terça-feira, 22 de novembro de 2011

Frase do Dia

É a comunhão recebida com amor que deverá penetrar em ti, para te transformar em outro Cristo.

"Preocupa-te não só com a quantidade, mas sobretudo com a intensidade das suas comunhões."

Sto. Agostinho

A história da Medalha Milagrosa – O confessor de Santa Catarina Labouré não a levou a sério no início


O confessor de Santa Catarina a considerava uma visionária pouco digna de ser tomada a sério…

Durante mais de um ano, a religiosa incansavelmente insistiu com o Sacerdote para que fossem cunhadas as medalhas, conforme Nossa Senhora determinara. Mas ele, inflexível, sempre resistia.

Afinal, depois de um longo período de aflição para a santa religiosa, o Pe. Aladel, acompanhando seu superior numa audiência com o Arcebispo de Paris, Mons. De Quélen, aproveitou a oportunidade para expor ao Prelado o que acontecera na Rue Du bac, ocultando porém o nome da vidente. Essa audiência se deu em janeiro de 1832.

O Arcebispo, diferentemente do Pe. Aladel, desde logo viu com bons olhos a iniciativa e incentivou a confecção da medalha. Encorajado, o Pe. Aladel mudou de atitude e, quatro meses depois, em maio, encomendou à Casa Vachette um primeiro lote de 20 mil medalhas.

No momento que iam ser cunhadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingia Paris.

O morbo se manifestou a 26 de março de 1832 e se estendeu até meados do ano. A 1° de abril, faleceram 79 pessoas; no dia 2 168; no dia seguinte, 216, e assim foram aumentando os óbitos, até atingirem 861 no dia 9.

No total, faleceram 18.400 pessoas, oficialmente; na realidade, esse número foi maior, dado que as estatísticas oficiais e a imprensa diminuíram os números para evitar a intensificação do pânico popular.

No dia 30 de junho, as primeiras 1500 medalhas foram entregues pela Casa Vachette, e as Filhas da Caridade começaram a distribuí-las entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e começaram, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

O Arcebispo, que recebera logo algumas das primeiras medalhas, alcançou imediatamente uma graça extraordinária por meio delas, e passou a ser entusiasta propagandista e protetor da nova devoção.

Também o Papa Gregório XVI recebeu um lote de medalhas, e passou a distribuí-las a pessoas que o visitavam.

Até 1836, mais de 15 milhões de medalhas tinham sido cunhadas e distribuídas, no mundo inteiro. Em 1842, essa cifra atingia a casa dos 100 milhões. Dos mais remotos países chegavam relatos de graças extraordinárias alcançadas por meio da medalha: curas, conversões, proteção contra perigos iminentes, etc.

Fonte: ADF

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


Filha amada, dá-me grande reparação; o veneno corre. Os esposos não dão vidas, matam vidas. Oh, que crimes! A imodéstia alastra-se. As almas vítimas fogem, temem o sofrimento, temem a cruz. E tantas, de quem Eu esperava tudo, pecam horrivelmente! Dás-me, por tudo isso, o que te vou pedir? Dás-me os combates com o Demónio? É deles que Eu tiro, para essa matéria, a maior reparação...
«Minha filha, pomba querida, vai, e não deixes de ter sorriso na dor. Não deixes de beijar e abraçar a cruz, ela espera-te, corre para ela. Leva a vida, tu és a vida das almas, tenho-te no mundo para elas. Vai em paz, e leva a minha Paz, leva a minha Luz. És a luz, vai guiar as almas, vai salvá-las. Fica nas trevas, vive nas trevas, são trevas da maior luz. Milagres, milagres, por ti opero-os nas almas, aos milhares, aos milhares. Vai contente, semeia as minhas Graças, semeia o meu Amor». (Jesus)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

S JOSÉ MARIA ESCRIVÁ

A mãe de Deus morreu ?


21. A propósito da conclusão da vida terrena de Maria Santíssima, a Bula de definição do dogma da Assunção afirma: “A Virgem Imaculada, que fora preservada de toda a mancha de culpa original, terminando o curso da sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma” (LG, 59).

Como se percebe, o Papa Pio XII não quis negar o fato da morte, mas julgou oportuno não afirmar solenemente a morte da Mãe de Deus, como verdade que devia ser admitida por todos os fiéis. Alguns teólogos afirmaram a isenção da morte da Santíssima Virgem e a sua passagem direta da vida terrena à glória celestial.

Contudo, existe uma tradição que considera a morte de Nossa Senhora e sua assunção à glória celeste.

Quando se tratou da ocasião dEla morrer e ser levada aos céus, a linguagem teológica muito sutil e delicada, não fala da morte de Nossa Senhora, mas fala da dormitio de Nossa Senhora – em português diz-se dormição, que vem da palavra dormir –, e que só se aplica para a morte de Nossa Senhora.

Quer dizer, uma morte tão leve — se é que se pode dizer assim —, tão tênue — se se pudesse dizer -, uma verdadeira morte, mas, se se pudesse dizer, Ela ficou tão viva na morte que se falou da dormição de Nossa Senhora. Ela teve o que chamamos de: Dormitio Beata Maria Virginis.

Até havia, antigamente, um sistema muito bonito de mostrar a dormição de Nossa Senhora, – para dar a idéia do efêmero desta morte, – sempre junto à Assunção. No mesmo altar, embaixo, uma concha com cristal, representando uma imagem de Nossa Senhora toda vestida, deitada em atitude de prece e, logo em cima, Ela subindo aos Céus, para não separar a morte da idéia da Assunção.

2. Vários Padres da Igreja teceram comentários a respeito da “dormitio” de Nossa Senhora.

Por exemplo, São Tiago de Sarug (449-521), segundo o qual quando para Nossa Senhora chegou “o tempo de caminhar pela via de todas as gerações”, ou seja, a via da morte, “o coro dos doze Apóstolos” reuniu-se para enterrar “o corpo virginal da Bem aventurada” (Discurso sobre a sepultura da Santa Mãe de Deus, 87-99 em C. VONA, Lateranum 19 [1953], 188);

São Modesto de Jerusalém ( 634), depois de ter falado amplamente da “beatíssima dormida da gloriosíssima Mãe de Deus”, conclui exaltando a intervenção prodigiosa de Nosso Senhor Jesus Cristo que “a ressuscitou do sepulcro” para a receber consigo na glória (Enc. in dormitionem Deiparae semperque Virginis Mariae, nn. 7 e 14; PG 86 bis 3293; 3311);

São João Damasceno ( 765-749), pergunta: “Como é possível que aquela que no parto ultrapassou todos os limites da natureza, agora se submeta às leis desta e seu corpo imaculado se sujeite à morte? ”

E responde: “Certamente era necessário que a parte mortal fosse deposta para se revestir de imortalidade, porque nem o Senhor da natureza rejeitou a experiência da morte. Com efeito, Ele morre segundo a carne e com a morte destrói a morte, à corrupção concede a incorruptilidade e o morrer faz d’Ele nascente da ressurreição” ( Panegírico sobre a Dormida da Mãe de Deus, 10: SC 80,107).

3. É verdade que a morte é um castigo do pecado. Todavia, o fato de Maria Santíssima ter sido, por singular privilégio divino, isenta do pecado original, Ela mesma quis submeter-se também à morte para até nela assemelhar-se a seu divino Filho.

A mãe não é superior ao Filho, que assumiu a morte, dando-lhe novo significado e transformando-a em instrumento de salvação. Associada à nossa redenção por Nosso Senhor Jesus Cristo, a Santíssima Virgem quis participar dos sofrimentos e da morte em vista da redenção da humanidade.

Também para Ela pode-se aplicar a afirmação de Severo de Antioquia (465-542) a propósito de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Sem uma morte preliminar, como poderia ter lugar a ressurreição?” (Antijulianistica, Beirute 1931, 194 s.). Para ser partícipe da ressurreição de Cristo, Maria Santíssima quis para si também a morte.

4. São Francisco de Sales (1567-1622) considera que a morte de Nossa Senhora se tenha verificado como efeito de um transporte de amor. Ele fala de um morrer “no amor, por causa do amor e por amor”, chegando por isso a afirmar que a Mãe de Deus morreu de amor pelo seu Filho Jesus (Traité de l’Amour de Dieu, Lib. 7, c. XIII-XIV). Pode-se dizer que a passagem desta vida à outra constituiu para a Santíssima Virgem uma maturação da graça na glória, de tal forma que jamais como nesse caso a morte pôde ser concebida como uma “dormida”.

5. Em alguns Padres da Igreja encontramos a descrição do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo vir acolher a sua Mãe no momento da morte, para introduzi-la na glória celeste. No final da sua existência terrena, ela terá experimentado, como São Paulo e mais do que ele, o desejo de se libertar do corpo para estar com Nosso Senhor, no Céu, para sempre (cf. Fl. 1,23).

6. Por essas razões, podemos invocar, com inteira confiança, para aqueles que chegam à hora suprema da vida: “Nossa Senhora da Boa Morte, rogai por nós”.

Fonte: Alguns dados extraídos de http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com/ADF

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

VOCÊ É A MÃE DE JESUS?


«Numa tarde de Novembro, fria e triste. O carro em que ia a Sra. Stephenson parou diante de um armazém de roupas.
Um rapazinho, com um molho de jornais debaixo do braço, contemplava atentamente as peças de roupa e calçado, expostas na montra. A senhora fixou o olhar do pequenino. Chamou-lhe a atenção o seu olhar angustiado e pareceu-lhe que mexia os lábios como se estivesse a rezar. Desceu do automóvel e aproximou-se do pequeno ardina. Notou que os seus sapatos mal tinham solas e que a roupa estava velha e rota. Movida de compaixão, disse-lhe:
- Vem comigo, menino. Queres um fato?
- Queria, sim.
Entrou com o pequeno na loja e disse:
- Por favor, uns sapatos para este rapaz e também um fato novo. No fim apresente-me a conta.
O garoto deixou-se calçar e vestir, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Não estranhava nada de quanto fazia aquela senhora desconhecida, que também o olhava com simpatia e carinho.
Tinha a impressão de que o pequeno lhe queria fazer uma pergunta. Quando este, finalmente, ficou pronto e arranjado, o caixeiro disse-lhe:
- Estás um lindo rapaz, olha. E deu-Ihe um espelho.
O pequeno pareceu contente.
A senhora pensou: Agora vai-me agradecer, mas enganou-se. O rapaz pegou-Ihe na mão direita com delicadeza e perguntou-Ihe, com um tom de confiança:
- Você é a Mãe de Jesus?
A Sra. Stephenson ficou tão surpreendida, que por instantes nem soube responder.
- Porque me fazes essa pergunta? O rapazinho, com uma candura admirável, exprimiu-se assim:
- Porque Mike McKarthi disse-me que a Mãe de Jesus é muito boa. Aconselhou-me a que lhe pedisse tudo de que precisasse, porque ela ouve-me ainda que fale baixinho. Quando a senhora se aproximou da montra, eu estava a pedir à Mãe de Jesus que me desse um par de sapatos e um fato. Você é a Mãe de Jesus?
- Não, meu menino. Mas foi Ela que me fez aqui parar.
A senhora beijou o menino e levou-o consigo.

domingo, 13 de novembro de 2011

As diversas faces do demónio – por frei Elias


“Quem como Deus”, é com este grito que o Arcanjo São Miguel se colocou diante de Lúcifer e o baniu dos céus.

“Há duas manhas que o maligno está a utilizar. Uma é fazer com que os sacerdotes não creiam que ele existe, porque se os próprios pastores, líderes da Igreja, não acreditam na existência dele, é muito fácil dispersar o rebanho deles. A segunda estratégia utilizada por ele, é a das seitas, pois, por meio destas práticas, ele tira a atenção das pessoas de Jesus”.
Afasta-te, Satanás!
“Quem como Deus”. Este é o grito do Arcanjo Miguel para que todos ouçam: “Quem como Deus?”. Um grito dado no céu em direcção a Lúcifer, o serafim portador da luz que, ao rebelar-se contra Deus, tornou-se Satanás, o derrotado.

Ele é o derrotado porque levou à perdição todos Os anjos que, com ele, se rebelaram. Ele também é o derrotado porque quer, a todo custo, levar-nos também à perdição.

Como será o meu julgamento diante do Senhor? Chego a sonhar com isso! Imagino-me diante de um tribunal onde me sento no banco dos réus e, ali, há um advogado de acusação, que permanece o tempo todo com os olhos fixos em mim. Ele tem uma expressão má. Há maldade no seu olhar.

Ao meu lado está o advogado de defesa: é bom e gentil. Ao abrir-se a porta do tribunal, o juiz entra na sala. Os meus olhos estão sempre fixos neste juiz. O juiz inicia o meu julgamento.

O advogado de acusação começa a dizer: “Eu sou Satanás. O meu objectivo é levar este homem ao inferno. Estou aqui para o acusar”.

É isto o que Satanás fará no dia do nosso julgamento. Ele nos acusará. Ele apontará as nossas fraquezas, erros e misérias. E, enquanto ele faz isto, eu vou ficando envergonhado. Até o meu advogado de defesa fica constrangido, quando percebe Satanás a revelar pecados dos quais eu nem mesmo me lembrava!

Fico inquieto com o silêncio do meu advogado de defesa. Será que só tenho coisas ruins? Será que nada fiz de bom durante a minha vida? E Satanás continua a acusar-me. E termina com grande furor, dizendo: “Este homem merece ir para o inferno!”

Estou a tremer. Imagino o meu destino... Qual será? Então é a vez do meu advogado de defesa. Ele pede para se aproximar da mesa do juiz. Satanás discorda desta atitude. Mas o juiz permite que o meu advogado de defesa se aproxime. Ele aproxima-se do juiz e diz: “Tudo o que Satanás disse a respeito do réu é verdade. Ele traz consigo todas estas acusações”. Daí, eu percebo que o meu advogado de defesa, na verdade, é Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador.

Ele dirige-se ao tribunal, dizendo: “Não vou negar nenhuma das acusações feitas ao réu. O salário do pecado é a morte”. Jesus, então, abre os Seus braços, dá um longo suspiro e diz: “Mas eu morri na cruz, para que este homem tivesse a vida eterna. Este homem aceitou-me como seu Senhor e Salvador. Ele é meu. Ele pertence-me. O seu nome está escrito no livro da Vida. E ninguém pode tirá-lo das minhas mãos. Este homem não merece justiça, mas misericórdia”. Após dizer isto, o meu advogado de defesa senta-se ao meu lado.

O juiz, então, erguendo a mão poderosa e batendo com o martelo na mesa, dá o seu veredicto final: “Toda a dívida deste homem já foi paga. Ele está livre! Caso encerrado”.
O advogado de defesa conduz-me até à porta de saída, enquanto eu escuto os gritos do acusador que diz: “Eu não vou desistir de ti! Na próxima vez eu vou vencer!”

Ao sair, pergunto a Jesus: “O Senhor já perdeu algum caso neste tribunal?” E Ele responde amavelmente: “Todos os que recorreram a mim, pedindo que Eu os representasse, obtiveram o mesmo veredicto que tu”. Se tu fores a Jesus, nunca vais perder. A derrota será sempre de Satanás.

Depois disto, pergunto: Por que é que Satanás, mesmo sendo um derrotado, continua a lutar?

Quando estamos ao lado do Senhor, é certa a nossa vitória. Não ficamos ao lado do derrotado. Permanecemos ao lado d'Aquele que é o vencedor, Jesus Cristo.

No entanto, se estamos presos a algum vício, mesmo sabendo quão mau ele é, isto significa que temos uma dependência a este vício. Satanás já está derrotado. Ele é um perdedor. Mas, assim como um dependente, o inimigo não consegue fazer outra coisa a não ser odiar. Ele tem uma dependência ao ódio. Ele não sabe fazer outra coisa a não ser acusar-nos e desejar o nosso mal. O inimigo está completamente vencido. Não devemos ter medo dele. O inimigo é que deve ter medo dos filhos de Deus.
Santo Agostinho ensina que Satanás é como um cachorro feroz preso por uma corda. Se não te aproximas do território deste cão, ele não te pode morder. Entendes? O mesmo acontece com Satanás: não podes entrar no território dele que são os vícios, o álcool, orgias e coisas assim.

Cada vez que entro no território do inimigo ele consegue dar-me uma dentada. Portanto, não preciso de ter medo de Satanás, mas preciso de ter todo o cuidado. Se eu o seguir e entrar no seu território, com certeza sofrerei as consequências. O inimigo é esperto e gosta de nos enganar. É preciso ter muito cuidado!

Os espíritos malignos trabalham num sistema de cooperação visando a destruição do homem. Isto é muito importante teres em mente: qualquer coisa que o demónio te der, depois ele te cobrará o preço. E o preço será muito alto. Ele não dá nada por amor. Tudo o que ele dá, é por ódio. E tu pagarás o preço, mais tarde, com certeza. Não aceites nada do demónio, mesmo que seja uma cura.

Por que é que Satanás nos odeia tanto? Porque ele não suporta o facto de termos um corpo humano. Ele é um anjo decaído. Um ser espiritual que não suporta a realidade de que, com o nosso corpo, lembramos a segunda pessoa da Santíssima Trindade: Jesus Cristo, o Verbo de Deus feito carne.

Satanás poderia suportar até mesmo o facto de ser derrotado por Jesus. Mas, o que ele não tolera é o facto de que o homem, com uma natureza inferior, tenha autoridade sobre ele. Isto vemos na Palavra de Deus, quando Jesus dá esta autoridade aos Seus discípulos e envia-os dois a dois. Os discípulos alegram-se, quando retornam da sua missão, pelo poder a eles conferido em expulsar demónios. Mas Jesus afirma que a grande alegria deles consiste no facto de que os seus nomes estão escritos no livro da Vida, ou seja, a grande alegria do discípulo consiste na intimidade com o Pai.

Antes de subir ao céu, Jesus ainda afirma para os Seus discípulos que o poder a eles conferido é o de baptizar as pessoas, curar os enfermos e expulsar os demónios. Isto é lindo! Nós somos possuidores desta autoridade - dada pelo próprio Senhor Jesus – sobre os espíritos maus.

Se sofres com o pecado da luxúria, sabe que tens autoridade sobre este espírito maligno. Portanto, exerce esta autoridade! Se o teu problema é a vaidade ou a falta de perdão, também deves fazer uso desta autoridade e, como uma pessoa baptizada, selada pelo Espírito Santo, expulsa este espírito mau.

Reconhece que, mesmo sendo constantemente atacado, tens inúmeras possibilidades para vencer. Basta fazer uso destas inúmeras armas espirituais que o Senhor Jesus nos concede.

Imagina que eu vou lutar contra um lutador de sumô. Ele é mais forte do que eu (bem mais forte!). Diante disto, eu posso desesperar e sentir-me já derrotado... Mas veja: antes que ele me ataque, eu mostro-lhe minha arma e aponto-a na sua direcção. E agora? Quem ficará apavorado? Por mais forte que o meu adversário seja, ele apavora-se diante desta arma. Compreendes?

De que armas estamos a falar? A primeira arma é a Eucaristia. Adora a Jesus no Sacrário. Esta adoração é mais poderosa do que qualquer exorcismo.

A segunda arma é o Sacramento da Reconciliação. Procura a Confissão. O inimigo fica perturbado diante da pronúncia do Nome de Jesus. A Confissão é um sacramento, portanto, um meio muito mais poderoso do que qualquer oração de exorcismo.
Outra arma eficaz é a oração de louvor. Porque nos tempos actuais vemos uma acção tão evidente de Satanás no nosso meio? Por causa dos inúmeros grupos de oração, nos quais as pessoas são suscitadas para o louvor. Daí, o inimigo não consegue esconder-se mais. É como o que acontece com um rato que fica escondido na tubulação. Quando deitas água a ferver na tubulação, o rato aparece e sai a correr. O mesmo acontece com o louvor. Quando tu louvas, estás deitar “água a ferver” sobre o inimigo de Deus. Ele não resiste e foge.

E, finalmente, uma arma poderosa é Maria. O demónio tem muito medo dela. Ele não tolera uma vitória vinda pelas mãos de Maria. Ela é uma criatura humana. Portanto, numa condição abaixo da condição angélica. E o inimigo não suporta o facto de que Maria esmaga a sua cabeça. Uma coisa importante: num exorcismo, quando mencionamos o nome de Maria, o espírito maligno fica com mais raiva do que quando mencionamos o Nome de Jesus! E a razão é simples: Satanás não suporta uma vitória de Jesus, o Filho de Deus e, muito mais não aguenta, uma vitória vinda pelas mãos de Maria, uma criatura humana, que em tudo fez a vontade do Pai.

Queremos agradecer a Jesus, por nos conceder tantas armas e nos ter dado tão grande poder e autoridade. Muito obrigado, meu Senhor!
Quem como Deus?
Em Jeremias 33,3 lemos o seguinte: “Clama por mim, que eu te ouvirei e te mostrarei coisas grandiosas e sublimes, que tu não conheces”.

Deus criou o céu e a terra. Ele criou o mundo visível. E também criou o mundo invisível, do qual pertence os anjos. Os anjos são os mensageiros de Deus. A palavra “anjo” significa exactamente isto: mensageiro.

Deus quis nos criar na Sua infinita misericórdia. Ele te quis! Deus ama-te, meu irmão! E isto é o mais importante. Se outros te rejeitaram, fica a saber que o Senhor não te rejeitou.

Vê a beleza da harmonia da criação de Deus. Tudo Ele criou para que nos fosse revelado o Seu grande amor. Nós somos participantes deste mistério da criação de Deus. Podemos encontrar os vestígios da Sabedoria de Deus nas Suas obras. Ele fez tudo isto a partir de um nada. E criou tudo por amor.

Mas veja: a “Nova Era” tem suscitado esta mentalidade neo-pagã, na qual as pessoas "abraçam" uma árvore, colocam-se sob uma pirâmide e acabam por tratar as coisas criadas como se fossem Deus, pois aquilo tem “energia”.

Deus não é uma “energia”. Ele é uma pessoa! O intuito da “Nova Era” é despersonalizar a Deus. O objectivo é tratá-lo como uma “energia”, e não como uma pessoa. Deus é uma pessoa. E Ele veio ao mundo para nos salvar. Ele tem um nome. O nome sobre todo e qualquer outro nome: Jesus Cristo.

E Deus, neste mundo invisível, constituiu aos anjos como este exército celeste colocado a nosso favor para nos proteger. Reconhece que tu não combates sozinho!

Os anjos receberam de Deus três missões: a primeira consiste em adorar constantemente a Deus. A segunda missão é a de executar os desígnios divinos. E a terceira incumbência consiste na protecção dos filhos de Deus. Os anjos protegem-nos bem mais do que qualquer “cerca eléctrica”.

Mas, é claro, esta protecção dos anjos é contra os nossos inimigos espirituais, pois vivemos num constante combate espiritual. Afirma o Salmo 91,11-12: “Pois ele dará ordem aos seus anjos para te guardarem em todos os teus passos. Nas suas mãos te levarão para que o teu pé não tropece em nenhuma pedra”.

Esta revelação sobre os anjos, seres espirituais, tem o seu fundamento na Palavra de Deus. E o Salmo 103,20 revela: “Bendizei o SENHOR, vós, seus anjos, heróis fortes que executais as suas ordens, obedecendo à sua palavra!”

Que maravilha percebermos que os anjos foram enviados por Deus para nossa protecção. Até mesmo as nações têm os seus anjos protectores. Lembremos o Anjo de Portugal nas aparições em Fátima. Mas não é isto que a “Nova Era” quer transmitir. Ela quer trazer um ensinamento totalmente deturpado sobre os anjos, diferentemente do que nos ensina a Mãe Igreja. É a nossa oração ao nosso Anjo da Guarda que mantém e sustenta a sua missão de protecção em nossa vida.
No início da criação, havia um anjo muito poderoso, o seu nome era Lúcifer, aquele que “porta a luz”. E que luz era esta? A luz de Deus. Ele foi o primeiro entre os serafins. Ele era uma verdadeira maravilha dentro do mundo angélico. Este anjo era uma criatura de Deus. Uma obra-prima entre os demais anjos. E Deus criou este anjo de luz, temível, cheio de autoridade. Assim era este serafim chamado Lúcifer.

Em Ezequiel 28,12-15 lemos: “Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras um modelo perfeito, cheio de sabedoria, a perfeita beleza. No Éden, no jardim de Deus te achavas. De todo o tipo de pedras preciosas era o teu manto: cornalina, topázio, berilo, crisólito, ônix, jaspe, safira, granada e esmeralda. Os teus engastes foram trabalhados em ouro, preparados no dia em que foste criado. Com um querubim protector eu te havia colocado; estavas na montanha santa de Deus, faiscando entre pedras de fogo. Eras perfeito na tua conduta desde o dia em que foste criado, até se descobrir em ti a maldade”.

Mas Deus colocou os anjos criados à prova. Ele quis ver se os anjos, de facto, haveriam de corresponder a esta tríplice missão angelical. E Deus, no Seu propósito, decide enviar o Seu amado Filho para encarnar entre os homens, ou seja, Deus assumiria a nossa carne. E esta foi uma prova de obediência para os anjos.

Diante disso, Lúcifer revolta-se. Como poderia Deus unir-se à humanidade, assumindo a sua natureza? O serafim Lúcifer não aceita dobrar-se diante de um homem, pois ele era um ser angélico, espiritual, perfeitíssimo. Ele não aceita isto. E por quê? Por soberba!

S. Tomás de Aquino disse que Lúcifer quis roubar para si a glória pertencente somente a Jesus Cristo. Lúcifer não quis submeter-se ao plano salvífico de Deus, ao Seu plano de amor. O serafim perfeito, reflexo da luz de Deus, não se submete. Ele revolta-se contra Deus.

Também nós somos tentados todos os dias. Quantas vezes dizemos que não aceitamos este ensinamento da Igreja, esta ordem de Deus, porque somos “isto” ou somos “aquilo”?

Hoje Lúcifer já não é o anjo “portador da luz”. Ele perdeu esta luz por causa da sua soberba e desobediência. Hoje ele é o príncipe deste mundo. Ele continua a tentar-te com doutrinas falsas. Ele quer, a qualquer custo, levar-te para o caminho da desobediência, afastando a tua vida do querer de Deus.

Mas, enquanto Lúcifer grita: “Eu não adorarei!”, eis que no Céu surge um outro grito: “Quem como Deus?”. Quem é este que grita e se prostra ante Deus? É Miguel, o arcanjo de Deus. Naquele momento de insubmissão por parte de Lúcifer, eis que se levanta Miguel e se reveste de justiça! E miríades e miríades de anjos são atingidas por este grito de São Miguel: “Quem como Deus?” Este é um brado de submissão, um grito de abandono nas mãos do Pai.

Daniel 10,13-14 diz: “Há vinte e um dias que o chefe do reino da Pérsia combate comigo, mas Miguel, um dos primeiros chefes, veio ajudar-me. Pois eu o deixei lá, enfrentando o rei da Pérsia e vim explicar-te o que vai acontecer ao teu povo nos últimos dias, pois ainda existe uma visão para estes dias”.

Reza comigo: “Eu quero contar com o auxílio de São Miguel Arcanjo para que ele me proteja e à minha família. Que São Miguel e o seu exército de anjos possam combater por mim a meu favor. Eu não quero ceder às falsas doutrinas”.

Em Daniel 12,1 vemos o seguinte: “Naquele dia vai prevalecer Miguel, o grande comandante, sempre de pé ao lado do teu povo. Será hora de grandes apertos, como jamais houve, desde que as nações começaram a existir até ao tempo actual. Só escapará, então, quem for do teu povo, quem tiver o seu nome inscrito no livro”.

São Miguel está ao nosso lado. Ele combate por nós. Diga ao teu irmão: “Tu escaparás!” Sim, é verdade: São Miguel combate a nosso favor e nós escaparemos destes ataques do inimigo, pois o arcanjo do Deus Altíssimo tem lutado a nosso favor.
Na Bíblia o capítulo 12 do livro do Apocalipse, lemos:Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava em dores de parto, atormentada para dar à luz. Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, avermelhado como fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete diademas. Com a cauda, varreu a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que ela o desse à luz. E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com ceptro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. A mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar, para que aí fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão lutou, juntamente com os seus anjos, mas foi derrotado; e eles perderam o seu lugar no céu. Assim foi expulso o grande Dragão, a antiga Serpente, que é chamado Diabo e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Ele foi expulso para a terra, e os seus anjos foram expulsos com ele. Ouvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo. Porque foi expulso o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite perante o nosso Deus. Eles venceram o Dragão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu próprio testemunho, pois não se apegaram à vida: até se deixaram matar. Por isso, alegra-te, ó céu, e todos os que nele habitais. Mas ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu para o meio de vós e está cheio de grande furor; pois sabe que lhe resta pouco tempo”. Quando viu que tinha sido expulso para a terra, o Dragão começou a perseguir a Mulher que tinha dado à luz o menino. Mas a Mulher recebeu as duas asas da grande águia e voou para o deserto, para o lugar onde é alimentada, por um tempo, dois tempos e meio tempo, bem longe da Serpente. A Serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da Mulher, a fim de a submergir. A terra, porém, veio em socorro da Mulher: abriu a boca e engoliu o rio que o Dragão tinha vomitado. Cheio de raiva por causa da Mulher, o Dragão começou a combater o resto dos filhos dela, os que observam os mandamentos de Deus e guardam o testemunho de Jesus. E pôs-se em pé na praia do mar.

Não estamos sozinhos neste combate. Confia nesta realidade. Não tenhas medo! “Quem como Deus?” O Senhor enviou São Miguel para te proteger e à tua família. Crê nisto. São Miguel é o nosso protector. E também é posto por Deus como protector e defensor da Igreja Católica Apostólica Romana.
Fonte: JAM

sábado, 12 de novembro de 2011

Frase do Dia

"Somente alicerçada sobre o amor,

como a casa edificada sobre a rocha,

uma família se mantém. "

"O dinheiro pode comprar uma casa. Mas só o amor faz de uma casa um lar, só o amor faz de um lar uma família."

Físico Judeu Albert Einstein

Oração para obter as santas virtudes


Senhor meu e meu Deus, pelos merecimentos de Jesus Cristo, peço-vos antes de tudo a vossa santa luz, para que compreenda que os bens terrestres não são mais que vaidade, e o único bem é vos amar, ó Bem supremo e infinito, e avalie também quanto mereceis ser amado de todo mundo, e principalmente de mim, a quem testemunhastes tanto amor. Dai-me a santa humildade, para abraçar com alegria todos os desprezos que receber dos homens.

Inspirai-me grande dor dos meus pecados. Reduzi-me a amar a santa mortificação, combater as minhas paixões e domar os meus sentidos rebeldes. Fazei com que eu ame a obediência aos meus superiores. Concedei-me a graça de não ter nas minhas ações outro fim senão o de vos agradar.

Dai-me a santa pureza do corpo e espírito, e o desapego de tudo o que não tende ao vosso amor. Dai-me grande confiança na Paixão de Jesus Cristo e na intercessão da Santíssima Virgem Maria. Dai-me sobretudo um grande amor a vós e perfeita conformidade com a vossa divina vontade.

“As mais belas orações de Santo Afonso”

sexta-feira, 11 de novembro de 2011



EU VOS AMO SENHORA!

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