quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Igreja Católica é a instituição que mais ajuda os doentes de AIDS no mundo


Do total de pessoas infectadas no mundo com o HIV/AIDS, aproximadamente 25 por cento é atendida por alguma instituição da Igreja Católica, o que a converte na instituição mais importante em nível mundial neste tema.

Esta porcentagem aumenta no caso da África, onde a Igreja cuida de quase 50 por cento dos afetados por este flagelo.

Em entrevista concedida à plataforma multimídia da organização Ajuda à Igreja que Sofre, Wheregodweeps.org, o Pe. Michael Czerny, fundador da Rede Jesuíta para luta contra a AIDS na África, precisa que em alguns lugares afastados das grandes cidades, a quantidade de pessoas que sofrem esta enfermidade e que são atendidas pela Igreja chega inclusive ao 100 por cento.

“Com freqüência os únicos serviços para lutar com a AIDS em áreas remotas com as clínicas da Igreja”, acrescenta o sacerdote jesuíta que dirige a mencionada rede na cidade de Nairobi, Quênia.

O sacerdote ressalta logo que “a Igreja no mundo é a entidade que mais cuida de doentes de HIV, dos que já padece a AIDS e cuida ademais dos que são afetados por este flagelo: as viúvas, os órfãos e demais pessoas que têm que lutar com este problema”.

“Dado que o HIV e o AIDS não são somente uma infecção ou doença mas também um problema pessoal, familiar, social e espiritual, o que a Igreja pode fazer e o que efetivamente faz que me orgulha é acolher à pessoas de maneira integral, considerando sua dimensão psicológica e espiritual, basicamente, e não só no nível médico”, explica.

A AIDS e o preservativo

Depois de comentar que se luta contra a AIDS com espírito de família, levando a Cristo a todos os afetados, amigos e parentes, o Pe. Czerny recorda o que foi afirmado pelo Papa em sua viagem a África em 2009 sobre o fato de que o preservativo não resolve o problema, e sim uma autêntica humanização da sexualidade.

Esta afirmação secundada pelo Dr. Edward Green, então Diretor do programa para a prevenção da AIDS da Universidade do Harvard. Este perito explicou, dias depois da viagem do Santo Padre, que “o preservativo não previne a AIDS, só a conduta sexual responsável pode responder a esta pandemia”.

Logo depois de explicar que a chave para a luta contra a AIDS está na promoção da abstinência e a fidelidade, que permitem viver a sexualidade de maneira sã e bela, o sacerdote denuncia que na África, “a massiva promoção do preservativo é sinônimo de destruição”.

“Isso não está fazendo frente ao problema, mas infelizmente não é o único exemplo de aproximações equivocadas impostas à África às quais este continente sobreviveu”, acrescenta.

Fonte: Blog Prof. Felipe Aquino/ADL

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