quarta-feira, 30 de novembro de 2011

JESUS CRISTO ONTEM E HOJE - BANDA JOTA

Em Nossa Senhora e por Ela é que o Filho de Deus se fez homem para nossa salvação


O mundo era indigno, diz Santo Agostinho, de receber o Filho de Deus diretamente das mãos do Pai. Por isso, Ele o deu a Virgem Maria a fim de que o mundo o recebesse por meio dEla. Em Nossa Senhora e por Ela é que o Filho de Deus se fez homem para nossa salvação.

Deus Espírito Santo formou Jesus Cristo em Maria Santíssima, mas só depois de lhe ter pedido consentimento por intermédio de um dos primeiros ministros da corte celestial.

A conduta das três pessoas da Santíssima Trindade, todos os dias na Igreja, é a mesma que teve na encarnação e primeira vinda de Jesus Cristo, e esse procedimento há de perdurar até a consumação dos séculos, na última vinda de Cristo.

A Virgem Maria é o Santuário, o repouso da Santíssima Trindade em que Deus se encontra mais magnífica e divinamente que em qualquer outro lugar do universo.

Devemos, portanto, exclamar com o apóstolo: os olhos não viram, o ouvido não ouviu, nem o coração do homem compreendeu as belezas, as grandezas e excelências de Nossa Senhora, o milagre dos milagres da graça, da natureza e da glória (ICor 2,9).

Pensamentos de São Luis de Montfort

Fonte: ADF

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

BEIJINHOS AOS SACRÁRIOS


Ó querida Mãezinha do Céu, ide dar beijinhos aos sacrários, beijos sem conta, abraços sem conta, mimos sem conta, carícias sem conta, tudo para Jesus sacramentado, tudo para a Santíssima Trindade, tudo para Vós. Multiplicai-os muito, muito e dai-os de um puro e santo amor, dum amor que não possa mais amar, cheios de umas santas saudades por não poder ir eu beijar e abraçar a Jesus sacramentado e à Santíssima Trindade a Vós, minha Mãe querida. Pois não sois Vós a criatura mais amada e mais querida de Jesus? Oh! dai-os então em meu nome, com esse amor com que amais e sois amada. (Autobiografia)
In: facebook

domingo, 27 de novembro de 2011

Reanimar o zelo pela Eucaristia


É preciso reanimar o nosso zelo pela Eucaristia

Temos o privilégio de receber Jesus na Eucaristia. Precisamos de valorizar este tesouro.

Os primeiros cristãos celebravam a Eucaristia até mesmo nos tempos difíceis de perseguição. Faziam isto de forma clandestina, às escondidas. Algumas vezes, a Eucaristia era levada também àqueles que não podiam estar na Celebração Eucarística, porque se encontravam longe e não tinham como chegar, ou estavam na prisão à espera do martírio.

Hoje temos muitos ministros extraordinários da Comunhão Eucarística, que levam Jesus aos hospitais e asilos e vão ao encontro das pessoas que estão impossibilitadas de sair de casa: Ele quer chegar a todos sem excepção.

É preciso responder ao convite de Jesus em cada Eucaristia: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo”. É preciso reanimar o nosso zelo pela Eucaristia. Arrepender-se e voltar-se com ardor, com fé e com gratidão ao tesouro que nos foi dado. Participar na Santa Missa frequentemente ou pelo menos aos domingos, mas que esta participação seja viva e fervorosa, tendo consciência de que se comunga o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus

sábado, 26 de novembro de 2011

Paquistão: proibido escrever o nome Cristo nos torpedos


No Paquistão é proibido escrever o nome “Jesus Cristo” em mensagens de texto do torpedo, enviados através dos telefones celulares.

Foi o que estabeleceu a Autoridade das Telecomunicações do Paquistão com um procedimento que obriga as empresas de telefonia móvel a bloquear as mensagens de texto com algumas palavras consideradas vulgares, obscenas ou prejudiciais ao sentido de pudor. Entres as mais de 1.600 palavras proibidas, assinala à agência Fides uma fonte local, estão também “Jesus Cristo” e “Satanás”.

As empresas telefônicas têm 7 dias de tempo para tornar operativa a disposição, mas as Igrejas cristãs e as organizações para os direitos humanos no Paquistão já anunciaram que recorrerão da decisão.

O Secretário da Comissão para as comunicações sociais da Conferência Episcopal, Padre John Shakir Nadeen anuncia que a “Igreja Católica do Paquistão fará pressão sobre o governo para que elimine o nome de Jesus Cristo da lista proibida. Compreendemos o desejo de tutelar as mentes dos jovens, assinalando uma lista de palavras obscenas. Mas por que incluir o nome de Cristo? O que tem de obsceno? Banir o nome de Cristo é uma violação do nosso direito de evangelizar e fere os sentimentos dos cristãos”.

“Se a proibição fosse confirmada – acrescenta Padre John – seria certamente uma página negra para o país, um ulterior ato de discriminação para com os cristãos e uma violação da Constituição do Paquistão. Esperamos que o governo faça as oportunas correções”, destaca o sacerdote.

Organizações para a defesa dos direitos humanos e das liberdades dos cidadãos, como “Bytes For All”, anunciaram que contestarão o procedimento na Justiça, afirmando que a mesma “viola o direito de liberdade de palavra e expressão”.

Reze pelos cristão que moram no Paquistão, eles sofrem muita perseguição religiosa dos islâmicos radicais. Rádio Vaticano

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Religião: 7



O que o cristão deve levar na mochila


Estamos neste mundo de passagem: a vida é passageira, por isso, buscai as coisas do alto. São João Maria Vianney dizia: “O dia é como uma moeda de ouro que Deus nos dá para comprar a eternidade”. Nós não teremos outra vida para concertar o que fizemos de errado ou para fazer o que deveríamos ter feito ou que tu não deixaste Deus fazer ou que não fizeram por ti. Esta moeda, são as minhas escolhas, atitudes, a minha consciência. Para abraçar aquilo que Jesus já conquistou para mim. São Paulo tem um conselho extraordinário: Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está entronizado à direita de Deus; cuidai das coisas do alto, não do que é da terra. Pois morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus (Cl 3, 1-3).
Juntai tesouros para o céu, somos peregrinos aqui e na nossa mochila carregamos nossa missão e o verdadeiro sentido do que buscamos. A felicidade plena, a realização total, a plenitude do seu ser não esta aqui, não se realizará aqui. Nós não ouvimos, nem vemos o que Deus tem preparado para aqueles que Ele ama, essa é a nossa esperança eu vou ressuscitar e vamos viver a eternidade. Agora a escolha do que eu serei na eternidade se faz no tempo presente aqui e agora. Nós estamos peregrinando na face da terra, e a nossa vida não pode ser de qualquer jeito e nesta peregrinação Deus deu-nos uma mochila, que nos dar todas as condições para viver neste mundo e para viver a eternidade. O que carregar nesta mochila?
Primeiro item que o cristão leva: O DOM CARISMÁTICO DA FÉ não é a cruz como alguns pensaram que seria a cruz, mas a cruz sem fé não tem sentido. – Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. (São Marcos 16,16);
“A fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna”. (São João 3,15);
A fé é a certeza daquilo que ainda se espera a demonstração de realidades que não se vêem. Ora, sem a fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima deve crer que ele existe e recompensa os que o procuram. (Cf. Hb 11,1. 6).
Segunda coisa que se leva na mochila: A CRUZ: Chamou, então, a multidão, juntamente com os discípulos, e disse-lhes: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”! (São Marcos 8,34).
E quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. (São Mateus 10,38).
Quem não carrega a sua cruz e não caminha após mim, não pode ser meu discípulo. (São Lucas 14,27)
Carregando a sua cruz, ele saiu para o lugar chamado Calvário (em hebraico: Gólgota). (São João 19,17).
Terceiro item de necessidades básicas: A PALAVRA DE DEUS – Aquele, porém, que guarda a sua palavra, nele o amor de Deus é verdadeiramente perfeito. É assim que conhecemos se estamos nele: (I São João 2,5);
Lâmpada para os meus passos é a tua palavra e luz no meu caminho. (Salmos 119,105).
Quarto item indispensável: OS SACRAMENTOS entre eles os principais Eucaristia e Confissão:
Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei-de dar, é a minha carne para a salvação do mundo. Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe (Jo 6, 51. 53-56).
Eucaristia celebrada e adorada.
Confissão como um sacramento de cura e libertação: Então, soprou sobre eles e falou: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, ficarão retidos”. (São João 20,22-23).
Quinto item: O LOUVOR e a acção de graças deve ser a linguagem do cristão que caminha para santidade. O louvor abre as portas do sobrenatural:
Todas as manhãs devem apresentar-se para cantar graças e louvores ao SENHOR, e da mesma forma à tarde, (I Crónicas 23,30);
Entoaram um hino de louvor e gratidão ao SENHOR, cantando: “Sim, ele é bom, eterno é seu amor para com Israel”. E todo o povo manifestava em altas vozes sua alegria, louvando o SENHOR, porque estavam sendo colocados os fundamentos da Casa do SENHOR. (Esdras 3,11);
Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário, louvai-o no firmamento do seu poder. Louvai-o por suas grandes obras, louvai-o pela sua imensa grandeza. Louvai-o tocando trombetas, louvai-o com harpa e cítara; louvai-o com tímpanos e danças, louvai-o nas cordas e nas flautas. Louvai-o com címbalos sonoros, louvai-o com címbalos retumbantes; todo ser vivo louve o SENHOR. Aleluia! (Sl 150).
Sexto item: A INTIMIDADE COM MARIA, relacionamento de filho. Isso será bem representado pela oração do Terço, meditando os mistérios da Nossa Salvação; “A Sua mãe guardava todas estas coisas no coração” (Lucas 2,19.51).
Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, eis o teu filho!” Depois disse ao discípulo: “Eis a tua mãe!” A partir daquela hora, o discípulo acolheu-a em sua casa. (cf. Jo 19,26-27).
Sétimo item no caminho de perfeição: VIDA INTERIOR, oração pessoal, direcção espiritual, onde nós vamos adquirindo sensibilidade para escutar a Deus e principalmente para lhe responder com o testemunho de vida.
Revê a tua missão e a tua mochila
Ide pelo mundo inteiro e a todos pregai o Evangelho. Mc 16,15

Fonte: Jam

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ADVENTO

Zelo pelo Santíssimo Nome de Maria


Os antigos consideravam o nome como uma espécie de símbolo da pessoa e daí também o fato de durante muito tempo se ter desenvolvido muito o uso das iniciais, que é uma espécie de símbolo do nome, que por sua vez é um símbolo da pessoa. Assim, o nome era considerado um símbolo dos aspectos mais profundos da realidade psicológica, moral e espiritual da pessoa.

Por causa disso esse nome de Nossa Senhora, como o Santíssimo nome de Jesus, deve ser considerado simbólico da virtude excelsa de Nossa Senhora, de sua missão,enfim, daquilo que Ela verdadeiramente é.

Dentro desta concepção, é que veneramos o nome de Nossa Senhora, como afirmação da sua glória interior, uma afirmação de seus predicados interiores e uma manifestação de sua essência íntima. O nome de Maria é, então, a manifestação simbólica de tudo o que existe de sagrado em Nossa Senhora. Honrando este nome para celebrar a glória que Nossa Senhora tem, teve e terá, no céu, terra e em todo o universo.

Em relação a sua glória no céu, já tudo foi dito. Ela é a rainha de todos os anjos e santos, colocada acima de todas as criaturas. Ela é colocada incomensuravelmente, incomparavelmente, acima de todas as criaturas. Na ordem da criação, ela é o ponto mais alto para o qual tudo converge. Ela é então nossa medianeira junto a Deus, Nosso Senhor.

A glória que Ela tem por esse fato é simplesmente indizível e deriva da sua condição de Mãe do Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na terra também Nossa Senhora deve ser glorificada: Glória ao Pai, Filho e Espírito Santo. A resposta é: Como era no princípio, agora e sempre o será, mundo sem fim. Amen.

Assim, o normal é que Nossa Senhora fosse venerada na Terra, e que o nome santíssimo de Nossa Senhora fosse glorificado de modo inexprimível.

Imaginem um mundo – a Cristandade – influenciado pelo espírito do grande apóstolo mariano São Luíz Grignion de Montfort; imaginem que em toda essa Cristandade, os discípulos de São Luiz Grignion de Monfort fossem o sal da terra e dessem realmente o tom da piedade de Nossa Senhora; aí compreenderemos o que seria a glória de Nossa Senhora no mundo. Seria incomparavelmente mais do que é hoje.

Nosso zelo pela glória e nome de Nossa Senhora deve ser como os de filhos na casa de sua mãe.

Como podemos nos sentir bem na Terra, que está sujeita ao reinado de Nossa Senhora, vendo que na Terra são recusadas as honras e as atenções a que Nossa Senhora tem direito?

Isto deve ser para nós uma ocasião contínua muito mais do que de pesar, de indignação enorme, por ver que a Rainha não está reconhecida, por todos, no papel em que Ela deve estar reconhecida.

Transcrito de America Needs Fatima/ADF

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Frase do Dia

É a comunhão recebida com amor que deverá penetrar em ti, para te transformar em outro Cristo.

"Preocupa-te não só com a quantidade, mas sobretudo com a intensidade das suas comunhões."

Sto. Agostinho

A história da Medalha Milagrosa – O confessor de Santa Catarina Labouré não a levou a sério no início


O confessor de Santa Catarina a considerava uma visionária pouco digna de ser tomada a sério…

Durante mais de um ano, a religiosa incansavelmente insistiu com o Sacerdote para que fossem cunhadas as medalhas, conforme Nossa Senhora determinara. Mas ele, inflexível, sempre resistia.

Afinal, depois de um longo período de aflição para a santa religiosa, o Pe. Aladel, acompanhando seu superior numa audiência com o Arcebispo de Paris, Mons. De Quélen, aproveitou a oportunidade para expor ao Prelado o que acontecera na Rue Du bac, ocultando porém o nome da vidente. Essa audiência se deu em janeiro de 1832.

O Arcebispo, diferentemente do Pe. Aladel, desde logo viu com bons olhos a iniciativa e incentivou a confecção da medalha. Encorajado, o Pe. Aladel mudou de atitude e, quatro meses depois, em maio, encomendou à Casa Vachette um primeiro lote de 20 mil medalhas.

No momento que iam ser cunhadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingia Paris.

O morbo se manifestou a 26 de março de 1832 e se estendeu até meados do ano. A 1° de abril, faleceram 79 pessoas; no dia 2 168; no dia seguinte, 216, e assim foram aumentando os óbitos, até atingirem 861 no dia 9.

No total, faleceram 18.400 pessoas, oficialmente; na realidade, esse número foi maior, dado que as estatísticas oficiais e a imprensa diminuíram os números para evitar a intensificação do pânico popular.

No dia 30 de junho, as primeiras 1500 medalhas foram entregues pela Casa Vachette, e as Filhas da Caridade começaram a distribuí-las entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e começaram, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

O Arcebispo, que recebera logo algumas das primeiras medalhas, alcançou imediatamente uma graça extraordinária por meio delas, e passou a ser entusiasta propagandista e protetor da nova devoção.

Também o Papa Gregório XVI recebeu um lote de medalhas, e passou a distribuí-las a pessoas que o visitavam.

Até 1836, mais de 15 milhões de medalhas tinham sido cunhadas e distribuídas, no mundo inteiro. Em 1842, essa cifra atingia a casa dos 100 milhões. Dos mais remotos países chegavam relatos de graças extraordinárias alcançadas por meio da medalha: curas, conversões, proteção contra perigos iminentes, etc.

Fonte: ADF

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


Filha amada, dá-me grande reparação; o veneno corre. Os esposos não dão vidas, matam vidas. Oh, que crimes! A imodéstia alastra-se. As almas vítimas fogem, temem o sofrimento, temem a cruz. E tantas, de quem Eu esperava tudo, pecam horrivelmente! Dás-me, por tudo isso, o que te vou pedir? Dás-me os combates com o Demónio? É deles que Eu tiro, para essa matéria, a maior reparação...
«Minha filha, pomba querida, vai, e não deixes de ter sorriso na dor. Não deixes de beijar e abraçar a cruz, ela espera-te, corre para ela. Leva a vida, tu és a vida das almas, tenho-te no mundo para elas. Vai em paz, e leva a minha Paz, leva a minha Luz. És a luz, vai guiar as almas, vai salvá-las. Fica nas trevas, vive nas trevas, são trevas da maior luz. Milagres, milagres, por ti opero-os nas almas, aos milhares, aos milhares. Vai contente, semeia as minhas Graças, semeia o meu Amor». (Jesus)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

S JOSÉ MARIA ESCRIVÁ

A mãe de Deus morreu ?


21. A propósito da conclusão da vida terrena de Maria Santíssima, a Bula de definição do dogma da Assunção afirma: “A Virgem Imaculada, que fora preservada de toda a mancha de culpa original, terminando o curso da sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma” (LG, 59).

Como se percebe, o Papa Pio XII não quis negar o fato da morte, mas julgou oportuno não afirmar solenemente a morte da Mãe de Deus, como verdade que devia ser admitida por todos os fiéis. Alguns teólogos afirmaram a isenção da morte da Santíssima Virgem e a sua passagem direta da vida terrena à glória celestial.

Contudo, existe uma tradição que considera a morte de Nossa Senhora e sua assunção à glória celeste.

Quando se tratou da ocasião dEla morrer e ser levada aos céus, a linguagem teológica muito sutil e delicada, não fala da morte de Nossa Senhora, mas fala da dormitio de Nossa Senhora – em português diz-se dormição, que vem da palavra dormir –, e que só se aplica para a morte de Nossa Senhora.

Quer dizer, uma morte tão leve — se é que se pode dizer assim —, tão tênue — se se pudesse dizer -, uma verdadeira morte, mas, se se pudesse dizer, Ela ficou tão viva na morte que se falou da dormição de Nossa Senhora. Ela teve o que chamamos de: Dormitio Beata Maria Virginis.

Até havia, antigamente, um sistema muito bonito de mostrar a dormição de Nossa Senhora, – para dar a idéia do efêmero desta morte, – sempre junto à Assunção. No mesmo altar, embaixo, uma concha com cristal, representando uma imagem de Nossa Senhora toda vestida, deitada em atitude de prece e, logo em cima, Ela subindo aos Céus, para não separar a morte da idéia da Assunção.

2. Vários Padres da Igreja teceram comentários a respeito da “dormitio” de Nossa Senhora.

Por exemplo, São Tiago de Sarug (449-521), segundo o qual quando para Nossa Senhora chegou “o tempo de caminhar pela via de todas as gerações”, ou seja, a via da morte, “o coro dos doze Apóstolos” reuniu-se para enterrar “o corpo virginal da Bem aventurada” (Discurso sobre a sepultura da Santa Mãe de Deus, 87-99 em C. VONA, Lateranum 19 [1953], 188);

São Modesto de Jerusalém ( 634), depois de ter falado amplamente da “beatíssima dormida da gloriosíssima Mãe de Deus”, conclui exaltando a intervenção prodigiosa de Nosso Senhor Jesus Cristo que “a ressuscitou do sepulcro” para a receber consigo na glória (Enc. in dormitionem Deiparae semperque Virginis Mariae, nn. 7 e 14; PG 86 bis 3293; 3311);

São João Damasceno ( 765-749), pergunta: “Como é possível que aquela que no parto ultrapassou todos os limites da natureza, agora se submeta às leis desta e seu corpo imaculado se sujeite à morte? ”

E responde: “Certamente era necessário que a parte mortal fosse deposta para se revestir de imortalidade, porque nem o Senhor da natureza rejeitou a experiência da morte. Com efeito, Ele morre segundo a carne e com a morte destrói a morte, à corrupção concede a incorruptilidade e o morrer faz d’Ele nascente da ressurreição” ( Panegírico sobre a Dormida da Mãe de Deus, 10: SC 80,107).

3. É verdade que a morte é um castigo do pecado. Todavia, o fato de Maria Santíssima ter sido, por singular privilégio divino, isenta do pecado original, Ela mesma quis submeter-se também à morte para até nela assemelhar-se a seu divino Filho.

A mãe não é superior ao Filho, que assumiu a morte, dando-lhe novo significado e transformando-a em instrumento de salvação. Associada à nossa redenção por Nosso Senhor Jesus Cristo, a Santíssima Virgem quis participar dos sofrimentos e da morte em vista da redenção da humanidade.

Também para Ela pode-se aplicar a afirmação de Severo de Antioquia (465-542) a propósito de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Sem uma morte preliminar, como poderia ter lugar a ressurreição?” (Antijulianistica, Beirute 1931, 194 s.). Para ser partícipe da ressurreição de Cristo, Maria Santíssima quis para si também a morte.

4. São Francisco de Sales (1567-1622) considera que a morte de Nossa Senhora se tenha verificado como efeito de um transporte de amor. Ele fala de um morrer “no amor, por causa do amor e por amor”, chegando por isso a afirmar que a Mãe de Deus morreu de amor pelo seu Filho Jesus (Traité de l’Amour de Dieu, Lib. 7, c. XIII-XIV). Pode-se dizer que a passagem desta vida à outra constituiu para a Santíssima Virgem uma maturação da graça na glória, de tal forma que jamais como nesse caso a morte pôde ser concebida como uma “dormida”.

5. Em alguns Padres da Igreja encontramos a descrição do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo vir acolher a sua Mãe no momento da morte, para introduzi-la na glória celeste. No final da sua existência terrena, ela terá experimentado, como São Paulo e mais do que ele, o desejo de se libertar do corpo para estar com Nosso Senhor, no Céu, para sempre (cf. Fl. 1,23).

6. Por essas razões, podemos invocar, com inteira confiança, para aqueles que chegam à hora suprema da vida: “Nossa Senhora da Boa Morte, rogai por nós”.

Fonte: Alguns dados extraídos de http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com/ADF

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

VOCÊ É A MÃE DE JESUS?


«Numa tarde de Novembro, fria e triste. O carro em que ia a Sra. Stephenson parou diante de um armazém de roupas.
Um rapazinho, com um molho de jornais debaixo do braço, contemplava atentamente as peças de roupa e calçado, expostas na montra. A senhora fixou o olhar do pequenino. Chamou-lhe a atenção o seu olhar angustiado e pareceu-lhe que mexia os lábios como se estivesse a rezar. Desceu do automóvel e aproximou-se do pequeno ardina. Notou que os seus sapatos mal tinham solas e que a roupa estava velha e rota. Movida de compaixão, disse-lhe:
- Vem comigo, menino. Queres um fato?
- Queria, sim.
Entrou com o pequeno na loja e disse:
- Por favor, uns sapatos para este rapaz e também um fato novo. No fim apresente-me a conta.
O garoto deixou-se calçar e vestir, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Não estranhava nada de quanto fazia aquela senhora desconhecida, que também o olhava com simpatia e carinho.
Tinha a impressão de que o pequeno lhe queria fazer uma pergunta. Quando este, finalmente, ficou pronto e arranjado, o caixeiro disse-lhe:
- Estás um lindo rapaz, olha. E deu-Ihe um espelho.
O pequeno pareceu contente.
A senhora pensou: Agora vai-me agradecer, mas enganou-se. O rapaz pegou-Ihe na mão direita com delicadeza e perguntou-Ihe, com um tom de confiança:
- Você é a Mãe de Jesus?
A Sra. Stephenson ficou tão surpreendida, que por instantes nem soube responder.
- Porque me fazes essa pergunta? O rapazinho, com uma candura admirável, exprimiu-se assim:
- Porque Mike McKarthi disse-me que a Mãe de Jesus é muito boa. Aconselhou-me a que lhe pedisse tudo de que precisasse, porque ela ouve-me ainda que fale baixinho. Quando a senhora se aproximou da montra, eu estava a pedir à Mãe de Jesus que me desse um par de sapatos e um fato. Você é a Mãe de Jesus?
- Não, meu menino. Mas foi Ela que me fez aqui parar.
A senhora beijou o menino e levou-o consigo.

domingo, 13 de novembro de 2011

As diversas faces do demónio – por frei Elias


“Quem como Deus”, é com este grito que o Arcanjo São Miguel se colocou diante de Lúcifer e o baniu dos céus.

“Há duas manhas que o maligno está a utilizar. Uma é fazer com que os sacerdotes não creiam que ele existe, porque se os próprios pastores, líderes da Igreja, não acreditam na existência dele, é muito fácil dispersar o rebanho deles. A segunda estratégia utilizada por ele, é a das seitas, pois, por meio destas práticas, ele tira a atenção das pessoas de Jesus”.
Afasta-te, Satanás!
“Quem como Deus”. Este é o grito do Arcanjo Miguel para que todos ouçam: “Quem como Deus?”. Um grito dado no céu em direcção a Lúcifer, o serafim portador da luz que, ao rebelar-se contra Deus, tornou-se Satanás, o derrotado.

Ele é o derrotado porque levou à perdição todos Os anjos que, com ele, se rebelaram. Ele também é o derrotado porque quer, a todo custo, levar-nos também à perdição.

Como será o meu julgamento diante do Senhor? Chego a sonhar com isso! Imagino-me diante de um tribunal onde me sento no banco dos réus e, ali, há um advogado de acusação, que permanece o tempo todo com os olhos fixos em mim. Ele tem uma expressão má. Há maldade no seu olhar.

Ao meu lado está o advogado de defesa: é bom e gentil. Ao abrir-se a porta do tribunal, o juiz entra na sala. Os meus olhos estão sempre fixos neste juiz. O juiz inicia o meu julgamento.

O advogado de acusação começa a dizer: “Eu sou Satanás. O meu objectivo é levar este homem ao inferno. Estou aqui para o acusar”.

É isto o que Satanás fará no dia do nosso julgamento. Ele nos acusará. Ele apontará as nossas fraquezas, erros e misérias. E, enquanto ele faz isto, eu vou ficando envergonhado. Até o meu advogado de defesa fica constrangido, quando percebe Satanás a revelar pecados dos quais eu nem mesmo me lembrava!

Fico inquieto com o silêncio do meu advogado de defesa. Será que só tenho coisas ruins? Será que nada fiz de bom durante a minha vida? E Satanás continua a acusar-me. E termina com grande furor, dizendo: “Este homem merece ir para o inferno!”

Estou a tremer. Imagino o meu destino... Qual será? Então é a vez do meu advogado de defesa. Ele pede para se aproximar da mesa do juiz. Satanás discorda desta atitude. Mas o juiz permite que o meu advogado de defesa se aproxime. Ele aproxima-se do juiz e diz: “Tudo o que Satanás disse a respeito do réu é verdade. Ele traz consigo todas estas acusações”. Daí, eu percebo que o meu advogado de defesa, na verdade, é Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador.

Ele dirige-se ao tribunal, dizendo: “Não vou negar nenhuma das acusações feitas ao réu. O salário do pecado é a morte”. Jesus, então, abre os Seus braços, dá um longo suspiro e diz: “Mas eu morri na cruz, para que este homem tivesse a vida eterna. Este homem aceitou-me como seu Senhor e Salvador. Ele é meu. Ele pertence-me. O seu nome está escrito no livro da Vida. E ninguém pode tirá-lo das minhas mãos. Este homem não merece justiça, mas misericórdia”. Após dizer isto, o meu advogado de defesa senta-se ao meu lado.

O juiz, então, erguendo a mão poderosa e batendo com o martelo na mesa, dá o seu veredicto final: “Toda a dívida deste homem já foi paga. Ele está livre! Caso encerrado”.
O advogado de defesa conduz-me até à porta de saída, enquanto eu escuto os gritos do acusador que diz: “Eu não vou desistir de ti! Na próxima vez eu vou vencer!”

Ao sair, pergunto a Jesus: “O Senhor já perdeu algum caso neste tribunal?” E Ele responde amavelmente: “Todos os que recorreram a mim, pedindo que Eu os representasse, obtiveram o mesmo veredicto que tu”. Se tu fores a Jesus, nunca vais perder. A derrota será sempre de Satanás.

Depois disto, pergunto: Por que é que Satanás, mesmo sendo um derrotado, continua a lutar?

Quando estamos ao lado do Senhor, é certa a nossa vitória. Não ficamos ao lado do derrotado. Permanecemos ao lado d'Aquele que é o vencedor, Jesus Cristo.

No entanto, se estamos presos a algum vício, mesmo sabendo quão mau ele é, isto significa que temos uma dependência a este vício. Satanás já está derrotado. Ele é um perdedor. Mas, assim como um dependente, o inimigo não consegue fazer outra coisa a não ser odiar. Ele tem uma dependência ao ódio. Ele não sabe fazer outra coisa a não ser acusar-nos e desejar o nosso mal. O inimigo está completamente vencido. Não devemos ter medo dele. O inimigo é que deve ter medo dos filhos de Deus.
Santo Agostinho ensina que Satanás é como um cachorro feroz preso por uma corda. Se não te aproximas do território deste cão, ele não te pode morder. Entendes? O mesmo acontece com Satanás: não podes entrar no território dele que são os vícios, o álcool, orgias e coisas assim.

Cada vez que entro no território do inimigo ele consegue dar-me uma dentada. Portanto, não preciso de ter medo de Satanás, mas preciso de ter todo o cuidado. Se eu o seguir e entrar no seu território, com certeza sofrerei as consequências. O inimigo é esperto e gosta de nos enganar. É preciso ter muito cuidado!

Os espíritos malignos trabalham num sistema de cooperação visando a destruição do homem. Isto é muito importante teres em mente: qualquer coisa que o demónio te der, depois ele te cobrará o preço. E o preço será muito alto. Ele não dá nada por amor. Tudo o que ele dá, é por ódio. E tu pagarás o preço, mais tarde, com certeza. Não aceites nada do demónio, mesmo que seja uma cura.

Por que é que Satanás nos odeia tanto? Porque ele não suporta o facto de termos um corpo humano. Ele é um anjo decaído. Um ser espiritual que não suporta a realidade de que, com o nosso corpo, lembramos a segunda pessoa da Santíssima Trindade: Jesus Cristo, o Verbo de Deus feito carne.

Satanás poderia suportar até mesmo o facto de ser derrotado por Jesus. Mas, o que ele não tolera é o facto de que o homem, com uma natureza inferior, tenha autoridade sobre ele. Isto vemos na Palavra de Deus, quando Jesus dá esta autoridade aos Seus discípulos e envia-os dois a dois. Os discípulos alegram-se, quando retornam da sua missão, pelo poder a eles conferido em expulsar demónios. Mas Jesus afirma que a grande alegria deles consiste no facto de que os seus nomes estão escritos no livro da Vida, ou seja, a grande alegria do discípulo consiste na intimidade com o Pai.

Antes de subir ao céu, Jesus ainda afirma para os Seus discípulos que o poder a eles conferido é o de baptizar as pessoas, curar os enfermos e expulsar os demónios. Isto é lindo! Nós somos possuidores desta autoridade - dada pelo próprio Senhor Jesus – sobre os espíritos maus.

Se sofres com o pecado da luxúria, sabe que tens autoridade sobre este espírito maligno. Portanto, exerce esta autoridade! Se o teu problema é a vaidade ou a falta de perdão, também deves fazer uso desta autoridade e, como uma pessoa baptizada, selada pelo Espírito Santo, expulsa este espírito mau.

Reconhece que, mesmo sendo constantemente atacado, tens inúmeras possibilidades para vencer. Basta fazer uso destas inúmeras armas espirituais que o Senhor Jesus nos concede.

Imagina que eu vou lutar contra um lutador de sumô. Ele é mais forte do que eu (bem mais forte!). Diante disto, eu posso desesperar e sentir-me já derrotado... Mas veja: antes que ele me ataque, eu mostro-lhe minha arma e aponto-a na sua direcção. E agora? Quem ficará apavorado? Por mais forte que o meu adversário seja, ele apavora-se diante desta arma. Compreendes?

De que armas estamos a falar? A primeira arma é a Eucaristia. Adora a Jesus no Sacrário. Esta adoração é mais poderosa do que qualquer exorcismo.

A segunda arma é o Sacramento da Reconciliação. Procura a Confissão. O inimigo fica perturbado diante da pronúncia do Nome de Jesus. A Confissão é um sacramento, portanto, um meio muito mais poderoso do que qualquer oração de exorcismo.
Outra arma eficaz é a oração de louvor. Porque nos tempos actuais vemos uma acção tão evidente de Satanás no nosso meio? Por causa dos inúmeros grupos de oração, nos quais as pessoas são suscitadas para o louvor. Daí, o inimigo não consegue esconder-se mais. É como o que acontece com um rato que fica escondido na tubulação. Quando deitas água a ferver na tubulação, o rato aparece e sai a correr. O mesmo acontece com o louvor. Quando tu louvas, estás deitar “água a ferver” sobre o inimigo de Deus. Ele não resiste e foge.

E, finalmente, uma arma poderosa é Maria. O demónio tem muito medo dela. Ele não tolera uma vitória vinda pelas mãos de Maria. Ela é uma criatura humana. Portanto, numa condição abaixo da condição angélica. E o inimigo não suporta o facto de que Maria esmaga a sua cabeça. Uma coisa importante: num exorcismo, quando mencionamos o nome de Maria, o espírito maligno fica com mais raiva do que quando mencionamos o Nome de Jesus! E a razão é simples: Satanás não suporta uma vitória de Jesus, o Filho de Deus e, muito mais não aguenta, uma vitória vinda pelas mãos de Maria, uma criatura humana, que em tudo fez a vontade do Pai.

Queremos agradecer a Jesus, por nos conceder tantas armas e nos ter dado tão grande poder e autoridade. Muito obrigado, meu Senhor!
Quem como Deus?
Em Jeremias 33,3 lemos o seguinte: “Clama por mim, que eu te ouvirei e te mostrarei coisas grandiosas e sublimes, que tu não conheces”.

Deus criou o céu e a terra. Ele criou o mundo visível. E também criou o mundo invisível, do qual pertence os anjos. Os anjos são os mensageiros de Deus. A palavra “anjo” significa exactamente isto: mensageiro.

Deus quis nos criar na Sua infinita misericórdia. Ele te quis! Deus ama-te, meu irmão! E isto é o mais importante. Se outros te rejeitaram, fica a saber que o Senhor não te rejeitou.

Vê a beleza da harmonia da criação de Deus. Tudo Ele criou para que nos fosse revelado o Seu grande amor. Nós somos participantes deste mistério da criação de Deus. Podemos encontrar os vestígios da Sabedoria de Deus nas Suas obras. Ele fez tudo isto a partir de um nada. E criou tudo por amor.

Mas veja: a “Nova Era” tem suscitado esta mentalidade neo-pagã, na qual as pessoas "abraçam" uma árvore, colocam-se sob uma pirâmide e acabam por tratar as coisas criadas como se fossem Deus, pois aquilo tem “energia”.

Deus não é uma “energia”. Ele é uma pessoa! O intuito da “Nova Era” é despersonalizar a Deus. O objectivo é tratá-lo como uma “energia”, e não como uma pessoa. Deus é uma pessoa. E Ele veio ao mundo para nos salvar. Ele tem um nome. O nome sobre todo e qualquer outro nome: Jesus Cristo.

E Deus, neste mundo invisível, constituiu aos anjos como este exército celeste colocado a nosso favor para nos proteger. Reconhece que tu não combates sozinho!

Os anjos receberam de Deus três missões: a primeira consiste em adorar constantemente a Deus. A segunda missão é a de executar os desígnios divinos. E a terceira incumbência consiste na protecção dos filhos de Deus. Os anjos protegem-nos bem mais do que qualquer “cerca eléctrica”.

Mas, é claro, esta protecção dos anjos é contra os nossos inimigos espirituais, pois vivemos num constante combate espiritual. Afirma o Salmo 91,11-12: “Pois ele dará ordem aos seus anjos para te guardarem em todos os teus passos. Nas suas mãos te levarão para que o teu pé não tropece em nenhuma pedra”.

Esta revelação sobre os anjos, seres espirituais, tem o seu fundamento na Palavra de Deus. E o Salmo 103,20 revela: “Bendizei o SENHOR, vós, seus anjos, heróis fortes que executais as suas ordens, obedecendo à sua palavra!”

Que maravilha percebermos que os anjos foram enviados por Deus para nossa protecção. Até mesmo as nações têm os seus anjos protectores. Lembremos o Anjo de Portugal nas aparições em Fátima. Mas não é isto que a “Nova Era” quer transmitir. Ela quer trazer um ensinamento totalmente deturpado sobre os anjos, diferentemente do que nos ensina a Mãe Igreja. É a nossa oração ao nosso Anjo da Guarda que mantém e sustenta a sua missão de protecção em nossa vida.
No início da criação, havia um anjo muito poderoso, o seu nome era Lúcifer, aquele que “porta a luz”. E que luz era esta? A luz de Deus. Ele foi o primeiro entre os serafins. Ele era uma verdadeira maravilha dentro do mundo angélico. Este anjo era uma criatura de Deus. Uma obra-prima entre os demais anjos. E Deus criou este anjo de luz, temível, cheio de autoridade. Assim era este serafim chamado Lúcifer.

Em Ezequiel 28,12-15 lemos: “Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras um modelo perfeito, cheio de sabedoria, a perfeita beleza. No Éden, no jardim de Deus te achavas. De todo o tipo de pedras preciosas era o teu manto: cornalina, topázio, berilo, crisólito, ônix, jaspe, safira, granada e esmeralda. Os teus engastes foram trabalhados em ouro, preparados no dia em que foste criado. Com um querubim protector eu te havia colocado; estavas na montanha santa de Deus, faiscando entre pedras de fogo. Eras perfeito na tua conduta desde o dia em que foste criado, até se descobrir em ti a maldade”.

Mas Deus colocou os anjos criados à prova. Ele quis ver se os anjos, de facto, haveriam de corresponder a esta tríplice missão angelical. E Deus, no Seu propósito, decide enviar o Seu amado Filho para encarnar entre os homens, ou seja, Deus assumiria a nossa carne. E esta foi uma prova de obediência para os anjos.

Diante disso, Lúcifer revolta-se. Como poderia Deus unir-se à humanidade, assumindo a sua natureza? O serafim Lúcifer não aceita dobrar-se diante de um homem, pois ele era um ser angélico, espiritual, perfeitíssimo. Ele não aceita isto. E por quê? Por soberba!

S. Tomás de Aquino disse que Lúcifer quis roubar para si a glória pertencente somente a Jesus Cristo. Lúcifer não quis submeter-se ao plano salvífico de Deus, ao Seu plano de amor. O serafim perfeito, reflexo da luz de Deus, não se submete. Ele revolta-se contra Deus.

Também nós somos tentados todos os dias. Quantas vezes dizemos que não aceitamos este ensinamento da Igreja, esta ordem de Deus, porque somos “isto” ou somos “aquilo”?

Hoje Lúcifer já não é o anjo “portador da luz”. Ele perdeu esta luz por causa da sua soberba e desobediência. Hoje ele é o príncipe deste mundo. Ele continua a tentar-te com doutrinas falsas. Ele quer, a qualquer custo, levar-te para o caminho da desobediência, afastando a tua vida do querer de Deus.

Mas, enquanto Lúcifer grita: “Eu não adorarei!”, eis que no Céu surge um outro grito: “Quem como Deus?”. Quem é este que grita e se prostra ante Deus? É Miguel, o arcanjo de Deus. Naquele momento de insubmissão por parte de Lúcifer, eis que se levanta Miguel e se reveste de justiça! E miríades e miríades de anjos são atingidas por este grito de São Miguel: “Quem como Deus?” Este é um brado de submissão, um grito de abandono nas mãos do Pai.

Daniel 10,13-14 diz: “Há vinte e um dias que o chefe do reino da Pérsia combate comigo, mas Miguel, um dos primeiros chefes, veio ajudar-me. Pois eu o deixei lá, enfrentando o rei da Pérsia e vim explicar-te o que vai acontecer ao teu povo nos últimos dias, pois ainda existe uma visão para estes dias”.

Reza comigo: “Eu quero contar com o auxílio de São Miguel Arcanjo para que ele me proteja e à minha família. Que São Miguel e o seu exército de anjos possam combater por mim a meu favor. Eu não quero ceder às falsas doutrinas”.

Em Daniel 12,1 vemos o seguinte: “Naquele dia vai prevalecer Miguel, o grande comandante, sempre de pé ao lado do teu povo. Será hora de grandes apertos, como jamais houve, desde que as nações começaram a existir até ao tempo actual. Só escapará, então, quem for do teu povo, quem tiver o seu nome inscrito no livro”.

São Miguel está ao nosso lado. Ele combate por nós. Diga ao teu irmão: “Tu escaparás!” Sim, é verdade: São Miguel combate a nosso favor e nós escaparemos destes ataques do inimigo, pois o arcanjo do Deus Altíssimo tem lutado a nosso favor.
Na Bíblia o capítulo 12 do livro do Apocalipse, lemos:Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava em dores de parto, atormentada para dar à luz. Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, avermelhado como fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete diademas. Com a cauda, varreu a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que ela o desse à luz. E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com ceptro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. A mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar, para que aí fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão lutou, juntamente com os seus anjos, mas foi derrotado; e eles perderam o seu lugar no céu. Assim foi expulso o grande Dragão, a antiga Serpente, que é chamado Diabo e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Ele foi expulso para a terra, e os seus anjos foram expulsos com ele. Ouvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo. Porque foi expulso o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite perante o nosso Deus. Eles venceram o Dragão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu próprio testemunho, pois não se apegaram à vida: até se deixaram matar. Por isso, alegra-te, ó céu, e todos os que nele habitais. Mas ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu para o meio de vós e está cheio de grande furor; pois sabe que lhe resta pouco tempo”. Quando viu que tinha sido expulso para a terra, o Dragão começou a perseguir a Mulher que tinha dado à luz o menino. Mas a Mulher recebeu as duas asas da grande águia e voou para o deserto, para o lugar onde é alimentada, por um tempo, dois tempos e meio tempo, bem longe da Serpente. A Serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da Mulher, a fim de a submergir. A terra, porém, veio em socorro da Mulher: abriu a boca e engoliu o rio que o Dragão tinha vomitado. Cheio de raiva por causa da Mulher, o Dragão começou a combater o resto dos filhos dela, os que observam os mandamentos de Deus e guardam o testemunho de Jesus. E pôs-se em pé na praia do mar.

Não estamos sozinhos neste combate. Confia nesta realidade. Não tenhas medo! “Quem como Deus?” O Senhor enviou São Miguel para te proteger e à tua família. Crê nisto. São Miguel é o nosso protector. E também é posto por Deus como protector e defensor da Igreja Católica Apostólica Romana.
Fonte: JAM

sábado, 12 de novembro de 2011

Frase do Dia

"Somente alicerçada sobre o amor,

como a casa edificada sobre a rocha,

uma família se mantém. "

"O dinheiro pode comprar uma casa. Mas só o amor faz de uma casa um lar, só o amor faz de um lar uma família."

Físico Judeu Albert Einstein

Oração para obter as santas virtudes


Senhor meu e meu Deus, pelos merecimentos de Jesus Cristo, peço-vos antes de tudo a vossa santa luz, para que compreenda que os bens terrestres não são mais que vaidade, e o único bem é vos amar, ó Bem supremo e infinito, e avalie também quanto mereceis ser amado de todo mundo, e principalmente de mim, a quem testemunhastes tanto amor. Dai-me a santa humildade, para abraçar com alegria todos os desprezos que receber dos homens.

Inspirai-me grande dor dos meus pecados. Reduzi-me a amar a santa mortificação, combater as minhas paixões e domar os meus sentidos rebeldes. Fazei com que eu ame a obediência aos meus superiores. Concedei-me a graça de não ter nas minhas ações outro fim senão o de vos agradar.

Dai-me a santa pureza do corpo e espírito, e o desapego de tudo o que não tende ao vosso amor. Dai-me grande confiança na Paixão de Jesus Cristo e na intercessão da Santíssima Virgem Maria. Dai-me sobretudo um grande amor a vós e perfeita conformidade com a vossa divina vontade.

“As mais belas orações de Santo Afonso”

sexta-feira, 11 de novembro de 2011



EU VOS AMO SENHORA!

Uma lenda sobre a Beleza


Há uma lenda que fala sobre a beleza. Lenda essa esquecida pelos homens. Trata-se de uma lenda antiga, cheia de sabedoria.

Certa vez, por um triste capricho da Fatalidade, o poder do mundo foi cair nas mãos odientas da Vulgaridade.

— Que fez a Vulgaridade ao subir ao trono? Resolveu destruir e aniquilar a sua perigosa rival — a Beleza.

Chamando o Tédio, seu servo predileto, disse-lhe a execrável soberana:

— Detesto a Beleza! Quero fazê-la desaparecer da face da terra. Tens ordem para pendê-la e matá-la de qualquer modo.

O tédio respondeu:

— Escuto e obedeço, senhora! Mas, afinal, como é a Beleza? Como poderei encontrá-la, se não a conheço?

— Ora, nada mais simples — tornou a Vulgaridade. — Interroga um poeta qualquer e logo saberás como é a Beleza.

Partiu o Tédio. Encontrando um poeta interpelou-o:

— Como é a Beleza?

Sem hesitar, respondeu o poeta:

— Ainda ignoras? A Beleza é loura, de olhos azuis da cor do céu; a sua pele é clara e rosada, as suas mãos...

— Basta! Tudo o mais que disseres seria fastidioso e inútil. Já sei como é a Beleza! Vou descobri-la por mais oculta que esteja.

E o Tédio partiu em busca da Beleza...

Depois de muito caminhar, chegou ao país de Moab, para além do grande deserto. Um camponês repousava sob uma árvore.

— Terás visto, por aqui — perguntou o Tédio — a Beleza que procuro?

— Queres descobrir a Beleza! — exclamou o camponês. — Ei-la precisamente ali, ó forasteiro!

E apontou na direção de uma jovem que se encaminhava para a ponte, levando ao ombro um pequeno cântaro.

O Tédio procurou certificar-se. A graciosa moça era morena, de olhos verdes e cabelos castanhos como as filhas de Judá! Mas como diferia da que fora descrita pelo poeta! Não, não podia ser a Beleza!

— A Beleza fugiu para a China! — informou um peregrino.

Seguiu o Tédio para a China e indagou de um rico mandarim que soltava papagaios de seda:

— Senhor! Teria a Beleza aparecido em vossa terra?

— Apareceu, sim — replicou, alegre, o mandarim. — Ei-la!

E com o seu dedo de unha longa e angulada, apontou para uma moça ocupada em fabricar lanternas de papel.

O escravo da Vulgaridade preparou-se para executar a ordem que recebera. Enganara-se, porém, o informante. A jovem que o mandarim indicara era pálida, esguia, tinha os olhos amendoados, os cabelos negros e ondulados. Não; aquela não podia ser a Beleza!

O Tédio deixou o país dos chineses e foi em busca de outros climas. Diante dele a Beleza fugia sempre, ocultando-se astuciosamente. Todo o seu esforço tornou-se inútil. Não conseguiu encontrar e destruir a Beleza!

Mas a eterna e incomparável Beleza só a encontra quem a procura com sabedoria. Sigam esse conselho meus amigos e amigas:

— Eis por que a Beleza floresce e domina, sob aspectos tão diversos, quando a observamos, nos inconquistáveis recantos e países do mundo. Aqui é morena e tem olhos negros, mais adiante é loura, de claros olhos de anil. Aqui é viva e alegre, para, além, surgir sentimental e terna!

É que a Beleza, para fugir do mal do Tédio e ao perigo da Vulgaridade, varia sempre e sem cessar.


(fonte: "MINHA VIDA QUERIDA - OS SEGREDOS DA ALMA FEMININA NAS LENDAS DO ORIENTE - Malba Tahan) - (Ilustrações de: Calmon Barreto, Solon Botelho e Renato Silva)
Postado por Blog Almas Castelos às 17:24
(cortesia)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mensagem

"Assim como Eu vos amei, amai-vos uns aos outros"

(Jo 13, 34)

Comércio


Salvo algumas vocações muito especiais, o ser humano nasceu para viver em sociedade. As relações humanas de outrora eram muito mais salutares porque a religiosidade era muito maior e a caridade cristã era a “senhora” dos ambientes. Especialmente antes da Revolução Industrial, o trabalho manufaturado e artesanal propiciava as relações humanas muito saudáveis. Após a Revolução Industrial o ser humano se transformou numa pequena “máquina” produtora em série; isso afetou e muito as relações sociais. As profissões, as escolas, a sociedade, o relacionamento humano, as amizades, a sociedade em geral e inclusive a própria família, tudo isso pode ser resumido em relação social ou simplesmente comércio. E nesse caso não pode ser interpretado “comércio” apenas como comprar e vender, mas sim no seu sentido mais amplo: “a arte de viver em sociedade”. Comecemos pelo conceito de “comprar e vender” que há no comércio.

Existe um verbo muito antigo o qual não é mais usado no mundo moderno, mas que define muito bem o que seja comércio: mercanciar. Aliás não encontramos definição mais própria e tão simpática do que seja comércio ou comerciante:

"COMERCIANTE É QUEM FAZ DA MERCANCÍA PROFISSÃO HABITUAL."

Aliás, a palavra COMÉRCIO é tão antiga que não se pode precisar a data que surgiu. Sabe-se que, segundo dicionários etimológicos, COMÉRCIO originou-se do latim "commercium".

Uma prova da antiguidade da palavra comércio é o trecho do Pequeno Oficio da Bemaventurada Virgem Maria, segundo o Breviário da Ordem Carmelitana:

LAUDES
"2. Ant. - O admirabile commercium !
Creator generis humani,
animatum corpus sumens,
de Virgine nasci dignatus est:/"...

(2. Ant. - Ó admirável comércio !
O Criador do gênero humano
tomando corpo animado,
dignou-se nascer de uma Virgem)...

Lógico que o sentido de comércio, nesse caso, não tem conotação econômica, mas puramente religiosa. Daí vê-se que a palavra comércio tem uma profundidade de significado muito maior do que a que imaginamos hoje em dia.

O que há entre o céu e a terra senão trocas de orações e graças, sacrifícios e bênçãos...

O comércio nem sempre teve a significação econômica e fria que lhe deu essa terrível era moderna em que vivemos. Nossa era materialista, consegue transformar as mais belas coisas em frios relacionamentos. O homem moderno esqueceu-se das maravilhas do passado, onde as palavras tinham substância, tinham significados magníficos, tinham conteúdo. Por algum processo de decadência, o homem moderno foi transformando o significado de certas palavras, fazendo com que elas e seus significados acompanhassem o homem em sua crise tremenda.

Evidentemente que a prática do comércio acompanhou toda a história do homem, pois vivendo este em sociedade, teve que fazer trocas, vender, comprar, etc., em razão da própria sobrevivência.

Assim, durante toda a sua historia o homem praticou o comércio, embora, talvez, não o conhecesse por esse nome.

É o significado que consta no dicionário etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa, de Antonio Geraldo da Cunha: "Comércio é permutação, troca, compra e venda de produtos e valores." Notem: “troca de valores”... é o relacionamento social do homem, através dos princípios da ética.

Comerciar também é trocar favores, fazer o bem; pois "O HOMEM QUE PRATICA A JUSTIÇA RECEBE A SUA PAGA".

Com o passar do tempo, com o crescimento da população, surgiram dificuldades e o homem passou a editar leis para regerem o comércio.

Surgiram as sociedades, as relações comerciais ficaram complexas e o homem mergulhou num universo, antes tão simples e natural, agora cheio de leis e regulamentos.

Entre as várias leis que regem o comércio está o CÓDIGO COMERCIAL BRASILEIRO, que é a lei n. 556, de 25 de junho de 1850, que foi promulgada por Dom Pedro Segundo, Imperador do Brasil, e que vigora até hoje.

UM POUCO DE HISTÓRIA:

Quando surgiram os Bancos às vezes o dinheiro ou o ouro tinham que serem transferidos para outra agência bancária. No começo tudo foi muito bem, mas não demorou muito para que as diligências que transportavam os valores fossem assaltadas no seu percurso. Transportar valores ficou perigoso.

Na Itália pensou-se no problema e tentando resolver a questão, puseram em prática uma interessante solução: Havia necessidade de transferir ouro de um banco para outro. Fazer pequenas e constantes viagens era perigoso em razão dos assaltos nas diligências. Então ao invés de transferir o ouro, um mensageiro levava uma carta ("lettera", em italiano), na qual autorizava a outra agência a creditar certa quantia de ouro. Quando já haviam muitas cartas ou "letteras", então uma grande diligência, com muito ouro e muito policiamento fazia um único e grande transporte. Assim se evitava o roubo.

Chegando ao Banco destinatário, este exibia as cartas ou "letteras" e essas eram trocadas pelo ouro enviado. Trocar em italiano é "cambiare". Essas cartas ficaram sendo conhecidas por "LETTERAS DI CAMBIARE" (cartas de troca): Assim surgiram as primeiras LETRAS DE CAMBIO, um título de crédito comum nos nossos dias.

Fonte: Blog Almas Castelos (cortesia)

terça-feira, 8 de novembro de 2011



OH, MEU JESUS EU VOS AMO TANTO!

BEATA ALEXANDRINA DE BALASAR


"Sede comigo, Jesus, dai-me a força do Céu; aceitai o meu sacrifício. Talvez que eu concorresse para o Horto de ontem ser mais doloroso. Penso que Jesus sofre mais em mim e por minha causa. O meu coração abriu-se, e, todo ferido, deu todo o sangue que tinha para as veias se romperem e banharem a terra. O Calvário de hoje foi ainda mais vivo e penoso pela dor de, talvez, ter ferido Jesus. Pedi-Lhe tantas vezes perdão. Pedi à Mãezinha para Lhe pedir por mim. Ofereci-Lhe a pena de O ter ofendido por aqueles que a não têm depois de pecarem gravemente. Mas ai, que agonia tão grande! Era a morte a bradar pela vida, a cegueira pela luz"...
In: facebook

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

NAMORO PELA INTERNET DÁ CERTO?


Estamos a viver na época da cultura digital, e isto significa também novos comportamentos, novas formas de relacionamento, inclusive os amorosos. Não é difícil encontrar, hoje, pessoas que se conheceram pela rede mundial de computadores, começaram uma amizade e esta, por sua vez, transformou-se em namoro e até em casamento.
Por outro lado, não é difícil encontrar pessoas frustradas, decepcionadas ou lesadas porque acreditaram em algum tipo de “Dom Juan” virtual. Como é o caso da secretária Janinha Pereira de Freitas, de Montes Claros (MG), que havia marcado um encontro com um homem que ela teria conhecido por intermédio de um site de relacionamentos havia poucos dias. Ela foi encontrada, morta, com marcas de violência e o principal suspeito seria o então “namorado virtual” dela.
“O nosso comportamento nas relações face a face deveria ser o mesmo na internet, ou seja, se tu não levas para casa alguém que acabaste de conhecer na rua, dever-se-ia ter o mesmo cuidado na internet”, aconselha a psicóloga Andréa Jotta, do Centro de Pesquisas da Psicologia da Informática (NPPI) da PUC-SP.
“Tu não sabes como aquela pessoa que acabas de conhecer na internet é como o pai, a mãe, ou como as pessoas à tua volta”, recorda Andréa.
Para a psicóloga, na internet, as pessoas mostram a melhor parte delas ou aquela parte que elas querem que conheças, a melhor foto, o melhor perfil, etc. “Aquilo que vês da pessoa, na internet, é só uma faceta dela, por trás daquilo há muito mais coisas que revelam quem realmente é aquela pessoa”, conclui a profissional.
Namoro, pela web, pode dar certo, desde que se conheça e se conviva com a pessoa de forma presencial. Nada substitui a presença do (a) namorado (a) ao seu lado, afinal, é no dia a dia que nós descobrimos quem verdadeiramente é ele (a).
Algumas dicas para quem está de namorico na rede:
• Pesquisa sobre essa pessoa, procura referências sobre ela e nunca marques um encontro-relâmpago com ela sem antes conhecer algo sobre a sua vida, como endereço, lugar de trabalho, faculdade, entre outros.
• Se fores marcar um primeiro encontro, leva mais uma pessoa contigo. Prevenir é melhor do que remediar. Além disso, ele deve acontecer em lugares públicos como um shopping, por exemplo.
• E lembra-te: não há uma pessoa perfeita, é melhor conviveres um pouco com ela para depois dares o teu “sim” para um namoro.
• Internet pode ser uma janela, um meio de conhecimento, mas não é a via principal de um namoro.

domingo, 6 de novembro de 2011

São Luís Guanella


No dia 23 de Outubro de 2011, o Papa Bento XVI proclamou Santo o Beato Luís Guanella (1842-1915).
A vida do P. Guanella, como a de Dom Bosco, foi traçada por um sonho tido aos nove anos, no dia precedente à sua primeira Comunhão: uma Senhora (como definiu a Virgem) fez-lhe ver tudo aquilo que deveria fazer em favor dos pobres. O P. Luís Guanella ouvira falar do padre dos jovens e então quis conhecê-lo. Já em 1870 foi visitar o Oratório de Turim.
Ficou com Dom Bosco três anos: fez a profissão trienal, foi director do Oratório e sucessivamente encarregado das vocações adultas, a que Dom Bosco denominava “Filhos de Maria”.
A admiração por Dom Bosco tinha uma profunda raiz também pelos temperamentos, muito semelhantes entre si: empreendedores, apóstolos da caridade, decididos, autorizadamente pais, com um grande amor à Eucaristia, a Nossa Senhora, ao Papa.
A espiritualidade e a pedagogia salesiana foram uma pedra básica para a formação e a missão do futuro fundador das Congregações dos Servos da Caridade e das Filhas de Santa Maria da Divina Providência. Na escola de Dom Bosco aprendeu a abordagem amorosa e firme aos jovens; a vontade educativa de prevenir para não curar; e o desejo de salvar os irmãos sob o ímpeto de uma grande caridade apostólica.
O Padre Guanella morreu no dia 24 de Outubro de 1915 e foi beatificado pelo Papa Paulo VI em 1964.
No dia 24 de Outubro, será a memória litúrgica do novo Santo.

Cura de um jovem patinador permitiu a canonização do Beato Guanella

William Glisson Jr saiu do coma sem nenhuma sequela graças a uma campanha de oração por intercessão do Padre Guanella
No dia 23 de Outubro, o Beato Luigi Guanella, fundador dos Servos da Caridade, foi declarado santo e o milagre que permitiu a sua canonização é a surpreendente cura de um jovem da Pennsylvania, Estados Unidos, a quem os médicos não deram chance de recuperação após sofrer um grave acidente enquanto patinava.

O protagonista da cura milagrosa chama-se William Glisson Junior e tinha 21 anos quando em Março de 2002 caiu de cabeça por patinar para trás, na rua. Ficou em estado de coma e os médicos fizeram cinco cirurgias, incluindo duas para unir as peças do seu crânio. Os especialistas esperavam que o jovem apresentasse uma lesão cerebral permanente.

Entretanto, Glisson recuperou completamente logo que um amigo da família organizou uma campanha de oração por intercessão do Padre Guanella com uma comunidade dos Servos da Caridade, assim como residentes e estudantes da Aldeia de Dom Guanella dedicada a pessoas com deficiência física.

Três meses depois do acidente, Glisson voltou a trabalhar sem sequelas.

"Isto ocorreu devido às orações de todos estes homens na sua maioria da escola de Dom Guanella, enquanto eu estava em estado de coma - homens que não me conheciam estavam orando por mim. As suas orações foram respondidas, ele ajudou-me e eu recuperei", conta ele agradecido pelo milagre.

Glisson agora com 30 anos de idade, assegura que cresceu num lar católico, mas não tinha praticado a sua fé constantemente.

"Entretanto, devido às orações de outras pessoas, enquanto eu estava em coma, fui eleito pelas suas orações para melhorar, o que mostra que toda gente pode ser salva por Deus", assegura. Ele confessa que agora procura a razão pela qual Deus lhe deu esta segunda oportunidade.

"Não importa quem seja. Não tem que ser um sacerdote ou o presidente ou alguém no alto, nem nada parecido. Deus escolhe. É a sua eleição, e isto é o que fez por mim".

sábado, 5 de novembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

VERÃO DE S. MARTINHO...


Neste mês de Novembro quero deixar-lhe a história, que é uma crença popular, de S. Martinho, que é um exemplo para os nossos dias!
“Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.”
Quantas pessoas passam nas nossas vidas, necessitando da nossa ajuda, da nossa atenção e nós como estamos tão envolvidos nos nossos problemas nem nos apercebemos?
Esta história fez-me lembrar da Parábola do Bom Samaritano (Lc, 10, 29-37), que se compadeceu pelo homem que estava meio morto largado no chão, o Bom samaritano teve misericórdia, e colocou aquele homem em primeiro lugar, cuidado das suas feridas... Este bom homem esqueceu-se dele mesmo em prol do outro, foi o que S. Martinho fez com aquele mendigo.
S. Martinho foi um raio de luz que apareceu na vida daquele homem. Deus no dia de hoje chama-nos a ser luz para aqueles que se cruzam connosco... Sejamos a luz de Cristo para as nações, e não permitamos que os nossos problemas tomem conta do nosso interior e nos impeçam de fazer o bem!
Que Deus abençoe
Sandra Pinto
In: Canção Nova

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Senhor, eu preciso de Ti

Eu sei que às vezes, é difícil caminhar,
São tantas barreiras...
Às lutas se levantam pra tentar me parar
Mas eu não vou desistir.

Eu não serei provada
Além do eu possa suportar
À estrada é muito longa, eu sei,
Mas não vou parar.

Segura minha mão, vem me ajudar
O meu coração deseja Te encontrar
Não vou deixar que as lutas venham impedir
Senhor, eu preciso de Ti...

A minha esperança está no Senhor,
Com Ele eu posso prosseguir
Confio em Deus,
E sei que Ele vai as minhas lágrimas enxugar.

Fonte: facebook

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Frase do Dia

"A marca de um santo não é a perfeição, mas a consagração. Um santo não é um homem sem falta, é um homem que se deu sem reservas a Deus."

W. T. Richardson

São João, o Teólogo


Há um mistério sobre São João, o discípulo amado de Jesus. Uns dizem que São João não passou pela morte, outros dizem que sim. Estaria São João no paraíso terrestre, juntamente com Santo Elias, sendo alimentado pelo fruto da vida? Ou será que está no céu e ainda retornará à Terra para uma missão especial?

Segundo bispo Polícrates de Éfeso em 190 (atestada por Eusébio de Cesareia na sua História Eclesiástica, 5, 24), o Apóstolo "dormiu" (faleceu) em Éfeso. Contudo, conta-se que a mesma estava vazia quando foi aberta por Constantino para edificar-lhe uma igreja.

Controvérsias são suscitadas baseadas nos próprios textos bíblicos que afirmam que este discípulo não passou pela morte, segundo a interpretação de alguns. Com efeito é possível ler:

Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu Reino. (Mateus 16,28)

De outra parte está também escrito nos Evangelhos:

Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara: "Senhor, quem é o traidor?" Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: "E quanto a este?" Respondeu-lhe Jesus: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me."
Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não morreria. Ora, "Jesus não dissera que tal discípulo não morreria", mas: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? (João 21,18-25)

No apocalipse, nas visões de São João, consta claramente:

Tomei então o pequeno livro e o comi. De fato, em minha boca tinha a doçura do mel, mas depois de o ter comido, amargou-me nas entranhas.
Então foi-me explicado: Urge que ainda profetizes de novo a numerosas nações, povos, línguas e reis. (Apocalipse, 10: 10-11)

Assim, com esta introdução farei mais duas postagens sobre a vida de São João Evangelista, o teólogo.
Fonte: Blog Almas Castelos (cortesia)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

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