quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Um Natal de luz para todos...


Luz fulgurante do Natal, vinda de Belém, irrompe sobre o nosso mundo, carente de vida e vida em plenitude, varrendo para longe dos corações o mal, as trevas e a morte e reavivando a esperança, pois, é tempo de “reavivar o pavio prestes a apagar-se” (Is 41, 3).
Luz fraterna do Natal, vinda de Belém, reúne ao redor da mesma mesa pais e filhos, irmãos e irmãs separados pela discórdia, pois, “felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5, 9).
Luz trinitária do Natal, vinda de Belém, brilha na mente dos homens e mulheres, que sonham a utopia de um mundo renovado a partir da igualdade, da justiça e do respeito. “Assim, que a vossa Luz brilhe também diante dos homens, para que vejam as boas obras que fazeis e louvem o Pai que está nos céus” (Mt 5, 16).
Luz confortante do Natal, vinda de Belém, acalenta os corações sofridos, abandonados, solitários, doentes, magoados pelas cruzes e revezes de um caminho íngreme, de um calvário sem fim, pois, aguardam ansiosamente “um novo céu e uma nova terra...” (Ap 21, 4).
Luz pacífica do Natal, vinda de Belém, reconcilia os povos, as nações em conflitos intermináveis, ceifando vidas inocentes, aos milhares, pois, “o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e essa Luz brilhou para os que viviam na região escura da morte” (Mt 4, 16)
Luz terna no Natal, vinda de Belém, aconchega no teu regaço de calor e vida, tantas mães sem paz, com os filhos na droga, na prisão, no crime, na prostituição, na fome... pois, assim dizendo o Senhor: “Mesmo que os montes se retirem e as colinas vacilem, o meu amor nunca se vai afastar de ti, a minha aliança de paz não vacilará, diz o Senhor, que se compadece de todos” (Is 54, 10).
Luz abençoada do Natal, vinda de Belém, vem qual orvalho da manhã, sobre os aqueles de boa vontade, tornando-os firmes no seu caminho de promotores da vida, com iniciativas novas, fazendo acontecer no coração da humanidade o projecto do Pai. “Não tenha medo, pois eu estou contigo. Eu fortaleço, e ajudo e dou o sustento com a minha direita vitoriosa” (Is 41, 10).
Luz libertadora do Natal, vinda de Belém, enche de verdade a mente dos que têm nas mãos o destino de pessoas, grupos e nações, inspirando-lhes princípios de vida digna e respeito para todos, pois Deus, como Pastor, cuida do rebanho, e com o seu braço o reúne; leva os cordeirinhos no colo e guia mansamente as ovelhas que amamentam (Is 40, 11).

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

ÁGUA BENTA


"A água benta é um sacramental. Sempre que o sacerdote a benze, fá-lo em nome da Igreja e na qualidade de seu representante, cujas orações o nosso Divino Salvador aceita com benevolência.
Usada com fé, a água benta perdoa os pecados veniais de que estivermos arrependidos, aumenta em nós a Graça Santificante e atrai-nos a Bênção Divina, para a alma e o corpo, põe em fuga o demónio, ajuda-nos a vencer as tentações, e alivia o sofrimento das almas do Purgatório. Tudo isto como resultado da eficácia que lhe confere a bênção da Igreja, que lhe aplica os méritos do Divino Salvador. Santa Teresa tinha-lhe especial amor, como meio para pôr em fuga o demónio.
A Igreja aplica-a na bênção das casas, dos campos, dos objectos e até nas exéquias, aspergindo o cadáver na intenção de aplicar à alma ou a todas as almas que sofrem no Purgatório, à maneira de sufrágio, os benefícios da Redenção de Cristo. S. Teodato escreveu: "A Igreja serve-se da água benta nas exéquias, porque assim como a chuva suave refresca as flores ressequidas pelo calor, assim a água benta refresca as almas, flores celestes ressequidas no Purgatório".
O Venerável Padre Domingos de Jesus, segundo o costume da Ordem Carmelita, tinha uma caveira sobre a mesa de sua cela. Certo dia, ao aspergir esta caveira com água benta, a mesma começou a bradar, suplicante: "Mais, mais água benta, porque ela alivia o ardor de chamas horrivelmente dolorosas". Em vários cemitérios do norte da Europa é costume ter nas sepulturas um recipiente com água benta para as pessoas aspergirem os túmulos e rezarem um Pai-Nosso com o versículo: "Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso entre os resplendores da luz perpétua. Descanse em paz, Amém."
Tenhamos no nosso quarto e noutros aposentos da nossa casa, uma piazinha com água benta. Habituemo-nos a usá-la com frequência, ao acordar, ao deitar, e noutras circunstâncias.
Lancemos a água benta sobre o pavimento, na intenção de aspergir o Purgatório e de sufragar as almas que lá estão, dizendo: "Dai-lhes Senhor, o descanso eterno..." Usemo-la sobre nós com fé e arrependimento e até podermos usar na intenção de aspergir as pessoas que queremos auxiliar com as nossas orações e sobretudo com os méritos de Nosso Divino Salvador, que a Igreja por meio da água benta aplica como remédio e socorro para todos os males do corpo e da alma. A água benta usada com fé é uma autêntica oração, impregnada de humildade; é clamor amoroso de confiança em nossa Mãe e Santa Igreja."
Oração Água Benta:

Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda a vida, confiantes, implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a protecção da vossa graça contra toda a doença e cilada do inimigo.
Concedei, ó Deus, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre para nós as águas da salvação para que nos possamos aproximar de Vós com o coração puro e evitar todo o perigo do corpo e da alma. Por Cristo Nosso Senhor. Amém

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