela canta no Magnificat. E tomou a forma humana em uma mulher, por obra do Espírito Santo.

A Igreja reza conforme ela crê, e uma devoção antiquíssima que a Igreja venera, são as sete dores de Maria. A primeira dor: A espada de que o Profeta Simeão fala a Maria. O menino é apresentado no templo aos quarenta dias, porque Nosso Senhor quis cumprir toda a Lei. E, estando debaixo da lei, nos libertar da lei. A Virgem Maria e São José foram entregar o seu primogênito a Deus e deixavam um casal de pombos pelo resgate do menino. Mas Ela sabia que aquele resgate seria provisório. Então, por isso, disse-lhe o Profeta Simeão que uma espada transpassaria a sua alma. Ela, naquela hora, compreendeu que sua vida seria uma vida de sofrimentos.

“Na agonia da morte Jesus ainda teve forças para entregar à sua mãe a todos nós”. O mundo se volta contra a Igreja, porque ela não aceita o aborto, a eutanásia, o divórcio, etc. Por isso uma espada continua atravessando o coração da Igreja pelo fato dela continuar sendo um sinal de contradição ao erro e aos maus costumes.

Vela pela Vida contra o aborto. Acenda uma agora por amor a Virgem Maria.

Nossa Senhora teve que sair de sua terra e atravessar o deserto para fugir de Herodes. Esta é a origem da devoção conhecida como Nossa Senhora do Desterro. É a Nossa Senhora que teve de deixar sua casa, sua pátria, sua língua, para salvar o Menino, o Filho de Deus.

Depois a “espada” reaparece quando o menino tinha doze anos. O Menino de Jesus vai para o Templo, e eles o procuram durante três dias… Pode-se imaginar o sofrimento desta Mãe! A tal ponto foi grande sua aflição que o Evangelista diz que, quando encontraram o menino, Nossa Senhora exclamou: “Porque fizeste isso, teu pai e eu estávamos aflitos”. Realmente, a maior coisa que deve nos afligir é a perda Jesus – ou seja, a perda do estado de graça – porque se perdemos Jesus perdemos tudo.

A quarta espada é quando Maria encontra o Filho no caminho do Calvário, o mais belo do filho dos homens. Ela O encontra coroado de espinhos, flagelado e sangrando. Que mãe poderia passar por um sofrimento tão grande? Mas ela continuou ao lado do Filho e foi até o Calvário.

Quinta dor é quando ela estava no Calvário, vendo seu filho sendo levantado no madeiro da cruz, vendo o seu filho por três horas pendurado na cruz, vendo os soldados sorteando suas vestes, ouvindo Jesus perdoar, vendo-O dizer “meu Deu porque me abandonaste?”, e depois dizer: “Mãe, eis aí o teu filho”. Na agonia da morte Ele ainda teve forças para entregar a sua mãe a todos nós!

Sexta dor, Nossa Senhora ouvindo Jesus dizer: “Pai, em tuas mãos Eu entrego o meu Espírito”. E Jesus, nosso Redentor, entrega a Ela a humanidade, para que ela fosse a mãe da humanidade.

Sétima dor, “Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com aromas, como os judeus costumam sepultar. No lugar em que Ele foi crucificado, havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus por causa da Preparação dos judeus e da proximidade da Páscoa”.

A Virgem Maria é a mãe da Igreja, a nossa mãe, que nunca desampara nunca desampara a cada um de nós.

Fonte: Extraído de http://blog.cancaonova.com/ (Resumo)

sábado, 24 de setembro de 2011

Os milagres de Santo Padre Pio – II


Continuação dos relatos dos milagres realizados por São Padre Pio.

5 – O FILHO PERDIDO REAPARECE
A sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio, disse: “Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: “Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: “Levante-se e fique tranqüila”.

Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: “Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele.” Padre Pio não respondeu.

Eu escrevi a carta e pus em minha mesa, de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: “Dê graças a Nossa Senhora”. Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.

6 – CLARIVIDÊNCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho da Sra. Luisa, que era Oficial da Real Marinha Britânica, era motivo de angústia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para a conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais da Inglaterra. Luísa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio em que o filho dela estava.

Ela foi chorando ver o Padre Pio, que a consolou imediatamente: “Quem lhe falou que seu filho morreu?” Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava naquele hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho”.

7 – ESTAVA MORTA E VOLTOU À VIDA
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições, ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma Paulina estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!

Alguns dias depois, mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu em favor de Paulina, de forma que isto a curou. E ele disse-lhes: “Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta- feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas, Paulina morreu.

Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:” Ela ressuscitará. E foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas.

No mesmo momento, Paulina ressuscitou e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. “Ela ressuscitou”. Na realidade o Padre Pio não tinha dito, “ela ressuscitará” e sim “ela se recuperará”. Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo em que ela estava morta ela respondeu: “Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei”.

Fonte: São Pio/ADF

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Os Milagres de Santo Padre Pio de Pietrelcina – I


É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra “milagre”. Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural.

Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus.

A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.

1 – SARANDO A QUEIMADURA
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança.
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Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.

2 – DE ONDE VIERAM OS PÃES?
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja.

Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: “Onde você conseguiu os pães? ” e Padre Pio respondeu: “Um peregrino à porta me deu “. Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia enc
ontrar esse tal peregrino.
3 – QUEM REPÔS AS HÓSTIAS?
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes.

4 – ALGUÉM SEGUROU A CARTA?
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: “Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido”.

Fonte: São Pio de Pietrelcina

São Pio de Petrelcina (Padre Pio), presbítero, +1968


Nasceu no dia 25 de Maio de 1887 em Pietrelcina, na arquidiocese de Benevento, filho de Grazio Forgione e de Maria Giuseppa de Nunzio. Foi baptizado no dia seguinte, recebendo o nome de Francisco. Recebeu o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão, quando tinha 12 anos.

Aos 16 anos, no dia 6 de Janeiro de 1903, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em Morcone, tendo aí vestido o hábito franciscano no dia 22 do mesmo mês, e ficou a chamar-se Frei Pio. Depois da Ordenação Sacerdotal, recebida no dia 10 de Agosto de 1910 em Benevento, precisou de ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde. Em Setembro desse ano de 1916, foi mandado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até à morte.

Desde a juventude, a sua saúde não foi muito brilhante e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. A irmã morte levou-o, preparado e sereno, no dia 23 de Setembro de 1968; tinha ele 81 anos de idade. O seu funeral caracterizou-se por uma afluência absolutamente extraordinária de gente.

Papa João Paulo II (Homilia na canonização do Padre Pio de Petrelcina)[1]:

Domingo, 16 de Junho de 2002: "Padre Pio foi um generoso dispensador da misericórdia divina, estando sempre disponível para todos através do acolhimento, da direcção espiritual, e sobretudo da administração do sacramento da Penitência. O ministério do confessionário, que constitui uma das numerosas características que distinguem o seu apostolado, atraía numerosas multidões de fiéis ao Convento de San Giovanni Rotondo. Mesmo quando aquele singular confessor tratava os peregrinos com severidade aparente, eles, tomando consciência da gravidade do pecado e arrependendo-se sinceramente, voltavam quase sempre atrás para o abraço pacificador do perdão sacramental.

Oxalá o seu exemplo anime os sacerdotes a realizar com alegria e assiduidade este ministério, muito importante também hoje, como desejei recordar na Carta aos Sacerdotes por ocasião da passada Quinta-Feira Santa".

16 de junho de 2002, durante o Angelus: "Que Maria pouse a sua mão materna sobre a tua cabeça". Este voto, dirigido a uma filha espiritual, o dirija hoje o Padre Pio a cada um de vós. À protecção materna da Virgem e de São Pio de Pietrelcina confiamos o caminho de santidade de toda a Igreja, no início do novo milénio."

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O QUE MAIS SOFREMOS !!!


O que mais sofremos no mundo

Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.

Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.

Não é a doença. É o pavor de recebê-la.

Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.

Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.

Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.

Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.

Não é a injúria. É o orgulho ferido.

Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.

Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.

Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é

a carga de aflições que criamos,

desenvolvemos e sustentamos contra nós.

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Veja a Igreja que foi construída segundo a tradição católica, sobre a gruta onde Nossa Senhora nasceu


Na pequena vila de Nazaré, onde viviam São Joaquim e Sant’Ana, não se dá atenção à recém-chegada. Ela traz nas veias o sangue de David, mas sua família está destituída do antigo esplendor. Quem se ocupa dessa pobre gente?

Há mais. Ana e Joaquim haviam ficado muito tempo sem filhos. Deus Se deixara afinal tocar por suas orações. Eles viam em Maria um sinal de bondade celeste. Mas em nada suspeitavam dos tesouros com que o altíssimo cumulara a alma de sua filha: não conheciam as maravilhas da Imaculada conceição; não sabiam que embalavam nos braços a futura Mãe do Salvador.

Quanto aos judeus que viviam nessa época, estavam imersos no mais negro desalento. Tinham perdido a liberdade política, havia muito que se calara a voz dos profetas: julgavam-se abandonados pela Providência no exato momento em que começava a cumprir-se no meio deles a obra da infinita Misericórdia.

Que a obscuridade na qual nasce Nossa Senhora nos ensine a dar pouca importância às grandezas humanas. Saibamos considerar com olhar cristamente indiferente essas vaidades perecíveis, que Cristo desprezou para sua Mãe: se tivessem algum valor, Ele não lhe as teria recusado.

Aprendamos também, nesse grande acontecimento, a não desanimar nunca. A Imaculada vem ao mundo quando os judeus se desesperam e crêem tudo perdido. Aproveitemo-nos da lição. Invocamos o Céu em nosso socorro; se não somos atendidos de imediato, caímos na tristeza.

Deus espera às vezes que nos sintamos à beira do abismo para nos estender a mão.

Portanto, não abandonemos tão facilmente a oração; o Altíssimo intervirá no momento em que nos julgarmos definitivamente abandonados. Tenhamos confiança, uma confiança sem limites! Seremos então largamente recompensados.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É impossível fixar com precisão a época em que se começou a usar a medalha de São Bento, mas podemos determinar as circunstâncias que ajudaram sua pro


Em 1647, em Nattremberg, na Alemanha, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram presas por ordem da autoridade pública.

Na instrução do processo, eles declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares que estivesse presente a imagem da Santa Cruz; acrescentaram que nunca tinham conseguido exercer poder algum contra a abadia de Metten, de onde concluíram que tal impotência se devia a alguma Cruz que protegia aquele mosteiro.

Biblioteca do Monastério de Metten
As autoridades consultaram os Beneditinos de Metten sobre essa particularidade. Fizeram-se pesquisas na abadia e notaram-se nas paredes muitas representações da Santa Cruz, acompanhadas dos caracteres que estão reproduzidos na medalha de São Bento . Eram de época remota aqueles sinais, e muito tempo havia já que ninguém lhes prestava mais atenção.

Faltava explicar os tais caracteres, cujo sentido se tinha perdido; só eles é que podiam revelar a intenção com que aquelas cruzes ali haviam sido traçadas.

Depois de muitas investigações, afinal encontrou-se, na biblioteca da abadia, um manuscrito notável pela encadernação enriquecida com relíquias e pedras preciosas, o qual trazia, na primeira página, treze versos que indicavam ter sido o volume escrito e adornado por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415.

O volume continha os Evangelhos acompanhados de outros escritos piedosos, assim como vários desenhos executados por um monge anônimo de Metten. Um dos desenhos representava São Bento, tendo na mão direita um bastão terminado por uma cruz, e na mão esquerda uma flâmula. Sobre o bastão e na flâmula liam-se precisamente os versos latinos cujas iniciais figuram hoje na medalha de São Bento.

Assim, os versos da medalha não eram simplesmente obra ignorada de um copista, as uma fórmula já honrada de certa celebridade, uma vez que só as iniciais de cada uma das palavras que os compõem se achavam pintadas em diversos lugares na abadia de Metten, em redor da imagem da Cruz; e isto desde um tempo tão remoto que, em 1647, já se tinha perdido o significado dos caracteres.

O acontecimento de Nattremberg despertou a devoção dos povos para com São Bento representado com a Santa Cruz. Foi então que, para os fiéis poderem gozar da proteção prometida aos que veneram a Santa Cruz em união com o santo Patriarca, a piedade pensou em multiplicar e propagar os augustos símbolos que se acham reunidos na medalha.

Da Alemanha, onde primeiramente se cunhou a medalha, foi-se ela espalhando com rapidez por toda Europa católica, sendo considerada pelos fiéis como uma defesa segura contra os espíritos infernais.

Extraído do livro: “A vida maravilhosa e a Medalha de São Bento”/AASCJ

domingo, 18 de setembro de 2011

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