domingo, 11 de setembro de 2011

Lei da homofobia no reino dos bichos (I)


Depois de contemplar as variedades quase sem fim das perfeições existentes na natureza criada por Deus – como as cores da aurora e do ocaso, a gradação matizada das cores das aves e dos pássaros, e, sobretudo as belezas e qualidades do homem – algum leitor ou já tentou hierarquizá-las e sistematizá-las?
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Detenhamo-nos por alguns instantes na beleza das feições humanas; por exemplo, no lado delicado, frágil, maternal, afetivo, além da aparência física característica da mulher. Por que foi ela criada assim? – Para que o homem pudesse ser atraído por suas qualidades e construir o seu lar pelos laços invioláveis do matrimonio indissolúvel.
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O homem, chefe da casa, e a mulher, rainha do lar – na verdade um só após o casamento conforme as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo – se complementam para a perpetuação da espécie, sendo os filhos príncipes herdeiros de seus pais, portanto merecedores da atenção e amparo para a formação do caráter.
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Uma curiosidade da natureza – que até costuma ser motivo de brincadeira de homens e mulheres – pode ser observada na índole puramente animal das aves e dos pássaros, em que o macho é sempre mais bonito que a fêmea. No caso dos homens isso não se passa, pois Deus quis que os homens fossem atraídos para o sexo feminino.
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Os pássaros, como todos os animais, seguem a lei inviolável da natureza através dos instintos. Já o homem – inteligente e dotado de vontade – deve controlar suas paixões e impulsos administrando seu corpo e sua alma e direcionando axiologicamente suas idéias e desejos no sentido de amar a Deus sobre todas as criaturas.
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O homem não pode amar uma criatura acima de Deus, sob pena de comprometer sua salvação; muito menos erigir leis atentatórias a Deus, Ser pessoal, absoluto, transcendente e imutável; não pode, por exemplo, confundir liberdade com libertinagem.
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Com efeito, não há entre os animais irracionais opção ou atração preferencial de um bicho para outro do mesmo sexo. Caso haja tal disfunção, ela será conseqüência de um desequilíbrio qualquer na natureza dele. Pois Deus, ao criar macho e fêmea, o fez para a propagação da espécie.
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Figuremos a hipótese de os animais poderem decidir sobre o uso do sexo, rompendo com as regras postas por Deus na natureza deles. O que ocorreria com essas espécies? Tal anomalia resultaria na extinção delas em razão de preferências sexuais e os seus partidários proibidos de assim agir pela suprema corte animal.
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Será que a lei da homofobia animal encontraria ressonância no reino dos bichos?
continua amanhã…

Fonte: http://www.padredavidfrancisquini.com/

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