terça-feira, 30 de novembro de 2010

Oração a Nossa Senhora Imaculada


Virgem puríssima, concebida sem pecado, desde o primeiro instante toda bela e sem mácula, gloriosa Maria, cheia de graça e Mãe de meu Deus, Rainha dos Anjos e dos homens, eu Vos saúdo humildemente, como Mãe do meu Salvador que, ainda sendo Deus, me ensinou com aquela estima, respeito e submissão com que Vos tratava, quais sejam as honras e veneração que eu deva prestar-Vos; dignai-Vos, eu Vo-lo rogo, receber aqueles que nesta novena Vos consagro.

Vós sois o seguro asilo dos pecadores penitentes, e assim tenho razão para recorrer a Vós; sois Mãe de misericórdia e, por este título, não podeis deixar de enternecer-vos, à vista das minhas misérias; sois, depois de Jesus Cristo, toda a minha esperança, e, por isso, não podereis deixar de acolher benignamente a terna confiança que tenho em Vós; fazei-me digno de chamar-me vosso filho, para que possa confiadamente dizer-Vos: Mostrai que sois minha Mãe.

3 Ave Marias e 3 Glórias

Extraído do livro: “As mais belas orações a Nossa Senhora” /ADF

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Frase de Santa Faustina para hoje


“No momento em que me ajoelhei para riscar a minha vontade própria, como o Senhor me mandou, ouvi, na minha alma, esta voz: A partir de hoje não tenhas medo dos juízos de Deus, porque tu não serás julgada.” (Diário de Santa Faustina, p. 374)

Dia de São Saturnino, Bispo e Mártir

(+ França, séc. III)

Foi um dos sete bispos enviados por Roma para a evangelização das Gálias, onde fundou a diocese de Toulouse. Segundo um relato do século V, incorreu na ira dos sacerdotes de Júpiter, porque sua simples presença tornava mudo o ídolo ao qual eles costumavam sacrificar um touro. Certo dia, os devotos de Júpiter prenderam São Saturnino e exigiram que fosse ele próprio sacrificar o touro. Diante da recusa do Santo, que ademais desafiou Júpiter a fulminá-lo com um raio se fosse capaz disso, os pagãos o condenaram a ser arrastado até à morte pelo mesmo touro. Por uma piedosa lembrança, os toureiros o têm, na Espanha, como seu protetor especial.

“Cada dia tem seu santo…” /AASCJ

Fórmula pequena de consagração da obra de Entronização


"Dulcissimo Salvador, humildemente prostrados aos vossos pés, renovamos a consagração de nossa família ao vosso divino Coração. Sede sempre o nosso Rei; confiamos inteiramente em Vós; o vosso Espírito penetre nossos pensamentos, nossos desejos, nossas palavras e nossas obras; abençoai os nossos projetos e compartilhai as nossas alegrias, as nossas provações, os nossos trabalhos.

Fazei que Vos conheçamos melhor, Vos amemos mais e Vos sirvamos sem fraqueza. Que de uma extremidade da terra à outra ressoe essa exclamação: Amado, bendito e glorificado seja sempre e em toda parte o Coração triunfante de Jesus. Assim seja.

Fonte: AASCJ

domingo, 28 de novembro de 2010

Dia de São Tiago da Marca, Confessor


(+ Nápoles, 1476)
Franciscano, tinha vida austeríssima, fazendo continuamente jejuns e penitências. Pediu a Nossa Senhora de Loreto a graça de pregar eficazmente as verdades eternas. A oração foi atendida e, desde então, sua palavra obteve verdadeiros prodígios, conseguindo conversões que pareciam de todo impossíveis. Acompanhou São João de Capistrano na pregação da Cruzada contra os turcos e foi um dos artífices da gloriosa vitória de Belgrado, em 1456.

Depois de ter feito maravilhas nas regiões da Alemanha, dispunha-se a ir pregar aos próprios turcos, na esperança de receber assim a palma do martírio, mas o Papa Calixto III o chamou a Roma, confiando-lhe o cargo de inquisidor-mor. Desempenhou com dedicação esse cargo e teve a alegria de conseguir converter grande número de hereges, mas, como não podia deixar de ser, atraiu sobre si ódios e perseguições. Morreu com 90 anos, em Nápoles.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…”/AASCJ

O reinado social do Coração de Jesus e Maria


“Nada nos pode dar maior confiança, esperança mais fundada, estímulo mais certo, do que a convicção de que em todas as nossas misérias, em todas as nossas quedas, não temos apenas, a nos olhar com o rigor de Juiz, a infinita Santidade de Deus, mas também o coração cheio de ternura, de compaixão, de misericórdia, de nossa Mãe Celeste” — escrevera Plinio Corrêa de Oliveira nas páginas do “Legionário”.

O inolvidável fundador da TFP prossegue: “Onipotência suplicante, Ela saberá conseguir para nós tudo quanto nossa fraqueza pede para a grande tarefa de nosso reerguimento moral. Com este coração, todos os terrores se dissipam, todos os desânimos se esvaem, todas as incertezas se desanuviam. O Coração Imaculado de Maria é a Porta do Céu, aberta de par em par aos homens de nosso tempo, tão extremamente fracos. E esta porta, ninguém a poderá fechar — nem o demônio, nem o mundo, nem a carne.

Fazer apostolado é, essencialmente, salvar almas. Aos que se interessam pelo apostolado, nada deve importar mais do que o conhecimento das devoções providenciais com que o Espírito Santo enriquece a Santa Igreja em cada época, para a utilidade das almas. O Sumo Pontífice atualmente reinante [Pio XII] aponta duas devoções: a do Sagrado Coração de Jesus, a do Coração Imaculado de Maria.

Aparecendo em Fátima, Nossa Senhora disse textualmente aos pastorinhos que uma intensa devoção ao Coração Imaculado de Maria seria o meio de salvação do mundo contemporâneo.

Milagres sem conta têm atestado a autenticidade da mensagem celeste. Não nos resta senão conformarmo-nos ao ditame que dela decorre. Se essa é a salvação do mundo, se queremos salvar o mundo, apregoemos o meio providencial para sua salvação.

No dia em que tivermos legiões de pessoas verdadeiramente devotas do Coração Imaculado de Maria, o Coração de Jesus reinará sobre o mundo inteiro. Com efeito, essas duas devoções não se podem separar. A devoção a Maria Santíssima é a atmosfera própria da devoção a Nosso Senhor. O verão traz as flores e os frutos. A devoção a Nossa Senhora gera como fruto necessário o amor sem reservas a Nosso Senhor Jesus Cristo. E, no dia em que o mundo inteiro voltar a Jesus por Maria, o mundo estará salvo” 10.

Fonte: Lepanto/ADF

sábado, 27 de novembro de 2010

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NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS


A aparição de Nossa Senhora das Graças ocorreu no dia 27 de novembro de 1830 a Santa Catarina Labouré, irmã de caridade. A santa encontrava-se em oração na capela do convento, quando a Virgem Santíssima lhe apareceu. Tratava-se de uma "Senhora de mediana estatura, o seu rosto tão belo e formoso... Estava de pé, com um vestido de seda, cor de branco-aurora. Cobria-lhe a cabeça um véu azul, que descia até aos pés... As mãos estenderam-se para a terra, enchendo-se de anéis cobertos de pedras preciosas... A Santíssima Virgem disse: 'Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem...'.
Formou-se então em volta de Nossa Senhora um quadro oval, em que se liam em letras de ouro estas palavras: 'Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós'. Nisto voltou-se o quadro e eu vi no reverso a letra M encimada por uma cruz, com um traço na base. Por baixo os Sagrados Corações de Jesus e Maria - o de Jesus cercado por uma coroa de espinhos e a arder em chamas, e o de Maria também em chamas e atravessado por uma espada, cercado de doze estrelas. Ao mesmo tempo ouvi distintamente a voz da Senhora a dizer-me: 'Manda. manda cunhar uma medalha por este modelo. As pessoas que a trouxerem por devoção hão de receber grandes graças' ". (Apud José Leite, S.J., op. cit., Vol. III, p. 346)

Santa Catarina Labouré


1806-1876

A chamada “medalha milagrosa” é fruto de uma visão que a religiosa vicentina Catarina Labouré teve da Virgem Maria em 1830. Na visão, a Imaculada apareceu como está na imagem e pronunciou a oração “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós”, exatamente como a conhecemos.

Irmã Catarina foi batizada com o nome de Zoe de Labouré. Filha de uma numerosa família de fazendeiros cristãos, nasceu em 2 de maio de 1806, na região de Borgonha, interior da França. Na infância, ficou órfã de mãe e desde então “adoptou Mãe Maria” como sua guia, dedicando-lhe grande devoção. Cresceu estudiosa, obediente e muito piedosa. Aos dezoito anos, a vocação para a vida religiosa era forte, então pediu ao pai para segui-la, mas ele relutou.

Dada a insistência por anos a fio, ela já estava com vinte e quatro anos, antes de consentir preferiu mandá-la a Paris, para que testasse sua vocação. Chegou em abril de 1830 na cidade, e logo percebeu que estava certa na decisão, pois não se motivou com os encantos da vida agitada da sociedade urbana. Então, em maio, com autorização de seu pai, iniciou o noviciado no Convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris mesmo.

Quando recebeu o hábito das vicentinas, mudou o nome para irmã Catarina. A jovem noviça impressionava pelo fervor com que rezava na capela das vicentinas, diante do relicário de são Vicente de Paulo, onde tinha constantes visões. Contou ao confessor que primeiro lhe apareceu várias vezes o fundador, depois as visões foram substituídas por Jesus eucarístico e Cristo Rei, em junho do mesmo ano. Orientada pelo confessor, continuou com as orações, mas anotando tudo o que lhe acontecia nesses períodos. Assim fez, e continuou o seu trabalho num hospital de Paris.

Em junho, sempre de 1830, teve um ciclo de cinco aparições da Imaculada da medalha milagrosa, sendo três consideradas mais significativas. A primeira delas foi na noite de 18 de junho, quanto veio um anjo e a conduziu à capela da Casa-mãe, onde Catarina conversou mais de duas horas com Nossa Senhora, que avisou sobre os novos encontros.

Ela voltou a aparecer em novembro e dezembro. A que mais chamou a atenção foi a de 27de novembro, quando veio em duas seqüências, que, por uma intuição interior, Catarina pensou em cunhar numa medalha. Foi assim que surgiram as primeiras, em junho do ano seguinte. Também foi criada a Associação das Filhas de Maria Imaculada, que propagou o culto a Nossa Senhora Imaculada através da medalha. Desde aquela época, passou a ser conhecida como “a medalha milagrosa”, pelas centenas de curas, graças e conversões que produziu por intercessão de Maria.

Depois disso, as visões terminaram. Catarina Labouré morreu em 31 de dezembro de 1876em Paris, onde trabalhou quarenta e cinco anos, no mesmo hospital designado desde o início de sua missão de religiosa vicentina.

Foi beatificada, em 1933, pelo papa Pio XI e canonizada pelo papa Pio XII em 1947. Seu corpo está guardado num esquife de cristal na capela onde ocorreram as aparições. Para a família vicentina, o Vaticano autorizou uma festa no dia 28 de novembro. A celebração universal a santa Catarina Labouré foi marcada no dia de sua morte pela Igreja de Roma.

Tags: Santa Catarina Labouré

iN: blog Palavra e Fé

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Santa Faustina Vida de Santidade e Amor a Deus


Helena Kowalska nasceu em 25 de Agosto de 1905 em Glogowice, na Polônia. Sua família era pobre, mas profundamente religiosa. Helena era dotada de grande inteligência, memória privilegiada e muito estudiosa. Mas, só pôde frequentar a escola durante três anos, pois necessitava ajudar a família. Foi preparada para receber a primeira comunhão com 9 anos de idade. Orava muito e recebia a Eucaristía todas as semanas na missa dominical.

Aos 15 anos parte para a cidade vizinha em busca de trabalho para ajudar a familia. Fica um ano e regressa com o propósito firme de dizer à sua mãe que deseja abraçar a vida religiosa. Sua mãe se opõe dizendo não possuir dinheiro para o dote exigido. A amargura invade seu coração. Aos 18 anos tenta novamente convencer os pais, mas em vão. parte, então, para a cidade industrial de Lódz, em busca de trabalho. Lá cumpre seus deveres de cristã levando uma vida comum de vaidades como suas companheiras, porém não encontrado satisfação em nada, mas sempre recebendo o chamado interior do Senhor.

Sofria muito com isso, como relata em seus escritos: Numa ocasião eu estava com minhas irmãs num baile. Quando todos se divertiam, minha alma sentia tormentos interiores. No momento que comecei a dançar, de repente vislumbrei Jesus ao meu lado, Jesus sofredor, despido de suas vestes, todo coberto de chagas, que me disse estas palavras: "Até quando te suportarei e até quando su me enganarás?"

Tentando disfarçar o ocorrido, deixei dissimuladamente minhas irmãs e companheiras e fui à Catedral de São Estanislau Kostka. Deixei-me cair diante do Santíssimo Sacramento e pedi ao Senhor que me desse a conhecer o que devia fazer.

Então ouvi estas palavras:"Vai imediatamente à Varsóvia e lá entrarás no convento.Imediatamente contei as minhas irmãs que deveria partir para Varsóvia, fis minha mala e disse a elas que se despedissem por mim de meus pais. Desci do trem sem saber a quem me dirigir e disse à Nossa Senhora: "Maria, dirigi-me, guia-me". Imediatamente ouvi em minha alma que saísse da cidade e fosse a certa aldeia, onde poderia passar a noite em segurança. Foi o que fiz. No dia seguinte bem cedo, vim à cidade e e entrei na primeira igreja que encontrei e comecei a rezar.

As missas se sucediam e em uma delas ouvi estas palavras: "Vai falar com esse padre e ele te dirá o que deves fazer em seguida" Fui à sacristia e contei o ocorrido e pedi conselho para saber qual convento ingressar. Por enquanto, disse o padre: vou enviar-te a uma senhora piedosa com a qual ficarás até ingressar no convento, a qual me recebeu muito bem. Depois de muito procurar e ser recusada, bati à porta do convento onde a madre superiora me recebeu e depois de uma breve conversação, disse-me que eu falasse com o Senhor da casa e perguntasse se ele me aceitaria.

Fui até a capela e perguntei a Jesus: Senhor, Vós me aceitais? e logo ouvi esta voz: Eu te aceito, tu estás em meu Coração. Voltei e madre me aguardava. Então perguntou se o Senhor me aceitava. Respondi que sim ela me disse: Se o Senhor aceita, então eu também aceito. Citado convento pertencia à Congregação da Mãe de Deus da Divina Misericórdia. Mas Helena não poude entrar imediatamente, pois não tinha o dote. Teve que trabalhar durante um ano e juntar o dinheiro. Em 1º de Agosto de 1925, Helena atravessou , cheia de alegria, o umbral do convento. Após três semanas, Helena já não se achava tão contente, pois percebeu que havia pouco tempo para as orações.

Começou a achar que devia ingressar em uma congregação mais religiosa. Nos dias que se seguiram, este pensamento a atormentava e estava decidida a falar com a madre superiora, mas não conseguia. Certa noite entrou para a sua cela e as luzes estavam apagadas. Deitou-se no chão e rezou muito. Depois de um momento, sua cela clareou-se e viu o rosto de Nosso Senhor, muito triste.. Chagas vivas em toda a face e grandes lágrimas caiam na colcha da cama. Então perguntou a Jesus: Jesus, quem vos infligiu tanta dor? e Jesus respondeu:"Tu me infligirás tamanha dor se saíres desta ordem! Chamei-te para cá e não a outro lugar e preparei muitas graças para ti."

Helena disse ter pedido perdão a Ele e mudado a sua decisão. No dia seguinte confessou-se e passei a sentiu-se feliz e satisfeita. Depois de dois anos, em 30 de Abril de 1928, Ir. Maria Faustina faz os votos temporários. Ë enviada para Varsóvia e trabalha na cozinha das irmãs e das alunas. no ano de 1931 é enviada ao convento da cidade de Plock e permanece até 1932. Em 1933 regressa à casa de Cracóvia e em 1º de maio faz a profissão perpétua. Poucos dias depois Ir. Faustina é enviada à cidade de Vilna e lá permanece três anos.

Esse período é bastante importante em sua vida espiritual que encontra seu mentor espiritual o padre Miguel Sopocko, confessor do convento, que ajuda -a no desenvolvimento do culto da "Divina Misericórdia", juntamente com a superiora do convento. O artista - pintor Edmundo Kazimierowski - pinta a imagem "Jesus, eu confio em vós", de acordo com as indicações de Ir. Faustina. Em 11 de maio de 1936 ela regressa à Cracóvia. Sua saúde já enfraquecida desde 1932, decai até o ponto de não mais poder executar as tarefas. A superiora a envia a uma casa de saúde perto de Cracóvia. Seu comportamento durante a doença é um hino permanente à Divina Misericórdia, bem como um exemplo de paciência diante da dor, de humildade de completa entrega à vontade divina. Em 05 de Outubro de 1938, Ir. Faustina abandona esta terra, com a vista cravada no crucifixo, tranqüila, sem queixas.

”A HUMANIDADE NÃO ENCONTRARÁ A PAZ ENQUANTO NÃO SE VOLTAR, COM CONFIANÇA, PARA A MINHA MISERICÓRDIA” (Diário, 300)
Comunidade Católica Obreiros da Tardinha - COTPSI Desenvolvimentos - www.psisolucoes.com.br

Mensagem de Santa Faustina


“Decidi suportar tudo em silêncio, sem dar explicação às perguntas que me eram feitas. Este meu silêncio irritava especialmente as almas mais curiosas. Buscava o silêncio interior e exterior. No entanto Deus me dava interiormente tanta força que eu suportava tudo com tranquilidade.” (Diário de Sta Faustina p. 126)
Santa Faustina, rogai por nós!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dia de Santa Catarina de Alexandria, Virgem e Mártir


(+ Egito, 305)

É sem dúvida uma das santas mais populares da História da Igreja, universalmente venerada.

De acordo com um relato muito antigo de sua vida, era uma jovem de grande beleza e tinha recebido de Deus o dom da sabedoria. Conduzida diante do imperador por ser cristã, censurou-o corajosamente por perseguir a Religião verdadeira, fez a apologia do Cristianismo e demonstrou a falsidade dos cultos idolátricos. Não conseguindo discutir com ela, o imperador convocou os cinqüenta filósofos mais cultos do Egito para que refutassem os argumentos da jovem, mas eles também não o conseguiram e, ao final do debate se declararam cristãos. O imperador, encolerizado, condenou à morte os cinqüenta sábios e sua mestra, a qual teve o corpo dilacerado por rodas com lâminas cortantes.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…
fonte: AASCJ

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dia de Santos André Dung-Lac e Companheiros, Mártires

(+ Vietnam, séc. XVI)

De acordo com o Martirológio Romano-Monástico, eram cristãos convertidos no século XVI pelos missionários dominicanos que começaram a difundir o Evangelho no Vietnam e foram martirizados porque acusados de estarem introduzindo no país uma religião estranha. O Papa João Paulo II os canonizou em 1988.

Obediência ao marido agrada a Nossa Senhora


Santa Francisca Romana estava recitando o Oficio da Santíssima Virgem, quando seu marido a chamou. Deixou a oração e foi atendê-lo; depois continuou. Mas, enquanto rezava uma Antífona, quatro vezes a chamou o marido, e quatro vezes interrompeu a oração e foi atendê-lo, continuando depois de terminada a ocupação. Na Quarta vez, viu com surpresa que a Antífona estava escrita com letras de ouro, e foi-lhe revelado que Deus lhe concedera aquela graça para que soubesse quanto a Nossa Senhora agradava a obediência ao marido.

N.B.: Hoje a maior parte dos maridos não merece mais a obediência da esposa, face sua conduta nada recomendada; de outro lado, a maior parte das esposas, infelizmente, não quer obedecer a seus maridos; eis uma das causas de grande desavenças nas famílias e abandono de Deus, que, por isso, nega a Sua bênção.

(TESOURO DE EXEMPLOS – Pe. Francisco Alves, C.SS.R. – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, RJ – 1ª. edição, 1953, pp. 247 – 248)./ADF

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dia de São Clemente I, Papa e Mártir


(+ Roma, 97)
Foi o terceiro sucessor de São Pedro. Escreveu uma famosa carta aos católicos de Corinto, restabelecendo com sua autoridade a paz ameaçada internamente naquela diocese. Trata-se de um documento de grande importância apologética, porque demonstra que, já naqueles tempos, se entendia que o Papa possuía uma verdadeira e efetiva autoridade sobre os demais bispos e as suas dioceses, e não apenas uma posição honorífica de precedência. Segundo a tradição, São Clemente sofreu o martírio na Criméia, para onde fora exilado e condenado a trabalhos forçados pelo imperador Domiciano.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…”

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dia de São Gelásio, Papa e Confessor


(+ Roma, 496)

Segundo o testemunho de Dionísio, o Menor, reportado pelo Martirológio Romano-Monástico, “procurou mais servir do que exercer a sua autoridade, associou a castidade aos méritos da doutrina, e morreu pobre, após ter enriquecido os indigentes”.

domingo, 21 de novembro de 2010

Como ter um dia feliz


1- Elogia três pessoas por dia. Este é o mínimo, elogia as acções bem feitas, com sinceridade.
2. Perdoa a ti mesmo e aos outros. Tu não és Deus, também cometes erros, portanto sabe perdoar e assim terás condições de entender os outros, que também erram.
3. Faz novos amigos, mas preserva os antigos. Dos amigos, vale o que se diz do bom vinho: quanto mais velho melhor.
4. Guarda segredos. Alguém que confiou em ti merece toda a compreensão. A confiança, uma vez perdida, não se recupera mais.
5. Aceita uma mão estendida. Ninguém é tão forte que não precise do outro. Ninguém deve considerar-se tão auto-suficiente, que possa dispensar uma mão que se estende. A recusa de hoje, pode ser fatal amanhã.
6. Dá às pessoas uma segunda chance. Ninguém é perfeito. O erro deve ser incluído entre as possibilidades humanas. O Evangelho recorda-nos que seremos perdoados na mesma medida em que perdoarmos aos outros.
7. Reconhece os teus erros. Tu não podes considerar-te modelo de perfeição. Admitindo que erraste, o teu prestígio não diminuirá. Pelo contrário, os outros acharão que tu és pessoa de confiança.
8. Não tomes nenhuma medida quando estiveres zangado. De preferência, dorme pelo menos uma noite em cima do problema. O tempo torna muito mais razoáveis as nossas atitudes.
9. Reza, pedindo a Deus sabedoria. Ao rezares, a sabedoria de Deus iluminará a tua mente e deixará o teu coração mais sensível.
10. Agradece a Deus, todos os dias, a vida. O tempo é um presente de Deus. É um dom precioso que nos é dado para o nosso crescimento. A vida é uma bênção e deve tornar-se uma bênção para os outros. Tudo o que semeamos na vida, acabaremos por colher.
Semear optimismo, bondade, compreensão, perdão, amor, significa investir na própria felicidade.
E os dividendos serão altos.
fonte: JAM

Frase do Dia

"Não faça coisa alguma, nem diga palavra alguma,
que Cristo não faria ou diria
se estivesse nas mesmas circunstâncias que tu."
São João da Cruz

sábado, 20 de novembro de 2010

Sobre o sinal da Cruz - catequese



EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. AMÉM

A liturgia usa muito a linguagem dos sinais, dos gestos e das posições. O primeiro sinal, o mais importante e o mais conhecido, é o Sinal da Cruz. Já no catecismo da Primeira Comunhão aprendemos que o Sinal da Cruz é o sinal do Cristão.

O Sinal da Cruz é riquíssimo em significado. Por ele expressamos, anunciamos três verdades ou dogmas fundamentais da nossa religião: o Dogma da Santíssima Trindade, da Encarnação e da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quando se diz: “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, está-se proclamando o Mistério da Santíssima Trindade.

Ao levar à testa as pontas do dedo da mão direita aberta, dizendo”: “Em nome do Pai”…, descer com a mão na vertical e tocar na altura do estômago continuando: “…e do Filho”, está-se indicando o mistério da Encarnação: o Filho de Deus desceu ao ceio da virgem Maria. Depois, levando a mão direita para o ombro esquerdo (e do Espírito…”) completa-se a cruz tocando o ombro direito (“… Santo…”), está-se indicando a morte de Jesus na Cruz.

Nosso Senhor Jesus Cristo morreu numa cruz; a cruz é formada por uma haste vertical e uma haste horizontal. Por isso o “sinal da cruz” deve ser bem feito, com os movimentos da mão bem amplos. Façamos o sinal da cruz com a mão direita aberta e com a ponta dos dedos tocando distintamente, dizendo: na testa, ”Em nome do Pai …”; na altura do estômago “… do Filho…”; no ombro esquerdo “…e do Espírito”…; no ombro direito, concluindo: “Santo. Amém”. (Não precisa dar “tapinha na boca” nem beijar os dedos).

Ao vermos alguém fazer de modo relaxado ou errado o Sinal da Cruz é bom, valendo sempre do bom senso, explicar como fazê-lo de modo correto e altaneiro, pois se trata de sinal distintivo do verdadeiro católico.

PERSIGNAÇÃO

Temos o belo costume de persignar-nos com a água benta, fazendo três cruzes com o polegar da mão direita, uma na testa, outra na boca e outra no peito.

A cruz na testa é para Deus nos livrar dos maus pensamentos; na boca, para nos livrar das más palavras; e, no peito, para nos livrar das más paixões. Além destes, existe um sentido mais amplo e expressivo:

1º.) A cruz na testa , lembra que a Doutrina Católica deve ser estudada e entendida;

2º.) a cruz nos lábios lembra que a mesma deve ser anunciada e proclamada (missão de todo cristão); e

3º.) a cruz no peito nos indica que a Doutrina Católica, acima de tudo, deve ser vivida e defendida por todos os que acreditam em Nosso Senhor Jesus Cristo. Também, ao se ler o Evangelho, faz-se o Sinal da Cruz para indicar com isso que cada palavra faça que sejamos “luz e sal” do mundo.

Para ouvir a leitura do Santo Evangelho devemos estar sempre de pé em sinal de respeito e atenção.

Excertos de Vocacionados Menores/AASCJ

Ela perdeu o bebê, revoltou-se com Deus, mas fez o caminho de volta aos braços de Nossa Senhora


O testemunho a seguir é verídico, foi publicado pela própria autora no Oratório da Medalha Milagrosa.

Leia com atenção e veja como Deus e Nossa Senhora nos recompensa, mesmo quando damos as costas por alguns momentos ao amor incondicional que tanto Deus quanto a Virgem Santíssima tem por nós, Suas graças sempre recaem sobre nós quando confessamos nossas ofensas e voltamos para os braços de Nossa Senhora .

Não deixe para depois, peça agora sua medalha Milagrosa, faça a novena a Nossa Senhora das Graças e espere com fé sua benção chegar.

Vou contar uma graça que obtive através Nossa Senhora das Graças.

No dia 10 de outubro de 2009 tive meu bebê com 36 semanas de gestação, 20 dias antes da data prevista para o parto e no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, ele faleceu.

Nunca senti uma dor como aquela. Já tenho dois filhos Nayara e Kaio, mas a dor da perda de um filho é quase insuportável, perder meu bebê “Pietro” foi demais para mim, ele faleceu .

Sou catequista na minha paróquia e quando meu bebê faleceu eu me revoltei muito, não queria ouvir falar em Deus, não poderia voltar a dar catequese, porque como iria ensinar uma coisa que já não mais acreditava?

O padre Luiz Carlos, conselheiro da paróquia, veio me confortar, mas fui muito dura com ele, cheguei a dizer que do mesmo jeito que Deus havia tirado o meu bebê de mim, eu também estava tirando Deus da minha vida.

Muito sabiamente, o padre compreensivo com minha dor, disse que não estava triste por eu ter dito aquilo e que Deus também não estava triste comigo, porque sabia o quanto eu estava sofrendo.

Alguns meses depois, em janeiro de 2010, consegui ir novamente a uma Missa. Na quarta-feira de cinzas resolvi jejuar, e a noite fui à missa e lá fiz um pedido especial a Nossa Senhora das Graças, que Ela intercedesse junto a nosso Senhor Jesus Cristo e que Ele me desse um bebê em meus braços nestes 40 dias de quaresma e, que em troca eu faria jejum uma vez por semana até a sexta-feira Santa.

Eu não estava na fila de adoção, nem procurava. Um dia quando estava buscando na internet coisas para meu trabalho, encontrei um site de adoção de bebês, qual não foi minha surpresa, vi que uma pessoa queria dar para adoção o bebê que ainda iria nascer. No dia 16 de março ele nasceu – 26 dias após o meu pedido – ele já estava em meus braços, 14 dias antes de terminar a quaresma.

É um lindo menino e se chama Emanuel, que quer dizer “Deus Conosco”. Ele é a razão das nossas vidas, hoje ele está com 8 meses.

Agradeço todos os dias a Nossa Senhora das Graças. Hoje eu e meu bebê carregamos em nosso peito a medalha das Graças da Virgem Santíssima . (R.C.N)
fonte:ADF

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Imagens - Veneração e não adoração

Dia dos Santos Roque González, Afonso Rodríguez e João del Castillo, Mártires


(+ Rio Grande do Sul, 1628)
Estes três sacerdotes jesuítas de origem espanhola foram martirizados por índios selvagens, atiçados pelos seus pajés, em território que então pertencia à Coroa espanhola e hoje integram o Estado do Rio Grande do Sul. Os dois primeiros foram chacinados na redução de Caaró e o terceiro o foi poucos dias depois, em localidade não muito distante.

Segundo depuseram 53 testemunhas, do coração do Pe. Roque González, arrancado de seu peito pelos índios enfurecidos, saía uma voz que dizia: “Matastes a quem tanto vos amava e queria. Matastes, porém, só o meu corpo, porque minha alma está no Céu!” Os índios, ouvindo aquela voz, irritados atravessaram o coração com uma flecha e o lançaram ao fogo, mas as chamas milagrosamente o preservaram. Esse coração, ainda hoje intacto, é venerado como relíquia preciosa em Assunção.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…”/ADF

Discurso sobre o aborto, proferido pela Madre Teresa de Calcutá , no dia 03 de fevereiro de 1994:


(...)"Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe.
E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não matarem? Como é que nós persuadimos uma mulher a não fazer o aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor e nós devemos nos lembrar que o amor significa estar disposto a doar-se até que machuque. Jesus deu Sua vida por amor de nós. Assim, a mãe que pensa em abortar, deve ser ajudada a amar, ou seja, a doar-se até que machuque seus planos, ou seu tempo livre, para respeitar a vida de seu filho. O pai dessa criança, quem quer que seja ele, deve também doar-se até que machuque.

Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata seu próprio filho para resolver seus problemas.

E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai, provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto.

Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

(...) Mas o que Deus diz para nós? Ele diz: "Mesmo se a mãe se esquecer de seu filho, Eu jamais te esquecerei. Eu gravei seu nome na palma de minha mão." (Is 49) Nós estamos gravados na palma da mão de Deus; aquela criança que ainda não nasceu está gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e ser amada, não somente nessa vida, mas para sempre. Deus jamais se esquece de nós.

(...) Deus jamais nos esquecerá e sempre existe algo que você e eu podemos fazer. Nós podemos manter a alegria do amor de Jesus em nossos corações, e partilhar esta alegria com todos aqueles de quem nos aproximarmos.

Vamos insistir que, cada criança não seja indesejada, mal amada, mal cuidada, ou morta e jogada fora. E doar-se ate que machuque, com um sorriso."

Madre Teresa de Calcutá

No dia 27 de novembro de 2010, o Papa Bento XVI decretou o Dia Mundial da Vida pelo Nascituro.

Vamos fazer uma corrente de oração pela VIDA!!!

Para ajudar a parar a anti-vida crescente nos EUA, o ex-arcebispo Fulton F. Sheen encorajou a adoção espiritual de uma criança não nascida. Esta adoção espiritual de uma criança particular, mas desconhecida, cujo aborto deve ser interrompido, permitindo-lhe que continue a viver. Durante essa vida terrena, esta criança que você adotou espiritualmente, será conhecida apenas por Deus, mas na outra vida, espera-se que você encontre essa criança, cuja vida foi salva por suas orações, e desfrute a felicidade eterna com ela.

Para ajudar a realizar isto também aqui no Brasil, recomendamos que se reze, diariamente esta oração, no período de um ano - oração em intercessão para os não nascidos:

Jesus, Maria, José, nós vos amamos e lhes imploro que tenham misericórdia da vida do bebê não nascido que eu adotei espiritualmente e que está em perigo de ser abortado.(Rezar 01 Ave Maria)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Beatos Domingos Jorge, Isabel Fernandes e Inácio


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Domingos Jorge nasceu em Vermoim da Maia, perto do Porto (Portugal). Muito jovem, partiu para a Índia, onde combateu pela fé e pela Pátria. Aventureiro por natureza, empreendeu viagem para o Japão, onde nesse tempo reinava perseguição furiosa. Todos os missionários eram mortos, e mortos também todos aqueles que os acolhessem em suas casas. Apesar de todos os riscos, não quiseram os missionários estrangeiros abandonar para os instruir, animar e lhes administrar os sacramentos.

Domingos Jorge, membro da Companhia do Rosário, casou com uma jovem japonesa, à qual o missionário português, Padre Pedro Gomes, oito dias após o nascimento, deu o nome de Isabel Fernandes. Vivia este casal modelo no amor de Deus, na paz e na felicidade, perto da cidade de Nagazáki. Por bondade e piedade, receberam em sua casa dois missionários jesuítas e, naquela noite (era o dia da festa de Santa Luzia), o governador de Nagasáki ordenou que fossem presos os dois missionários juntamente com Domingos Jorge. Após um ano de prisão, foram condenados à morte. Domingos Jorge, após escutar a sentença, pronunciou estas palavras: "Mais aprecio eu esta sentença do que me fizessem Senhor de todo o Japão".

Era o ano de 1619. Domingos Jorge foi amarrado ao poste no chamado "Monte Santo" de Nagasáki, onde tantos cristãos deram a vida por Deus, e, ali, juntamente com outros mártires rezando a oração do Credo, Domingos Jorge foi queimado vivo.

Passados três anos, na manhã de 10 de novembro de 1622, o "Monte Santo" de Nagasáki, regado com o sangue de tantas centenas de cristãos, apresentava um aspecto solene e comovedor. Ali se apinhavam mais de 30.000 pessoas para assistirem ao Grande Martírio, isto é, à morte de 56 filhos da Santa Igreja Católica. Entre eles, encontravam-se Isabel Fernandes, de uns 25 anos de idade, viúva do Beato Domingos Jorge, e seu filhinho Inácio, de quatro anos. Os mártires foram divididos em dois grupos: 24 religiosos de várias Ordens, condenados a morrer a fogo lento; os outros 32 eram constituídos por 14 mulheres e 18 homens (a maioria deste segundo grupo recebeu como condenação serem decapitados). Isabel Fernandes, antes de ser degolada juntamente com seu filhinho Inácio, exclamou: "De todo o coração ofereço a Deus as duas coisas mais preciosas que possuo no mundo: a minha vida e a do meu filhinho".

Domingos Jorge, com a esposa Isabel Fernandes e o filho Inácio, foram beatificados pelo Papa Pio IX em julho de 1867.

Beatos Domingos Jorge, Isabel Fernandes e Inácio, rogai por nós!

fonte: Canção Nova

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dia de Santa Isabel da Hungria, Viúva


(+ Turíngia, Alemanha, 1231)

Era filha de André II, rei da Hungria, e foi casada com o piedoso duque Luís IV, soberano da Turíngia. Tinha 20 anos e era mãe de três filhos pequenos quando ficou viúva; o marido, que havia partido em Cruzada, morreu quando estava a caminho da Terra Santa. Hostilizada cruelmente pela família do marido, foi abandonada com os filhos na mais negra miséria. Sofreu com admirável paciência toda espécie de humilhações, pois até mendigos que ela outrora socorrera tinham agora a baixeza e a ingratidão de a insultarem, porque sabiam que não se encontrava nas boas graças da Corte. Ofereceu-se para ajudar num hospital de leprosos e ali praticou atos de caridade heróica. Quando os cruzados que haviam acompanhado seu marido retornaram à Alemanha, ficaram indignados com o tratamento inqualificável de que estava sendo objeto aquela que, até pouco antes, fora soberana do país, e conseguiram reconduzi-la à Corte, onde faleceu pouco depois, aos 24 anos.

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora


O apóstolo será insuficientemente devoto de Nossa Senhora, se não tiver confiança filial e amorosa na Mãe de Deus, ou se apenas for exterior o culto que lhe prestar.

Para sermos seus verdadeiros filhos, o nosso amor deve corresponder ao Dela; devemos estar firmemente convencidos das grandezas, privilégios e funções da Mãe de Deus e dos homens; devemos estar compenetrados de que a luta contra as faltas, a aquisição das virtudes, o reinado de Jesus Cristo nas almas, dependem do grau de devoção que tivermos a Maria*, devemos estar compenetrados de que a vida interior é mais segura, mais suave e mais rápida, quando se opera com Maria**, devemos transbordar de confiança filial e de amor pela Medianeira de todas as graças***.

*“Ninguém recebe o dom de Deus senão por vós, ó cheia de graça” (São Germano)

**” Com Maria, fazem-se mais progressos no amor de Jesus num só mês, do que em vários anos vivendo-se menos unidos a esta boa Mãe” (São Luís de Montfort)

*** “Meus filhos, ela é a base da minha confiança e a razão da minha esperança” (São Bernardo)

Extraído do livro: “A Alma de todo o Apostolado” de J.B. Chautard/ADF

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Dia de Santa Gertrudes, a Grande, Virgem


(+ Helfta, Alemanha, 1302)

Entrou com 5 anos de idade no Mosteiro de Helfta, na Saxônia, lá recebendo, sob a orientação de Santa Mectildes, ótima formação cultural e religiosa. Foi uma das maiores místicas da Idade Média. Teve, aos 25 anos de idade, a primeira das visões que, conforme o seu próprio depoimento, transformaram sua vida. Propagou a celebração litúrgica do Sagrado Coração de Jesus.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…”
fonte: AASCP

A oração do bem-aventurado Alberione



“Jesus, Mestre:

que eu pense com a tua inteligência,

com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém”.

fonte: AASCJ

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Frase do Dia

"A semente é espalhada e enterrada
para que apodreça no seio da terra.
Porquê não aproveitar o grão,
ao invés de deixá-lo apodrecer na terra?"

"Porque somente apodrecendo, ele poderá germinar,
fecundar-se, e converter-se em vida nova e melhor: A vida da espiga, a plenitude de novos grãos.
Longe de destruir o homem, a dor o purifica e o dispõe a uma transformação.
É que a dor faz-nos soltar as sujeiras e purifica o ouro do nosso coração.
A cruz não deforma, ela transforma. Não escurece, ela ilumina.
Não faz resignados, mas esculpe santos.
Desde que lhe demos o sentido redentor. "
Livro: Os 5 Minutos de Deus
fonte:jam

Dia de Santo Alberto Magno, Bispo e Doutor da Igreja


(+ Colônia, Alemanha, 1280)

Foi sem dúvida um dos maiores sábios de todos os tempos. Não apenas dominava como Mestre a Filosofia e a Teologia (matérias em que teve como discípulo a São Tomás de Aquino) mas estendia seu saber às ciências naturais. Foi físico e químico, estudou astronomia, meteorologia, mineralogia, zoologia, botânica, escreveu livros sobre tecelagem, navegação, agricultura.

Tão assombroso acúmulo de ciência não o impediu de ser um dominicano, piedoso e observante. Nomeado bispo de Regensburg, mostrou-se pastor zeloso e exemplar, mas logo que pôde pediu e obteve dispensa das funções episcopais e retornou a sua cela de monge humilde e sábio. Foi chamado “o Doutor Universal”.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo…” /AASCJ

domingo, 14 de novembro de 2010

Scraps

Dia de São Serapião, Mártir


(+ Alexandria, séc. III)

Foi martirizado no Egito, durante a perseguição do imperador Décio. O historiador Eusébio de Cesaréia registra seu martírio, com as seguintes palavras: “Preso Serapião em sua casa, foram-lhe infligidas cruéis torturas. Desfizeram-lhe todas as juntas dos membros e o precipitaram do andar de cima da casa, de cabeça para baixo”.

Extraído do livro “Cada dia tem seu santo…”

Total Consagração a Jesus por meio da Santíssima Virgem


A Total Consagração a Jesus por meio da Santíssima Virgem, segundo o método de S. Luís Maria Grignion de Montfort, tem sido praticada e recomendada por inúmeros santos, entre eles, o Santo Cura d’Ars, apresentado por Bento XVI como patrono e modelo dos sacerdotes, por ocasião da comemoração do Ano Sacerdotal.

S. Luis Maria Grignion de Montfort: “Maria é o caminho mais curto para Jesus”
“Dou-Vos graças, Senhor, por Vos terdes aniquilado a Vós mesmo, tomando a forma de escravo, para livrar-me da cruel escravidão do demônio. Eu Vos louvo e glorifico por Vos terdes querido submeter em tudo a Maria, Vossa Mãe Santíssima, a fim de, por Ela, tornar-me Vosso fiel escravo”

— S. Luis Maria Grignion de Montfort

“Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por ela que deve reinar no mundo”.

— S. Luís Maria Grignion de Montfort.

A Total Consagração a Jesus por meio da Santíssima Virgem, segundo o método de S. Luís Maria Grignion de Montfort, tem sido praticada e recomendada por inúmeros santos, entre eles, o Santo Cura d’Ars, apresentado por Bento XVI como patrono e modelo dos sacerdotes, por ocasião da comemoração do Ano Sacerdotal.

Também o Papa João Paulo II, inspirado no mesmo Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, de S. Luís Maria Grignion de Montfort, fez da expressão de consagração monfortina Totus tuus (todo teu) seu lema pessoal e de seu próprio pontificado.

Conheça e pratique você também essa devoção, que foi ocultada pelas trevas durante 130 anos e entenda porque ela apressará o Triunfo do Imaculado Coração de Maria e, consequentemente, determinará o definitivo estabelecimento do reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo.

fonte ADF

sábado, 13 de novembro de 2010

Frase do Dia

"Somente alicerçada sobre o amor,
como a casa edificada sobre a rocha,
uma família se mantém. "
" O dinheiro pode comprar uma casa. Mas só o amor faz de uma casa um lar, só o amor faz de um lar uma família."
São Vicente de Paula
Fonte: JAM

Dia de Santo Estanislau Kostka, Confessor


(+ Roma, 1567)
Pertencia a uma das mais nobres e ricas famílias da Polônia e estudava em Viena, em companhia de um irmão mais velho. Convidado a ingressar na Companhia de Jesus pela própria Santíssima Virgem, encontrou grandes dificuldades para atender ao chamado. Seu pai, embora católico, opôs-se inabalavelmente à vocação religiosa de Estanislau.

Em Viena, o provincial da Companhia se dispôs a admiti-lo… desde que ele fosse autorizado pelo pai, pois era menor de idade. Conhecendo a obstinação paterna, Estanislau compreendeu que nunca obteria sua autorização. Aconselhou-se então com o Pe. Francisco Antônio, jesuíta português que era confessor da imperatriz, e fez um voto heróico: o de peregrinar pela Terra inteira, se necessário fosse, até encontrar uma casa da Companhia de Jesus que o quisesse aceitar sem a licença do pai. Fugiu ocultamente de Viena e caminhou a pé 700 km, despistando o irmão que o perseguia, à procura de São Pedro Canísio, superior dos jesuítas da Alemanha.

Este o acolheu com bondade e o encaminhou a Roma, com uma carta de recomendação a São Francisco de Borja. Mais 800 km Estanislau caminhou a pé, até a Cidade Eterna. Lá, teve a alegria de ser aceito como noviço da Companhia, mas permaneceu nessa condição somente 9 meses, pois morreu, como desejava, na festa da Assunção de Nossa Senhora do ano de 1567. Não chegou a completar 17 anos de idade.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo”… /AASCJ

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