sábado, 18 de junho de 2011

Intolerância religiosa


Muçulmanos incendeiam e saqueiam igrejas na Indonésia

Um grupo de muçulmanos indonésios incendiou e depredou igrejas católicas e enfrentou a polícia nesta terça-feira (08), durante uma onda de violência religiosa no maior país islâmico do mundo.

Sem o respeito a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, os vândalos entraram nas igrejas e destruíram tudo que viam.

A imagem abaixo é triste, porém precisamos rezar para que estas ofensas ao Imaculado Coração de Maria cessem.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Consagração das últimas horas de nossa vida à Santíssima Virgem


Prostrado a vossos pés, humilhado pelas muitas faltas que cometi, porém cheio de confiança em vós, ó Maria, suplico-vos que vos digneis atender à prece que meu coração vos dirige:

É para os meus últimos momentos que venho solicitar vossa proteção e vosso amor maternal, a fim de que, desse momento decisivo, possais fazer por mim tudo o que vossa afeição vos sugerir.

Consagro-vos, pois, as duas últimas horas de minha vida; assisti-me naqueles instantes, para receberdes o meu último suspiro; e, quando a morte cortar o fio de minha existência terrena, dizei a Jesus, apresentando-lhe minha alma: Eu a amo!

Essa única palavra bastará para me alcançar as bênçãos de Deus e a ventura de vos ver na eternidade.

Confio em vós, ó Maria, e estou certo de que a minha confiança não será vã.

Ó Maria, minha terna Mãe, rogai por este (a) vosso(a) filho (a).

Amém.

(Fonte: “Pelo Jardim dos Anjos” – Frei Ângelo Maria do Bom Conselho – 1939.)/ADF

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O inferno visto e descrito por Santa Francisca Romana – Parte 1


Santa Franscisca Romana
“Lembra-te dos teus novíssimos e não pecarás” (Ecl. 7,40) — recomenda a Sagrada Escritura. Os novíssimos do homem são as últimas coisas que a ele ocorrerão, ou seja, a morte, o juízo particular, o Céu, o inferno, o purgatório, o fim do mundo, a ressurreição dos mortos e o juízo final.

A 9 de março a Igreja comemora a festa de uma grande santa, cuja vida foi marcada por extraordinárias visões que teve do Céu, purgatório e inferno, bem como a ação dos anjos e dos demônios neste mundo. Trata-se de Santa Francisca Romana.

Nasceu ela em 1384, da nobre família dos Brussa. Com apenas 12 anos, levava já uma vida extraordinária. Sua intenção era de não se casar, mas seu confessor aconselhou-a a não resistir às instâncias de seus pais, tendo esposado então Lourenço de Poziani.

Logo que se casou, caiu gravemente doente, sendo curada milagrosamente por uma aparição de Santo Aleixo, mártir romano. No lar, o teor de sua vida era severo e admirável. Desde o seu restabelecimento, Francisca dedicou-se largamente às obras de caridade. Junto à cunhada Vanosa, pedia esmola de porta em porta, para dar aos pobres nas vias públicas, em zonas onde não era conhecida.

Deus abençoou seu matrimônio, concedendo-lhe seis filhos. O falecimento do filho João, ainda criança, constituiu uma das alegrias de sua existência. Teve ele uma morte extraordinária, e disse ao expirar: “Vejo Santo Antônio e Santo Onofre, que vêm buscar-me para me levarem ao Céu”.

Vários fatos de transcendência pública influenciaram sua vida: a tomada de Roma pelo Rei de Nápoles, que desencadeou uma série de catástrofes sobre sua família; o exílio do Papa Eugênio IV, em virtude da guerra entre florentinos e milaneses, etc.

Ainda em casa do esposo, congregou em torno de si muitas senhoras da melhor sociedade romana, com o fim de se animarem na prática da piedade e virtudes cristãs.

Formou-se a primeira organização de senhoras que, em 1431, recebeu uma regra própria, dando origem às Oblatas de Santa Francisca Romana, cujo pequeno convento tinha o pitoresco nome de Tor de ‘Spechi.

Santa Francisca Romana fazia caridade
Após a morte do marido, juntou-se a suas filhas espirituais, conduzindo-as aos hospitais e às casas dos pobres. Muitas vezes, em lugar de um remédio ou recurso insuficiente, foi uma cura súbita e miraculosa que Santa Francisca levou aos necessitados.

Deus a consolou com revelações e comunicações místicas sobre a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e Maria Santíssima.
Tornou-se célebre por seus milagres e dons de cura. Restituiu a vista aos cegos, a palavra aos mudos, a saúde aos doentes, e libertou muitos possessos do demônio.

Santa Francisca teve o pressentimento de sua morte e preveniu seus amigos. Pedia a Deus que a levasse desta vida, pois não queria ver as novas crises que já começavam a assaltar a Santa Igreja. Caiu enferma, vindo a falecer em 1440.

Na vida dessa mística italiana, as visões ocupam um lugar saliente. A propósito do que a Santa viu sobre o inferno, o célebre escritor católico francês Ernest Hello apresenta um apanhado sucinto e sugestivo em sua obra “Physionomie des Saints”.

Inúmeros suplícios, tão variados quanto os crimes, foram mostrados à Santa em detalhes. Por exemplo, viu ela o ouro e a prata serem derretidos e derramados na boca dos avarentos. A hierarquia dos demônios, suas funções, seus tormentos, os diversos crimes aos quais presidem, foram-lhe apresentados. Viu Lúcifer, chefe e general dos orgulhosos, rei de todos os demônios e precitos, rei muito mais infeliz do que os próprios súditos.

Continua amanhã…

A pastorinha coroada pela Mãe Santíssima


Conta o Padre Auriema que uma pastorinha de ovelhas tinha muito amor a Maria Santíssima. Todas as suas delícias eram ir a uma capela da Virgem, que estava no monte, e aí entreter-se sossegadamente com sua boa Mãe, enquanto pastavam as ovelhas.

E porque a pequena estátua da Mãe de Deus estava sem enfeite algum, pôs-se a fazer-lhe uma manto, com suas pobres mãozinhas. Um dia, colhendo do campo algumas singelas flores, delas compôs uma grinalda. Depois, subindo ao altar, a pôs na cabeça da imagem dizendo:

“Minha mãe, eu quisera pôr-vos na cabeça uma coroa de ouro, mas não posso porque sou pobre. Assim recebei de mim esta pobre coroa de flores; aceitai-a em sinal do amor que vos tenho”.

Com estes e semelhantes obséquios, buscava a piedosa pastorinha servir e honrar a sua amada Rainha. Ora, vejamos agora como a boa Mãe recompensou as visitas e afetos desta sua filha.

Caiu ela enferma e chegou a termos de morrer. Sucedeu que dois religiosos passando por aquele lugar, e cansados da viagem, se puseram a descansar debaixo de uma árvore. Uma dormia e o outro estava acordado. Mas ambos tiveram a mesma visão.

Viram um grupo de belíssimas virgens, e entre elas estava uma que em beleza e majestade excedia a todas. A esta perguntou um dos religiosos: Quem sois vós, Senhora, e aonde ides?

“Eu – respondeu a Virgem – sou a Mãe de Deus e vou com estas santas virgens visitar aqui na aldeia uma pastorinha moribunda, que muitas vezes me visitou a mim”.Assim disse e desapareceu.

Disseram então aqueles bons servos de Deus: “Vamos nós também vê-la! Preparem-se”; e chegando à casa onde estava a pastorinha moribunda, entraram na pobre choupana e ali a viram deitada sobre um pouco de palha.

Saudaram-na; e ela fez o mesmo e lhes disse: “Irmãos, rogai a Deus que vos faça ver quem me está assistindo”. Logo ajoelharam-se eles e viram a Mãe de Deus que estava ao lado da pastorinha com uma coroa na mão, e a consolava.

Eis que as virgens começaram a cantar, e ao som daquele suave canto saiu do corpo a bendita alma da pastorinha. Maria colocou-a então a coroa na cabeça, tomou-lhe a alma e levou-a consigo no paraíso.

Extraído do livro: Glórias de Maria de S. Afonso de Ligório.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos: missão, vontade e poder


Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos é Nossa Senhora enquanto tendo a missão, a vontade e o poder de auxiliar os cristãos.

Cada um desses conceitos – missão, vontade e poder – merece, pois, um comentário.

Antes de tudo, a missão.

Nossa Senhora foi criada para ser mãe, de modo especial, de todos os cristãos. E, de modo geral, de todos os homens. Ela tem, portanto como mãe, essa missão que a Providência entregou a todas as mães: velar pelos seus filhos.

Agora, essa missão não deve ser vista, no caso, como a de uma mãe junto ao filho adulto. Por mais respeitável, por mais dileto que seja o papel da mãe em todas as idades do filho, é claro que há uma idade em que o homem carrega a responsabilidade de seu próprio destino, em que ele até mais protege a mãe do que é protegido por ela.

Nós devemos ver as nossas relações como Nossa Senhora não como a de pessoa adulta com a mãe, mas de uma criança em relação à mãe. Porque a missão dEla junto a nós é essa! Este é o melhor “suco” da piedade católica, nesse gênero de assunto.

Como se explica isso?

Cada pessoa está nessa terra num período de prova. É um período de luta, em que sua alma está se desenvolvendo para a maturidade plena que ela deve ter no momento da morte. De tal maneira que, visto do céu, ela é uma criança em formação. A nossa verdadeira idade adulta é a idade em que Deus colher a nossa alma. Porque, pelo menos se tivermos sido fiéis à graça, essa será a plenitude para qual fomos criados.

De maneira que, do ponto de vista do céu, a terra é um educandário. E a maturidade é a morte. Nossa Senhora nos vê, portanto, como crianças em formação.

Ainda mais na perspectiva do mundo de hoje, com todos os desastres, as desordens, os desregramentos morais, o caos que nele existe, é tal a precariedade, é tal o desatino humano, que visto do céu, o homem é como uma criança. E, a maior parte infelizmente, como uma criança mal encaminha!

Compreende-se, portanto, que Nossa Senhora tenha, para conosco, a missão que uma mãe tem para com um filho menor. E bem menor… Quer dizer, de dar uma assistência inteira, de estar presente a todas as horas, proteger de todos os modos. É o que Nossa Senhora faz. A todo momento Ela tem conhecimento, simultâneo e perfeito, da situação de todas as pessoas. E Ela ama a cada uma como nunca uma mãe terrena amou tanto seu filho.

Por exemplo, ama muito mais do que Santa Mônica amou Santo Agostinho. Podemos imaginar então todas as solicitudes de Nossa Senhora. E compreender a missão que Ela tem de acompanhar a cada um de nós, obter as graças e guiar a vida de cada um, de tal maneira como se aquela pessoa fosse a única a existir.

Este é um ponto que é preciso sublinhar. Muitas pessoas têm a impressão de que Nossa Senhora olha todos os homens como quem olha para uma multidão… Cada pessoa é, portanto, um “ponto” dentro dessa multidão que Ela mal discerne; quando, da parte de alguém há um brado muito angustiado, Ela pode prestar um pouco mais de atenção. Fora disso, aquilo se perde no tumulto da humanidade.

Essa concepção é completamente falsa. A realidade é inteiramente o contrário: Nossa Senhora conhece, vê e ama cada pessoa como se existisse apenas ela!

Imaginemos nossa reação se o Anjo da Guarda aparecesse e nos dissesse: “agora Nossa Senhora vai parar uma hora de atender as orações do mundo inteiro, para só olhar para você; no universo inteiro se fará um silêncio; apenas a súplica sua subirá à Nossa Senhora e as graças de Nossa Senhora descerão para você”. Em primeiro lugar, nós ficaríamos para lá de comovidos: que honra! não mereço!… Mas, de outro lado, que maravilha! Que gratidão!

Ora, a todo o momento isto se dá. Quando rezamos a Nossa Senhora, é como se cada um rezasse, sozinho, o universo inteiro tivesse parado, e Ela estivesse prestando atenção só naquele!

É indispensável pormos isso na cabeça, porque, do contrário, não há piedade marial verdadeiramente viva. Fica tudo limitado, sem vôo e nem consistência.

Esta é a realidade. Agora, de fato, se Nossa Senhora, durante um minuto, por assim dizer, abandonasse o universo para olhar só para um, o universo ruiria naquele momento, pelo fato de Ela ser a rainha do Universo e Medianeira de todas as graças para os homens. De tal maneira o papel dEla é central, e contínuo.

Agora, a vontade (o desejo, o prazer) de Nossa Senhora está em auxiliar os cristãos.

Nossa Senhora não é infinitamente perfeita. Ela é uma mera criatura. Mas é insondavelmente perfeita! Ora, uma pessoa perfeitíssima ama com amor perfeitíssimo sua própria missão, dada por Deus.

Por isso Nossa Senhora quer bem a cada um de nós, individualmente, como cada um é, conhecido daquele jeito que é, com aquela espécie de desinteresse do amor materno, em que a mãe quer o filho não por causa de suas eventuais qualidades, nem do auxílio, nem de nada, mas é porque é filho dela.

Tudo quanto uma mãe tem de bom, Nossa Senhora tem de um modo inimaginável por nós. Nossa Senhora gosta de nos olhar, de nos querer bem e de ser bem querida por nós, na medida em que formos conformes a Deus, ou possamos nos converter para Deus. Mas é assim que Ela nos quer.

De maneira que, quando um de nós se ajoelha diante de uma imagem de Nossa Senhora, ou está rezando mesmo longe de uma imagem, deve ter a idéia de que esse ato é verdadeiramente grato a Nossa Senhora. E isso ainda que esteja em estado de pecado, pelo desejo que tem Nossa Senhora de nos tirar do pecado.

Tudo isto pela vontade de Nossa Senhora em nos ajudar. Porque mãe é assim. Quando a mãe tem esse desejo em relação ao filho, ela quer ajudar de todo jeito, de todo modo, a todo momento.

Por fim, o poder. Nossa Senhora tem o poder de nos ajudar. Ela, a todo momento, nos ajuda. Ajuda sobretudo para a vida espiritual, para nos santificarmos, e também para servirmos a causa católica. Ajuda-nos em todas as nossas necessidades, inclusive pequenas.

Uma pessoa verdadeiramente devota de Nossa Senhora pede a Ela tudo… Deve estar pedindo continuamente, tudo, desde que convenha para sua santificação e sua salvação. Pode até pedir o seguinte: “Minha Mãe, dai um jeito de tal coisa… convir à minha santificação, porque eu estou querendo muito ter tal coisa”. Porque podemos e devemos ter a “liberdade filial” com Nossa Senhora. Não deve haver nada de hirto dentro de nossa devoção para com Ela.

É real que às vezes Nossa Senhora não atende, porque a mãe que atende tudo o que o filho quer, não é boa. Mas aí Nossa Senhora nos dá uma outra coisa qualquer, melhor do que a que nós pedimos…

Hoje todo mundo vive no corre-corre, e com falta de tempo. O certo é que, se rezarmos mais, haverá mais tempo para tudo. Porque sai menos enguiço, menos encrenca, as coisas se arranjam melhor, dá tempo para tudo, porque Nossa Senhora nos sustenta até nas coisinhas. É questão de pedir, de pedir de todo jeito e pedir empenhadamente.

Uma última consideração:

Nossa Senhora, Auxílios dos Cristãos. O que faz aí a palavra “cristãos”?

É que Nossa Senhora é, antes de tudo, a Mãe dos cristãos. Por “cristãos” deve-se entender o católico. Não entra ecumenismo nisso. É o católico, apostólico, romano. Ela é Mãe também dos pagãos ou de outras religiões para os trazer à Igreja, ou para os salvar, porque alguns se salvam. Mas o melhor de seu amor materno é para os católicos.

Agora, se o melhor de seu amor é para os que têm verdadeira fé, o que dizer do amor dEla para com aqueles que dedicam a vida ao serviço da fé? Já não é uma prova de amor ter sido chamado para isso? Nós não merecemos de nenhum modo. Entretanto Ela nos chama para propagar a devoção a Ela.

Agora, somos chamados para a propagação da fé, em que época? Numa época de apostasia universal, inclusive dentro da Igreja. Vemos como um privilégio enorme São João Evangelista ter estado ao pé da cruz naquela hora. Sermos os filhos inteiramente fiéis dentro da Igreja, sem pacto nenhum com a impiedade ou a falsa piedade, reagir contra ela, ser perseguido por ela, é estar ao pé da cruz numa hora de abandono como nunca houve, desde que Nosso Senhor morreu, porque nunca a fé foi tão abandonada.

De maneira que, quando rezamos a Nossa Senhora, nos deveríamos considerar ao pé da cruz, com Nosso Senhor agonizante e Ela nos tendo chamado para aquela solidão e para a participação naquela dor.

Quanta coisa nós nos atreveríamos a pedir ao pé da cruz! Quanto perdão, quantas graças!

Como bem diz Santo Agostinho, o bom ladrão “roubou” o Céu. Foi o primeiro canonizado e provavelmente não será “cassado”. Como é que ele obteve isso? Teologicamente é certo: pela oração de Nossa Senhora. Porque é Ela Medianeira universal; só se obtém as coisas por meio dEla.

Se até o bom ladrão obteve perdão e se salvou, quanto mais nós obteremos graças para nós e também para os demais necessitados. Então, devemos rezar e muitas vezes fazer jaculatórias. Aí teremos correspondido, de algum modo, à solicitude de Deus nos dando Nossa Senhora como auxiliadora. E nossa alma encontrará a paz.
Fonte: ADF

terça-feira, 14 de junho de 2011

O Espírito Santo dá força à Igreja


O ciclo pascal é concluído liturgicamente com a festa de PENTECOSTES. O povo judeu celebrava pentecostes, inicialmente, a festa da colheita; depois celebrava a festa da chegada do Povo de Deus no Sinai, onde foi entregue, por Deus, os 10 mandamentos da aliança.

Com o envio do Espírito Santo, prometido por Jesus, sobre os apóstolos reunidos no cenáculo com Maria Santíssima, inicia-se a realização da MISSÃO da Igreja. Hoje a Igreja está espalhada pelo mundo inteiro transmitindo os ensinamentos e ministrando os Sacramentos de Cristo Nosso Senhor, que é o mesmo de ontem, de hoje e de sempre.

No livro dos Atos dos Apóstolos, São Lucas descreve o fato solene e extraordinário, acontecido na cidade de JERUSALÉM, na festa judaica de Pentecostes, 50 dias depois da Páscoa dos Judeus. Mas agora tem a presença santificante de Nosso Senhor Jesus Cristo através do Espírito Santo que anima e fortalece cada fiel.

O espírito Santo estava presente no início da vida pública de Jesus e está presente na ação missionária da Igreja tanto daquele tempo e como do nosso. Aquele acontecimento transformou os apóstolos. Até então tíbios, de vistas curtas e cheios de medo, num instante se transformaram em almas ardentes de zelo pela glória de Deus. Agora todos os homens são convidados a pertencer ao Reino de Deus através do Batismo (cf. At 2,1-11). Todos são convidados a pertencer à Igreja. O Espírito Santo nos dá a alegria e a esperança do Reino que já se manifesta onde houver a verdadeira caridade, que é a prática do amor de Deus.

Com a vinda do Espírito Santo, o “homem velho”, decaído pelo pecado, renasce como “homem novo” pela ação da graça. Assim, todos nós temos a força Espírito Santo que veio até nós pelo Batismo. E, pelo Crisma, somos constituídos soldados de Cristo. Nós somos, pois, missionários do Senhor. Dessa forma, em todos os lugares onde estivermos, devemos evangelizar pela manifestação de nossa Fé e pelo exemplo de nossa vida, servindo de nossas habilidades, dos dons e carismas que o Espírito dá a cada um de nós.

Fonte: http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com/AASCJ

Amar os animais é um dever. O nosso amor não estará completo se não amarmos a natureza e tudo o que ela integra, pois é obra do Criador!

O cão morto


Uma fábula oriental descreve um ajuntamento de ociosos em pequeno mercado nos arredores de Jerusalém, em torno de um cão morto que ainda mostrava, amarrada ao pescoço, a corda com que o haviam arrastado pelo chão. Os que o cercavam, olhavam-no com repugnância.

- Empesta o ar - disse um, apertando o nariz com os dedos e trejeitando uma careta de nauseado.

- Reparem na sua pele rasgada que nem para correias de sandália serve - galhofava um outro.

Um egípcio corpulento aludiu às orelhas sujas e sangrentas do animal, e rematou com voz empastada:

- Foi, sem dúvida, enforcado por ladrão.

Desse grupo de homens aproximou-se um desconhecido que ouvira os diversos comentários. Em seu rosto resplandecia estranha luz e todo o seu porte indicava dignidade fora do comum. Pondo os olhos meigos no animal morto e vilipendiado, disse em seu belo e límpido arameu:

- As pérolas desmerecem diante da alvura dos seus dentes.

Todos os circunstantes voltaram-se para ele com assombro, e, vendo-o tão sereno e compadecido, indagavam, entredentes, uns aos outros, quem poderia ser aquele homem. E retiraram-se cabisbaixos, envergonhados, quando alguém alvitrou:

- “Deve ser Jesus, o rabi de Nazaré, que só Ele sabe encontrar qualquer coisa digna de piedade e aprovação, até mesmo num cão morto!”

(Lendas do bom rabi - Malba Tahan)/ blog Almas Castelos

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Santo António de Lisboa, presbítero, Doutor da Igreja, +1231


Santo António de Lisboa

Santo António nasceu em Lisboa, provavelmente a 15 de Agosto de 1195, numa casa junto das portas da antiga cidade (Porta do Mar), que se pensa ter sido o local onde, mais tarde, se ergueu a Igreja em sua honra.

Tendo então o nome de Fernando, fez na vizinha Sé os seus primeiros estudos, tomando mais tarde, em 1210 ou 1211, o hábito de Cónego Regrante de Santo Agostinho, em São Vicente de Fora, pela mão do Prior D. Estêvão.

Ali permaneceu até 1213 ou 1214, data em que se deslocou para o austero Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde realizou os seus estudos superiores em Direito Canónico, Ciências, Filosofia e Teologia.

Segundo a tradição, talvez um pouco lendária, o Santo tinha uma memória fora do comum, sabendo de cor não só as Escrituras Sagradas, como também a vida dos Santos Padres.

As relíquias dos Santos Mártires de Marrocos que chegaram a Coimbra em 1220, fizeram-no trocar de Ordem Religiosa, envergando o burel de Frade Franciscano e recolher-se como Eremita nos Olivais (em Coimbra). Foi nessa altura que mudou o seu nome para António e decidiu deslocar-se a Marrocos, onde uma grave doença o reteve todo o inverno na cama. Decidiram os superiores repatriá-lo como medida de convalescença.

Quando de barco regressava a Portugal, desencadeou-se uma enorme tempestade que o arrastou para as costas da Sicília, sendo precisamente na Itália que iria revelar-se como teólogo e grande pregador.

Em 19 de Março de 1222, em Forli, falou perante religiosos Franciscanos e Dominicanos recém ordenados sacerdotes e tão fluentemente o fez que o Provincial pensou dedicá-lo imediatamente ao apostolado.

Fixou-se em Bolonha onde se dedicou ao ensino de Teologia, bem como à sua leitura. Exercendo as funções de pregador, mostrou-se contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses. Seguiu depois para França com o objectivo de lutar contra os Albijenses e em 1225 prega em Tolosa. Na mesma época, foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e seria custódio da Província de Limoges, um cargo para que foi eleito pelos Frades da região. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Assistiu à canonização de São Francisco em 1228 e deslocou-se a Ferrara, Bolonha e Florença. Durante 1229 as suas pregações dividiram-se entre Vareza, Bréscia, Milão, Verona e Mântua. Esta actividade absorvia-o de tal maneira que a ela passou a dedicar-se exclusivamente. Em 1231, e após contactos com Gregório IX, regressou a Pádua, sendo a Quaresma do ano seguinte marcada por uma série de sermões da sua autoria.

Instalou-se depois em casa do Conde de Tiso, seu amigo pessoal, onde morreu em 1231 no Oratório de Arcela.

O facto de ter sido canonizado um ano após a sua morte, mostra-nos bem qual a importância que teve como Homem, para lhe ter sido atribuída tal honra. Este acto foi realizado pelo Papa Gregório IX, que lhe chamou "Arca do Testamento".

Considerado Doutor da Igreja e alvo de algumas biografias, todos os autores destas obras são unânimes em considerá-lo como um homem superior. Daí os diversos atributos que lhe foram conferidos: "Martelo dos hereges, defensor da fé, arca dos dois Testamentos, oficina de milagres, maravilha da Itália, honra das Espanhas, glória de Portugal, querubim eminentíssimo da religião seráfica, etc.".

Com a sua vida, quase mítica, quase lendária, mas que foi passando de geração em geração, e com os milagres que lhe foram atribuídos em bom número, transformou-se num taumaturgo de importância especial.

fonte: evangelho quotidiano

domingo, 12 de junho de 2011

Nossa Senhora e o Santíssimo Sacramento


Nossa Senhora foi Quem trouxe Nosso Senhor à Terra.
Todas as graças que Nosso Senhor nos dispensa, dispensa-nos através de Nossa Senhora.
Do alto do Céu, Nossa Senhora está continuamente adorando as Sagradas Espécies.

Quando Elas são devidamente cultuadas, Ela lhes presta um culto jubiloso; quando elas são tratadas com indiferença e até com sacrilégio, Nossa Senhora lhes presta um culto de reparação.

Nossa Senhora é a única criatura que presta um culto verdadeiramente digno de Nosso Senhor. As outras criaturas sempre têm algum defeito que macula o alcance dessa devoção.

Por isso, devemos pedir a Nossa Senhora que trate a Nosso Senhor Jesus Cristo por mim e em mim e que Ela ponha em minha alma todas as disposições que Ela tinha quando, na vida terrena, lidava com as coisas dEle. De tal maneira que Ele seja bem tratado como eu quisera que realmente Ele fosse.

Pedir ainda mais: que pelo desdobramento do que dEla possa caber em mim, de fato visita a mim e seja como se Ela própria estivesse em mim. De maneira que cada disposição interna de minha alma, cada gesto meu, sejam como uma disposição e um gesto dela.

Fonte: ADF

sábado, 11 de junho de 2011


OLÁ!

Estaríamos sós no Universo Sideral?


Desde o momento em que o primeiro homem contemplou as estrelas, até hoje, a profusão delas tem sugerido muitas cogitações.

Dentre estas, em muitos espíritos aflorou a seguinte indagação: nós, seres racionais, estaremos sós no Universo Sideral?

Por um lado, nos imaginar sós, quando sabemos que as numerosíssimas estrelas visíveis a olho nu são apenas parcela ínfima das incontáveis galáxias com bilhões de estrelas.

Por outro lado, de quando em quando são difundidas novas descobertas que sugerem hipóteses sobre a existência de outros sistemas solares com planetas, se não com vida igual, ao menos semelhante à da Terra.

Não seria uma pretensão descabida nos imaginarmos os únicos habitantes vivos dotados de inteligência e vontade, no Universo Sideral?

Para ilustrar uma tendência generalizada em certos meios científicos atuais, tomemos a seguinte notícia: Planetas como a Terra podem ser comuns na galáxia (“O Estado de S. Paulo”, 21-2-01). Nela se afirma:

1. Astrônomos da Universidade de Toronto, em reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em São Francisco (EUA), anunciaram que “mais da metade das 100 bilhões de estrelas da Via Láctea podem ser orbitadas por planetas de tamanho similar ao da Terra”.

2. Isso “favorece a tese de que pode haver vida abundante em outros sistemas planetários”. Porque, tendo os cientistas canadenses estudado a luz emitida por estrelas semelhantes ao Sol, “concluíram que pelo menos metade delas — e possivelmente até 90% — em toda a galáxia queimam grandes quantidades de ferro, um indício da presença de planetas rochosos como a Terra”.

Norman Murray, o coordenador do estudo acrescenta: “É mais uma indicação de que a vida pode ser comum na nossa galáxia”.

3. Um dado concreto pareceria confirmar essa tese: “A equipe analisou a luz de 640 estrelas e encontrou evidências de queima de ferro em 466 delas. Os resultados foram então extrapolados para abranger toda a galáxia”.

Como se sabe que para haver vida é necessário água, a notícia prossegue:

“Um outro grupo de cientistas anunciou ter encontrado moléculas de carbono e grandes quantidades de vapor d’água — dois dos principais ingredientes para a vida — próximo de regiões de formação de estrelas. ‘Isso fortalece bastante a possibilidade de existir vida além do nosso sistema’, disse o pesquisador Martin Kessler, da Agência Espacial Européia”.

O tema intriga e apaixona. Entretanto tem uma resposta límpida e tranquila na doutrina católica.

Por Rosário A. F. Mansur Guérios

Fonte: Blog ”Ciência confirma a Igreja”/ADF

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O exemplo do rei que usava o Rosário na cintura


Nossa Senhora de Fátima sempre recomendava a reza do terço aos pastorinhos: “Sou a Senhora do Rosário, rezem pela conversão dos pecadores”. Santíssima Virgem não favorece somente quem reza o Rosário, mas recompensa também gloriosamente a quem com seu exemplo atrai aos demais a esta devoção.

Alfonso IX (1188-1230), rei de León y de Galicia, desejando que todos seus criados honrassem a Santíssima Virgem com o Rosário, resolveu, para animá-los com seu exemplo, levar ostensivamente um grande rosário, mesmo sem rezá-lo.

Bastou isto para obrigar toda a corte a rezá-lo devotamente. O rei caiu enfermo com gravidade. Já o acreditavam morto, quando, arrebatado no espírito diante do tribunal de Jesus Cristo, viu os demônios que lhe acusavam de todos os crimes que havia cometido.

Quando o divino Juiz já o ia condenar às penas eternas, interveio em seu favor a Santíssima Virgem. Trouxeram, então, uma balança: em um pratinho da mesma colocaram os pecados do rei.

A Santíssima Virgem colocou no outro o rosário que Alfonso havia levado para honrá-la e os que, graças a seu exemplo, haviam recitado outras pessoas. Isto pesou mais que os pecados do rei.

A Virgem lhe disse logo, olhando-o benignamente:

«Para recompensar-te pelo pequeno serviço que me fizeste ao levar meu Rosário, te alcanço de meu Filho o prolongamento de tua vida por alguns anos. Emprega-os bem e faz penitência!»

Voltando a si o rei exclamou:

«Oh bendito Rosário da Santíssima Virgem, que me livrou da condenação eterna!»

E depois de recobrar a saúde, foi sempre devoto do Rosário e o recitou todos os dias. Que os devotos da Santíssima Virgem tratem de ganhar o maior número de fiéis para a Confraria do Santo Rosário, a exemplo destes santos e deste rei. Assim conseguirão na terra a proteção de Maria e logo a vida eterna: «Os que me derem a conhecer, alcançarão a vida eterna» (Eclo 24,31).

O Segredo Admirável do Santíssimo Rosário de São Luis Maria Grignion de Montfort.

Fonte: Almas castelos/ADF

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Católicos crucificados no Sudão


Bandos de guerrilheiros incursionam nas regiões cristãs do Sudão e crucificam católicos. Um deles foi cravado numa árvore e mutilado, outros seis foram pregados em madeiros, jogados no chão e mortos.

Os cadáveres foram recuperados perto da aldeia de Nzara [na foto, católicos de tal aldeia]. Os guerrilheiros irromperam durante uma novena na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ezo, sul do país, profanaram a hóstia consagrada e o altar, e invadiram o prédio anexo, escravizando 17 pessoas, na maioria jovens. O ataque ocorreu na última festa da Assunção de Nossa Senhora.

“Os atacantes claramente queriam fazer mal ao povo, porque sabiam que ele estava rezando, disseram as testemunhas”.

Atacados por todos os lados, os católicos perseveram e se multiplicam, com o auxílio da graça divina. Rezemos por eles.

Fonte: Blog Agência Boa Imprensa/ADF

quarta-feira, 8 de junho de 2011

As últimas recomendações de Nosso Senhor Jesus Cristo


"Meus amados filhos, Eu subo para o Pai de cujo seio desci para salvar e redimir os homens. Por amparo, consoladora e advogada, vos deixo em meu lugar a minha Mãe, a quem deveis ouvir e obedecer em tudo. Assim como tenho dito que quem vê a Mim vê a meu Pai (Jo 14,9), e quem me conhece, conhecerá a Ele também; agora vos asseguro que, quem conhecer minha Mãe, conhecerá a Mim; ofender-me-á quem a Ela ofender, e me honrará, quem a Ela honrar. Todos vós, e vossos sucessores, a tereis por mãe, superiora e chefe. Ela esclarecerá vossas dúvidas e resolverá vossas dificuldades; n’Ela me encontrareis sempre que me procurardes, porque n’Ela estarei até o fim do mundo”.

Fonte: “Mística Cidade de Deus”, Volume VI)/ADF

Por que a expressão “o diabo me fez fazer isso” é falsa e enganosa


A ação persuasiva do demônio

“O demônio não obriga: ele propõe, sugere, convence, seduz …”

O demônio não tem poder para forçar os homens a fazer algo, por isso, ele tenta persuadir e seduzi-los.

“O demônio não obriga, ele propõe, sugere, convence, seduz” – escreve o Pe. J. de Tonquédec SJ, um exorcista francês e demonologista.

E acrescenta: “No Éden, ele propôs as razões para Eva transgredir a ordem divina (Gn 3, 4-5, 13); no deserto, ele tentou convencer Nosso Senhor com as atrações de uma dominação universal” ( Mt 4, 26-27) “.

São Tomás também se refere ao trabalho de persuasão do diabo. Ele explica que o homem só pode ser movido interiormente por ele próprio, ou por Deus. Mas, externamente, o homem pode ser solicitado por um objeto estranho a si. No entanto, esse objeto estranho não pode obrigar o homem a fazer algo contra sua vontade.

Padre Candido Lumbreras OP comenta esta passagem do Doutor Angélico, nos seguintes termos: “Que influência pode ter o demônio para levar os homens a pecarem? … O demônio procura influenciar os sentidos, e pode falar à razão, tanto interiormente, ou externamente, alterar os humores e produzir imagens perigosas, excitar as paixões e assim podem mover a vontade; e, dessa forma, tomar posse do entendimento “.

“O demônio é como um cão raivoso acorrentado: além dos limites da corrente ele não pode atacar ninguém. Fique, portanto, longe dele. Se você se aproxima, você se deixa agarrar.” Santo Padre Pio.

Comentando outra passagem de São Tomás, Frei Jesus Valbuena OP explica:

“Que os anjos podem realmente iluminar a compreensão humana é uma verdade enraizada em muitas passagens da Sagrada Escritura … Também os anjos maus podem produzir, com os seus dons naturais, iluminações falsas sobre a compreensão dos homens. Assim, São Paulo nos adverte para ficar alerta, pois até mesmo satanás se disfarça como um anjo de luz “(2 Cor 11, 14).

Nossa Senhora, rogai por nós que recorremos a Vós. Ajude-nos a reconhecer as armadilhas do demônio. “São Tomás afirma que os anjos podem influenciar os sentidos dos homens – ambos, de fora e de dentro – e podem atuar, tanto do lado de fora e de dentro, isto é, tanto intrínseca e extrinsecamente, mas, como relevantes para a compreensão humana e, eles só podem se mover e influenciar indiretamente e exteriormente, isto é, propondo seus objetos – a verdade e a bondade – a essas forças espirituais, de maneira adaptada a elas e que influenciam indiretamente através dos sentidos, as paixões, as alterações corporais sensíveis, etc , no entanto, eles nunca podem ter sucesso em flexão de forma eficaz e completamente a vontade do homem, se ele estiver em suas condições normais “.

Nos casos das tentações de Eva, no Paraíso, e de Nosso Senhor, no deserto, o demônio fez “apresentando suas razões”, assumindo uma forma corpórea, produzindo sons e articulando palavras verbalmente; mas, na maioria dos casos, porém , o demônio, para persuadir o homem a pecar, concentra sua atuação sobre a memória, sobre a sensibilidade ou sobre a imaginação.

” Vigiai e orai, para que não entreis em tentação”. Peça à Virgem Santíssima que lhe proteja das armadilhas do demônio, não se esqueça de rezar.

Fonte: http://americaneedsfatima.blogspot.com/ADF

terça-feira, 7 de junho de 2011

Amigo, nunca duvides do amor de Jesus Cristo!


Através de Cristo Deus concede inteira salvação a todo o pecador arrependido.
Lê e vais entender por que te envio este texto:
Uma mulher que conduzia um automóvel com os seus filhos sentados no
banco de trás é protagonista de um grande e aparatoso acidente entre
vários automóveis. Assustada, começou a gritar de dentro do carro:
OH Deus! Por favor salva os meus meninos!
O seu olhar cheio de medo focou o assento traseiro, onde supostamente
estavam os seus filhos. Porém, apenas viu vidros quebrados e duas
cadeiras de criança destruídas. Os seus gémeos não estavam lá e não os
escutava a chorar. Logo temeu que tivessem sido lançados para fora do
veículo.
OH Deus não os deixe morrer!!!
Os bombeiros e a polícia procuraram na parte traseira do automóvel,
porém não encontraram as crianças, mas verificaram que os cintos de
segurança se encontravam intactos. Pensaram logo que a mulher que se
encontrava, de facto, sozinha no carro, ao contrário do que dizia,
provavelmente abalada pelo acidente. Porém quando a tentaram
questionar descobriram que havia desaparecido.
Outros Policias viram-na passar a correr, sem rumo, gritando e
suplicando desesperadamente:
Por favor ajudem-me a encontrar os meus filhos!
Eles só têm quatro anos de idade e estão vestidos de igual, com
camisas azuis e jeans.
Um policia ouviu-a e disse-lhe:
Estão no meu carro duas crianças sem qualquer arranhão!... Dizem que
o pai as colocou ali, que deu um chupa-chupa a cada uma e que lhes
disse para esperarem que a mãe voltasse para os levar para casa.
Já procurei por todos os lados mas não o encontrei. Provavelmente
deixou a área, suponho, o que é muito raro.
A Mãe abraçou os gémeos e disse, enquanto enxugava as lágrimas:
Ele não pode ter deixado a área, já que morreu há um ano.
Confuso, o polícia perguntou:
Como pode ser verdade?
Os meninos exclamaram então:
Mãezinha, o paizinho veio e pediu-nos que te desse um beijo por ele.
Disse que não nos preocupássemos e que a mãe estaria bem. E,
colocou-nos neste carro com luzes brilhantes e bonitas. Queríamos que
ele ficasse connosco, porque sentimos muita saudade dele. Porém,
abraçou-nos com muita força, disse que tinha de partir e que algum dia
entenderíamos. Pediu-nos que nos comportássemos bem e que te
disséssemos que ele está sempre a cuidar de nós!
A Mãe não queria acreditar... Porém recordou-se das últimas palavras do Pai:
Eu cuidarei de vós. O relatório dos bombeiros não podia explicar que,
com o carro totalmente destruído, os três ocupantes se tivessem
salvado sem qualquer cicatriz.
Porém no relatório da polícia estava escrito em letras muito
pequenas: Um anjo esteve esta noite na Auto-estrada 109.
A oração é de 7 segundos. Repita esta frase e veja como Deus actua...:
Senhor, quero-Te e necessito de Ti, vem ao meu coração, e abençoa a
minha família, a minha casa, os meus amigos e a mim.
Ámen.
Um dia de cada vez...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

São Marcelino Champagnat, presbítero, fundador, 1840


Nasceu a 20 de Maio de 1789 em Marlhes, próximo de Saint-Etienne (Loire) na França
Era o benjamim de 10 filhos. Do seu pai, João Baptista herdou os ideais da Revolução Francesa, aprendeu o amor ao trabalho e o espírito de iniciativa. A sua mãe, Maria, e a sua tia religiosa exclaustrada deram-lhe a piedade, a caridade cristã e a devoção mariana. Um sacerdote disse-lhe: “Meu filho, deves fazer-te padre; Deis o quer”. Convencido que esta era a sua vocação entrou no Seminário menor de Verrières e depois no Seminário Maior de Lião. Com alguns companheiros teve a ideia de fundar uma associação que se chamaria “Sociedade de Maria”. No projecto havia a ideia de Irmãos para educar os jovens. Pediu-se-lhe que levasse para a frente a intuição. Foi ordenado sacerdote no dia 22 de Julho de 1816 e foi nomeado pároco em La Valla-en-Gier, paróquia de 2.500 pessoas. A assistência a um jovem moribundo de 17 anos, o jovem Montagne, que ignorava as verdades essenciais do Cristianismo, serviu de arranque para o seu projecto. No dia 2 de Janeiro de 1817 fundou o Instituto ao acolher a dois jovens do campo de 15 e 23 anos. Quando os Irmãos dirigiam já quatro escolas em 1822, o Padre Champagnat foi alvo de uma campanha de difamação, vinda de seus colegas sacerdotes. Foram momentos muitos difíceis. Em 1824, dedicou-se completamente aos Irmãos. No ano seguinte construía a de Nossa Senhora do Eremitério. Não tinha recursos, mas tinha uma grande fé. Pouco depois caiu gravemente doente. Ao recuperar a saúde, continuou com o seu projecto. Em 1836, professou como sacerdote na Sociedade de Maria, quando foi reconhecida pela Santa Se. O seu lema foi: “Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus”. Nesse lema via Maria como o seu recurso Habitual.

Morreu no dia 6 de Junho de 1840, com 51 anos.

domingo, 5 de junho de 2011

O anúncio da vinda do Espírito


Durante a conversa que tem com os discípulos durante a Última Ceia e diante do desalento de seus amigos com a iminência de Sua Paixão, Nosso Senhor refaz a promessa de envio do Espírito Santo, que os consolaria por Sua ausência.

Refaz, então, Seu pedido de que não esqueçam Seus ensinamentos, que não se afastem da Verdade, que mostrem ao mundo a Sua face. É nessa missão que o Espírito atuará: a missão apostólica de transmitir a todos os homens e mulheres os ensinamentos de Jesus e os benefícios da Redenção. Adverte-os: “o Espírito da verdade a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque habitará convosco, e estará em vós.” (Jo 14, 17).

Como reconhecer o Espírito junto e dentro de nós?

Ora, uma possibilidade é a posse dos dons do Espírito e a percepção da sua manifestação em nossa vida: sabedoria, inteligência, conselho, ciência, fortaleza, piedade e temor de Deus. Outra possibilidade é o reconhecimento das motivações que nos movem e os frutos de nossas ações: sentimos paz (ou seja, tranqüilidade da ordem)? fazemos o bem por amor de Deus e não por sentimentalismo ou para exaltação própria? praticamos boas obras? mostramos a “face” de Deus aos outros?

Saber que o Espírito permanece junto e dentro de nós é, sobretudo, ter o coração grato à ação que o Senhor opera através de nós. Quem já não sentiu que realizou coisas muito maiores daquilo que um dia imaginou ou que viu ter possibilidade de fazer? E quem soube reconhecer que foi o Espírito que nos guiou nesse empreendimento e agradecer, humildemente, ao Senhor por ter cumprido a promessa feita naquela última ceia com seus discípulos: “rogarei ao meu Pai que mande um outro consolador…”

Possamos, então, ter os olhos abertos para enxergar o Invisível, que constrói conosco o Reino de Deus aqui na Terra.

Fonte:http://amaivos.uol.com.br/ (com adaptações)

sábado, 4 de junho de 2011

Meditando sobre a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo


Ascensão

Não fiqueis tristes, eu vou partir

Eu vou partir, mas voltarei.

Vou preparar-vos um lugar,

Não fiqueis tristes, tende fé.

Vou enviar-vos o Espírito,

Que vos dará toda a verdade.

Sereis as minhas testemunhas,

Para que todos me conheçam.

Anunciai a Boa Nova,

Vou para o Pai que me enviou.

Ficarei sempre ao vosso lado,

Onde estiverdes, Eu estou.

Hão-de expulsar-vos das cidades,

Por minha causa sofrereis

Quarenta dias depois da sua ressurreição, Jesus subiu aos céus à vista dos seus discípulos.

“ (…) [Jesus] elevou-se à vista deles; e uma nuvem o ocultou aos seus olhos. E como estivessem olhando para o céu, quando ele ia subindo, eis que se apresentaram Juno deles dois personagens vestidos de branco, os quais lhes disseram: Homens da Galileia, por que estais (aí parados) olhando para o céu? Este Jesus que, separando-se de vós, foi arrebatado para o Céu, virá do mesmo modo que o vistes ir para o céu.” (At. 1, 9-11)

“Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora virá o vosso Senhor.” ( Mt. 24, 42)

Pai, santificado seja o vosso nome!

Que todos os dias, eu Te procure na Oração.

E com a maior freqüência, eu me alimente de Ti na Eucaristia!

Venha a nós o vosso Reino!

Que eu seja capaz de construir um mundo, onde todos pratiquem

autêntica virtude!

Seja feita a vossa vontade!

Que eu saiba aceitar com ânimo as tarefas mais difíceis!

O Pão-nosso de cada dia nos dai hoje!

Que eu saiba apreciar e agradecer o pão que alimenta meu corpo,

para desejar receber, no coração, o Pão eucarístico!

Perdoai-nos as nossas ofensas!

Que eu saiba pedir, dar e receber o perdão!

Não nos deixeis cair em tentação

Que eu não me descuide dos meus compromissos para com a religião!

Livrai-nos do Mal!

Que eu não dê lugar em mim a nada que me possa me levar ao pecado!

Fonte: http://apenasoracao.blogspot.com/ (com adaptações)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Rei que usava o Rosário na cintura


A Santíssima Virgem não favorece somente quem reza o Rosário, mas recompensa também gloriosamente a quem com seu exemplo atrai aos demais a esta devoção.

Alfonso IX (1188-1230), rei de León y de Galicia, desejando que todos seus criados honrassem a Santíssima Virgem com o Rosário, resolveu, para animá-los com seu exemplo, levar ostensivamente um grande rosário, mesmo sem rezá-lo.

Bastou isto para obrigar toda a corte a rezá-lo devotamente. O rei caiu enfermo com gravidade. Já o acreditavam morto, quando, arrebatado no espírito diante do tribunal de Jesus Cristo, viu os demônios que lhe acusavam de todos os crimes que havia cometido.

Quando o divino Juiz já o ia condenar às penas eternas, interveio em seu favor a Santíssima Virgem. Trouxeram, então, uma balança: em um pratinho da mesma colocaram os pecados do rei.

A Santíssima Virgem colocou no outro o rosário que Alfonso havia levado para honrá-la e os que, graças a seu exemplo, haviam recitado outras pessoas. Isto pesou mais que os pecados do rei.

A Virgem lhe disse logo, olhando-o benignamente:

«Para recompensar-te pelo pequeno serviço que me fizeste ao levar meu Rosário, te alcanço de meu Filho o prolongamento de tua vida por alguns anos. Emprega-os bem e faz penitência!»

Voltando a si o rei exclamou:

«Oh bendito Rosário da Santíssima Virgem, que me livrou da condenação eterna!»

E depois de recobrar a saúde, foi sempre devoto do Rosário e o recitou todos os dias. Que os devotos da Santíssima Virgem tratem de ganhar o maior número de fiéis para a Confraria do Santo Rosário, a exemplo destes santos e deste rei. Assim conseguirão na terra a proteção de Maria e logo a vida eterna: «Os que me derem a conhecer, alcançarão a vida eterna» (Eclo 24,31).

O Segredo Admirável do Santíssimo Rosário de São Luis Maria Grignion de Montfort
fonte: blog Almas Castelos (cortesia)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Devoção ao Divino Espírito Santo


A festa de pentecostes acontece neste ano em 23 de maio de 2010. A novena em preparação a vinda do divino espírito santo deve ser iniciada em 14 de maio de 2010.

Prepare-se com esta novena:

Novena oficial em honra do Divino Espírito Santo

A novena do Espírito Santo é o modelo de todas as novenas. Por ordem de Jesus a celebrou a Virgem Maria em união com os Apóstolos, como preparação à vinda do Espírito Santo Consolador. O Papa Leão XIII enriqueceu-a com muitas indulgências. Devemos, pois, celebrá-la, cada ano, com muito fervor; e a devotíssima Seqüência, que forma parte da novena, deve ser uma das nossas fórmulas de oração vocal mais favoritas.

Seqüência da Missa de Pentecostes

Vinde, Espírito Santo e enviai do céu um raio de Vossa luz.

Vinde, Pai dos pobres, vinde, distribuidor dos bens, vinde luz dos corações.

Consolador ótimo, doce hóspede das almas e suave refrigério.

Nos trabalhos sois o repouso, no calor o frescor, nas lágrimas a consolação.

Ó luz beatíssima, inflamai o íntimo dos corações dos Vossos fiéis.

Sem a Vossa graça nada há no homem, nada de inocente.

Lavai o que é sórdido, regai o que é seco, sarai quem está ferido.

Dobrai o que é duro, abrasai o que é frio e reconduzi o desviado.

Concedei aos Vossos servos, que em Vós confiam, os sete dons sagrados.

Dai-lhes o mérito das virtudes, o êxito da salvação e a alegria perene. Amém.

Ó Espírito Santíssimo, fogo sagrado que alumiais as almas e abrasais os corações: por misericórdia Vossa, Senhor, a nossa pobre alma Vos deseja, invoca-Vos e Vos procura para que a purifiqueis das suas manchas, para que a ilumineis nas suas trevas e lhe comuniqueis os Vossos dons.

Sim, dignai-Vos consagrar a nossa alma com a unção da Vossa graça, para que ela se converta em templo Vosso. Purificai a nossa memória, para que ela sempre recorde os Vossos benefícios; ilustrai o nosso entendimento, para que saiba meditar a Vossa lei; inflamai a nossa vontade, para que ela, respeitosa e dócil, se submeta em tudo à Vossa vontade.

E visto que somos tão miseráveis, purificai todos os afetos do nosso coração, para que ele se torne digno dos Vossos dons.

Jaculatórias

1° Vinde, Divino Espírito,

Vinde, ó dom da ciência,

Dispor-me para que seja

Digno de Vossa assistência.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

2° Vinde Divino Espírito,

Vinde, dom de piedade

Nesta divina virtude

Inflamai a minha vontade.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

3° Vinde, Divino Espírito,

Dar-me um santo temor,

Para que a toda a culpa

Tenha minha alma horror.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Uganda - A infância perdida por uma guerra

"Robert volta para casa. Gostamos muito de ti. Teus pais e irmãos"

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